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Religião por

Vitor Dolenkei

Aprendendo a orar: resolver três questões nos ensina a orar

Dia 24/02/2020

Como cristãos, a oração é uma parte indispensável da nossa vida
cotidiana e a maneira mais direta de se aproximar de Deus. Todos nós
esperamos que as nossas orações sejam ouvidas pelo Senhor, muitas
vezes, porém, não recebemos resposta de Deus nem sentimos Sua
presença, e ficamos nos perguntando: Por que isso acontece? Por
que Deus não ouve nossas orações? Que tipo de orações está em
linha com a vontade de Deus? Tenhamos comunhão sobre isso hoje
e, após resolvermos essas três questões, nossas orações poderão ser
ouvidas por Deus.

1. Em oração, você fala a Deus abertamente, confiando a
Ele seus pensamentos verdadeiros?

Durante a maior parte do tempo, damos muita atenção a detalhes,
como, por exemplo, à duração da nossa oração ou à nossa
formulação, ou tentamos até demonstrar nossa determinação a Deus
através de palavras agradáveis, mas raramente abrimos de verdade
nosso coração a Deus. Por exemplo, costumamos dizer: “Deus, eu Te
amarei, eu me despenderei por Ti e, não importa quão grandes sejam
os perigos ou as adversidades que enfrente, eu não desistirei.

Eu Te seguirei por toda a minha vida!” Ou: “Deus, Tuas palavras são a
lâmpada à minha frente, a luz em minha senda, eu serei fiel à Tua
palavra em tudo que faço e cumprirei a Tua vontade!” No entanto,
quando nos deparamos com adversidades e contratempos, ou quando
dificuldades aparecem em casa, muitas vezes, somos incapazes de
colocar as palavras de Deus em prática e falta-nos o desejo de
cumprir os Seus desejos. Muitas vezes, entendemos Deus errado, nos
queixamos de Deus, ficamos desanimados e também O traímos e nos
afastamos Dele.

O fato de nos comportarmos dessa maneira em
situações práticas testifica nossa falta de sinceridade em nossas
orações a Deus, em vez disso, usamos palavras grandes, vazias e
agradáveis numa tentativa de agradar a Deus. Fazemos isso também
para que outros nos admirem, para que Deus e outros vejam que
amamos a Deus e somos fiéis a Ele, mas, na verdade, nossas
orações estão cheias de hipocrisia e enganação. São, em essência,
uma tentativa de enganar a Deus e fazê-lo de bobo. Como podemos
esperar que Deus ouça esse tipo de orações? Certa vez, Jesus contou
esta parábola: “Dois homens subiram ao templo para orar; um
fariseu, e o outro publicano.

O fariseu, de pé, assim orava
consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os
demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com
este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de
tudo quanto ganho. Mas o publicano, estando em pé de longe,
nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito,
dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, o pecador! Digo-vos que
este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo
o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si
mesmo se humilhar será exaltado” (Lucas 18:10-14). Não é difícil
reconhecer que o fariseu orava de maneira vangloriosa,
aparentemente inconsciente de seus próprios pecados, exibindo-se
sob a premissa de sua boa conduta ostensiva.

Ele estava servindo a si
mesmo, gabando-se de sua lealdade a Deus, dizendo coisas
agradáveis a Deus, exibindo-se diante de Deus, ao mesmo tempo em
que depreciava o publicano (o coletor de impostos). Tal oração
hipócrita jamais seria elogiada por Deus. A oração do publicano era
sincera, admitindo abertamente os seus pecados a Deus,
reconhecendo que ele era um pecador e expressando remorso. Ele
também demonstrou uma disposição de se arrepender a Deus e
implorou pela misericórdia de Deus. Ao reconhecer que ela continha
sinceridade, Jesus elogiou a oração do publicano.
A parábola de Jesus nos diz que Deus detesta o uso de palavras
vazias e vangloriosas ou de palavras que agradem ao ouvido para
ganhar a graça de Deus ou para enganá-Lo.

Deus deseja que
exponhamos nosso coração e falemos o que realmente pensamos,
que digamos a verdade e nos comuniquemos com Deus com
sinceridade. O Senhor Jesus disse: “Mas a hora vem, e agora é, em
que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em
verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é
Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em
espírito e em verdade” (João 4:23-24). E outra passagem das
palavras de Deus diz: “O padrão mais baixo que Deus exige das
pessoas é que elas sejam capazes de abrir seus corações para
Ele. Quando o homem oferece seu verdadeiro coração a Deus e
diz a Deus o que realmente está dentro de seu coração, então
Deus está disposto a operar no homem; Deus não quer o coração
distorcido do homem, mas seu coração puro e honesto.

Quando
o homem não fala verdadeiramente com Deus o que está em seu
coração, então Deus não toca no coração do homem nem opera
nele. Portanto, o ponto mais crucial na oração é falar com Deus
as palavras do seu verdadeiro coração, contando a Deus suas
falhas, ou caráter rebelde, e se abrindo completamente a Deus.

Somente então Deus estará interessado nas suas orações; caso
contrário, então Deus ocultará Sua face de você” (de “Acerca da
prática da oração”). Isso nos mostra que devemos ser abertos e
sinceros com Deus, contar-Lhe nossos pensamentos mais íntimos e a
verdade, contar a Deus nosso estado e nossos problemas verdadeiros
e buscar a Sua orientação.

Apenas então Deus ouvirá nossas
orações. Quando oramos, podemos contar a Deus as nossas
dificuldades e o sofrimento que enfrentamos em nossa vida e buscar a
Sua vontade. Ou podemos nos colocar diante de Deus e nos abrir a
Ele sobre nossas transgressões ou qualquer que seja a corrupção que
revelamos a cada dia. Isso é ter um diálogo sincero com Deus em
todas as questões.

Quando, por exemplo, nos apaixonamos pelo
mundo e desejamos seguir as tendências da sociedade, quando
ficamos obcecados com prazeres mundanos e não conseguimos
aquietar nossa mente diante de Deus, podemos orar a Ele: “Deus!
Vejo que não amo a verdade em meu coração, em vez disso, estou
sempre pensando no mundo deslumbrante lá fora. Mesmo quando
estou numa reunião, em oração ou lendo as Tuas palavras, não
consigo aquietar minha mente. Eu quero abandonar a carne, mas vejo
que sou impotente para fazer isso.

Deus! Que Teu espírito comova
meu coração entorpecido, dando-me fé e força para prevalecer contra
a tentação de Satanás e para acalmar meu coração diante de Ti”.
Após várias orações sinceras como essa, o Espírito Santo nos guiará
e levará a ver que seguir tendências sociais fará com que vivamos em
pecado e nos distanciemos cada vez mais de Deus. O Espírito Santo
também nos tocará e nos proverá com um coração de amor pela
verdade. Então, seremos capazes de abandonar a carne de maneiras
práticas e vencer a tentação e sedução de Satanás — esse é o
resultado que podemos alcançar falando de coração na oração com
Deus. No entanto, se não abrirmos nosso coração a Deus em oração
e, em vez disso, tentarmos conquistar o favor de Deus e enganá-Lo
usando palavras agradáveis ao ouvido, Deus não ouvirá nossa oração
e não tocará nosso coração. Seremos incapazes de discernir ou
vencer a tentação de Satanás e, inevitavelmente, seguiremos
tendências malignas, distanciando-nos cada vez mais de Deus e
sendo prejudicados por Satanás. Portanto, se quisermos que nossas
orações sejam ouvidas por Deus, precisamos ser abertos e
verdadeiros diante dele. Esse é o primeiro passo que devemos tomar.
2. Você está orando para praticar as palavras do Senhor e
alcançar crescimento de vida?

Visto que fomos corrompidos por Satanás, estamos cheios do caráter
satânico corrupto; somos egoístas, gananciosos, desonestos,
enganosos e só temos nossos próprios interesses em mente. Em

todas as coisas, colocamos o ganho pessoal acima de todas as outras
coisas e, até mesmo na nossa fé, queremos cada vez mais graça e
bênçãos de Deus. A maioria dos irmãos e irmãs acredita que, já que
acreditamos em Deus, Ele deveria nos abençoar e agraciar e que, não
importa o que peçamos, Ele deveria provê-lo. Muitas vezes,
suplicamos e oramos a Deus por benefícios carnais como, por
exemplo, a cura de uma doença, paz no lar ou um bom emprego para
os nossos filhos. Quando desfrutamos de Sua graça, nós O louvamos
com muita alegria, mas quando Ele não responde às nossas orações
como queremos, nós reclamamos Dele. Alguma vez você já se
perguntou se orar constantemente a Deus por nossos próprios
interesses carnais é comunhão verdadeira com Deus, verdadeira
adoração a Ele? A resposta é não. Esse tipo de orações é apenas
uma tentativa de extrair bênçãos de Deus; é exigir coisas Dele e tentar
fazer com que Ele aja de acordo com a nossa própria vontade. Não é
trata-Lo como Deus. Esse tipo de orações só pode provocar a ira de
Deus, e Ele não as ouve.
Como cristãos, não deveríamos buscar as bênçãos da carne ou tentar
fazer com que Deus nos conceda mais graça e bênçãos. Pois essas
coisas só nos permitem desfrutar uma boa fortuna mundana e
transitória, mas não nos ajudam a crescer em nossa vida nem
remotamente. Tampouco nos ajudam a alcançar verdadeira
obediência e temor de Deus. Nossas orações e súplicas deveriam se
concentrar mais em nosso entendimento da verdade, em colocar em
prática as palavras de Deus e em crescer em nossa vida. Apenas
esse tipo de oração está em linha com a vontade de Deus. O Senhor
Jesus disse: “Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o
que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas
estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe
que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos
serão acrescentadas” (Lucas 12:29-31). “O espírito é o que vivifica,
a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito
são espírito e são vida” (João 6:63). A vontade de Deus para nós é
que pratiquemos e vivamos Suas palavras e, através de Suas
palavras, ganhemos a verdade e a vida para que possamos alcançar
compatibilidade com Deus e ser capazes de entrar em Seu reino.
Assim, nossas orações deveriam se concentrar em como praticar e
experimentar as Suas palavras; dessa forma, Ele nos guiará ao
passarmos por Sua obra, continuaremos a entender cada vez mais da
verdade e seremos capazes de viver as palavras de Deus. Pense em
como todos nós contamos mentiras com frequência e fazemos coisas
enganosas a fim de proteger nossa reputação, nosso status, nossa
riqueza ou nossos interesses. Estamos cientes de que isso é pecado,
mas não conseguimos impedir que pequemos. Mesmo que não

mintamos com nossas palavras, em nosso coração cogitamos o que
dizer para proteger nosso nome, benefício e posição e o que devemos
fazer para que nossos interesses não sejam comprometidos. Quando
nos tornamos cientes de que possuímos um impulso para mentir ou
fazer algo desonesto, devemos nos colocar diante de Deus e orar: “Ó
Deus! Vi que sou incapaz de alcançar a simplicidade e honestidade de
uma criança, mesmo assim, não consigo parar de mentir e enganar.
Se eu continuar assim, certamente me odiarás. Deus! Preciso
verdadeiramente de Tua salvação — peço que me guies para que eu
possa ser uma pessoa honesta, e se eu voltar a mentir ou enganar,
peço que me disciplines”. Após oferecer uma oração desse tipo,
quando voltarmos a ter o desejo de mentir para o bem de nosso
próprio interesse, sentiremos a repreensão do Espírito Santo dentro
de nós. Perceberemos claramente que Deus exige que sejamos
pessoas honestas e que Ele se alegra com aqueles que são honestos
e os abençoa. Não devemos defender nossos próprios interesses,
pois Deus se enoja com isso. Uma vez que percebemos tudo isso,
somos capazes de expulsar do nosso coração nossas motivações
astutas, buscar a verdade a partir dos fatos e dar nome aos bois. Se
sempre praticarmos dessa maneira, antes de percebermos, estaremos
mentindo cada vez menos e seremos capazes de entrar na realidade
da verdade de ser uma pessoa honesta, um passo de cada vez. Esse
é o fruto da oração para o crescimento na vida. O Senhor Jesus disse:
“Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis;
batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem
busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Lucas 11:9-10).
Claramente, contanto que oremos a Deus pedindo entendimento da
verdade e a capacidade de colocar as palavras de Deus em prática e
tratarmos a entrada na verdade com extrema seriedade, Deus nos
guiará para o entendimento da verdade e para a entrada na realidade
da verdade, e nós seremos capazes de crescer aos poucos na nossa
vida espiritual.
3. Você ora para buscar entendimento da vontade de Deus
e para dar testemunho Dele?
Às vezes, nós nos deparamos com questões em nossa vida que não
estão em linha com nossas noções, como, por exemplo, problemas no
trabalho ou em casa, ou talvez enfrentemos algum tipo de catástrofe.
Quando essas coisas ocorrem, a maioria de nós pede que Deus retire
esses ambientes desagradáveis e nos dê paz e felicidade. Mesmo que
trabalhemos duro ou até desistamos de nossos relacionamentos e
empregos para servir a Deus, quando nos deparamos com algo como
uma doença mais grave, somos incapazes de nos acalmar, de dar
testemunho e satisfazer a Deus. Em vez disso, oramos a Deus,

implorando que Ele cure a nossa doença para que possamos nos
livrar do tormento da doença o mais rápido possível. Quando Deus
acolhe nosso pedido, nós Lhe agradecemos e O louvamos, mas
quando Ele não nos cura, ficamos desanimados e decepcionados com
Deus; vivemos em negatividade, reclamando Dele, e podemos até
sentir o impulso de jogar pela janela os nossos esforços por Ele. Isso
nos mostra que estamos apaixonados demais por nossos próprios
interesses carnais; em nosso coração, não amamos ou desejamos
satisfazer a Deus. Muitas vezes, fazemos pedidos insensatos em
nossas orações, fazendo exigências a Ele de maneiras egoístas e
abomináveis para que Ele faça as coisas de acordo com aquilo que
nós queremos. De forma alguma adoramos o Criador a partir da
posição apropriada de um ser criado. Por que Deus ouviria tais
orações? Como, então, devemos orar para estarmos em linha com a
vontade de Deus? Suas palavras nos guiam para essa senda:
“Quando você encontrar dificuldades, apresse-se e ore a Deus: ‘Ó
Deus! Desejo Te satisfazer, desejo suportar as dificuldades finais
para satisfazer o Teu coração e, independente de quão grandes
sejam os contratempos que eu encontre, ainda assim devo
satisfazê-Lo. Mesmo que tenha que desistir de toda a minha vida,
ainda assim devo satisfazer a Ti!’ Com esta resolução, quando
você orar deste modo, conseguirá permanecer firme em seu
testemunho” (de “Apenas amando a Deus é que verdadeiramente se
crê em Deus”). “Você está machucado por dentro, e seu
sofrimento atingiu certo ponto; ainda assim, você está disposto a
achegar-se diante de Deus e orar, dizendo: ‘Oh, Deus! Não posso
abandonar-Te. Embora haja trevas dentro de mim, desejo
satisfazer-Te; Tu conheces meu coração, e eu gostaria que
investisses mais do Teu amor dentro de mim’” (de “Somente
experimentando refinamento o homem pode amar verdadeiramente a
Deus”).
Quando passamos por dificuldades, devemos buscar a vontade de
Deus e orar para que possamos dar testemunho e satisfazer a Deus.
Devemos também ter a determinação de amar e satisfazer a Deus,
estar dispostos a suportar sofrimento físico se isso significa dar
testemunho de Deus, em vez de orar por nossos próprios interesses.
Apenas esse tipo de oração está em linha com a vontade de Deus, e
isso significa também ter o tipo de razão e consciência que nós
devemos possuir como seres criados. Jó, por exemplo, perdeu todos
os seus bens e seus filhos através de suas provações, e ele mesmo
foi afligido por chagas da cabeça aos pés. Ele sofreu uma enorme dor
física e emocional. Mas ele não se queixou a Deus perguntando por
que Ele permitiu que ele sofresse tudo isso, tampouco pediu que Deus
retirasse seu sofrimento. Em vez disso, ele se submeteu

primeiramente e orou para buscar a vontade de Deus. Reconheceu
que tudo que ele possuía não havia sido ganho através de seu próprio
trabalho, mas tinha sido concedido por Deus; não importa se Deus dá
ou retira, como seres criados devemos nos submeter naturalmente ao
governo e aos arranjos de Deus. Não devemos fazer quaisquer
exigências ou reclamações a Deus. Essa é a razão que nós devemos
possuir como humanos. Jó disse: “Nu saí do ventre de minha mãe, e
nu tornarei para lá. Jeová deu, e Jeová tirou; bendito seja o nome de
Jeová” (Job 1:21). Jó acabou dando um testemunho retumbante de
Deus ao confiar em sua reverência, obediência e fé em Deus.
Devemos aprender com o exemplo de Jó e, quando encontrarmos
algo que não esteja em linha com as nossas noções, devemos
primeiro nos aquietar diante de Deus e correr e orar para buscar a
vontade de Deus e orar para que possamos dar testemunho e
satisfazer a Deus. Esse é o aspecto mais crítico da nossa prática.
Dessa forma, Deus poderá nos guiar; Ele pode nos dar fé e força para
nos ajudar a passar por qualquer situação que possamos enfrentar,
para que possamos permanecer firmes em nosso testemunho em
meio a provações.
Essas são as três questões que devemos resolver em nossa
oração. Contanto que pratiquemos e entremos de acordo com esses
princípios em nosso dia a dia, tenho certeza de que todos nós, irmãos
e irmãs, colheremos recompensas que jamais ousamos imaginar.

Colaboração

Colaboração Igreja Evangélica, Ministério Luz do Mundo. Rua das Palmeiras Nº 599, centro de Quedas do Iguaçu. Reuniões às terças às 20 horas e aos sábados ás 19:30 horas.

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