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Meio Ambiente

Chuva intensa provoca alagamentos e transtornos em Quedas do Iguaçu

Dia 01/07/2026

A forte chuva que atingiu Quedas do Iguaçu na tarde de ontem, com início por volta das 16h50, causou diversos transtornos em diferentes pontos da cidade. Em poucos minutos, o grande volume de água alagou ruas, dificultou o trânsito e surpreendeu moradores.

Além dos alagamentos, a enxurrada arrastou pedras para algumas vias, aumentando os riscos para motoristas, motociclistas e pedestres. Em vários locais, a água demorou para escoar devido à baixa capacidade da drenagem urbana.

Moradores também voltaram a reclamar das condições dos bueiros, afirmando que muitos não recebem limpeza periódica, o que compromete o escoamento da água da chuva e agrava os alagamentos durante temporais.

A situação reacende o debate sobre a necessidade de manutenção preventiva do sistema de drenagem e de investimentos em infraestrutura para minimizar os impactos das chuvas intensas no município.

Apesar dos transtornos registrados, até o momento não há informações sobre pessoas feridas em decorrência da tempestade.

INMET emite alerta de tempestade no Oeste do Paraná

Dia 09/06/2026

O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de tempestade com grau de severidade classificado como perigo potencial para o Oeste do Paraná nesta terça-feira (9).

De acordo com o aviso, válido durante todo o dia, há previsão de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a até 50 milímetros no acumulado diário. Também são esperados ventos intensos, com velocidade entre 40 e 60 km/h, além da possibilidade de queda de granizo.

O alerta abrange diversas regiões do estado, incluindo o Oeste Paranaense, onde cidades como Cascavel, Toledo e Foz do Iguaçu podem ser atingidas.

Segundo o INMET, há baixo risco de corte de energia elétrica, danos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

Para as próximas horas, a previsão indica chuva irregular em todo o Paraná, com maior concentração na metade sul do estado. Já na quarta-feira (10), a instabilidade deve ganhar força, com risco de temporais localizados principalmente entre as regiões Centro, Oeste e Norte/Noroeste.

A orientação é para que a população evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento, não estacione veículos próximos a torres de transmissão e evite o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Semana deve terminar com frente fria e queda nas temperaturas

Dia 04/05/2026

O tempo volta a ficar firme em boa parte do Paraná neste início de semana, com predomínio de sol já no fim da tarde desta segunda-feira (4). Nas regiões Oeste e Noroeste, o céu permanece praticamente sem nuvens.

A terça-feira (5) será de tempo estável em todo o estado, sem previsão de chuva. O destaque fica para a formação de nevoeiros ao amanhecer no Centro-Sul, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, mas a visibilidade melhora rapidamente ainda pela manhã.

Na quarta e quinta-feira, o cenário se mantém semelhante: tempo firme, pouca nebulosidade e temperaturas elevadas durante a tarde em todas as regiões.

A mudança acontece a partir de sexta-feira, com o avanço de uma frente fria pelo Sul do Brasil. A instabilidade se espalha por todo o Paraná, com previsão de chuva e possibilidade de tempestades.

Além disso, a frente fria deve provocar queda nas temperaturas, com entrada de ar mais frio no estado. A previsão indica amanhecer gelado no domingo, com temperaturas abaixo dos 10°C em várias regiões.

Inverno deve ter poucos dias de frio e mais chuva do Sudoeste

Dia 16/04/2026

A previsão do tempo indica que o outono e o próximo inverno devem ter poucos períodos de frio intenso na região. Segundo o meteorologista Piter Scheuer, o padrão predominante será de manhãs mais frias e tardes com temperaturas elevadas, típicas da estação.

Nos próximos dias, as mínimas devem ficar entre 10 °C e 12 °C nas primeiras horas do dia, enquanto as máximas podem se aproximar dos 30 °C à tarde. A condição de tempo seco também deve se manter no início da próxima semana.

De acordo com Piter, a expectativa para 2026 é de um inverno com menos episódios de frio rigoroso. As massas de ar frio devem ocorrer de forma mais pontual e, em muitos casos, com menor intensidade.

Outro fator que deve influenciar o clima é a atuação de um El Niño mais forte, que tende a aumentar o volume de chuvas. Com isso, o principal destaque do período não será o frio, mas sim a maior frequência de precipitações ao longo dos meses.

Paraná pode sentir os efeitos do El Niño

Dia 30/03/2026

O boletim da Previsão Climática (CPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), divulgado em março, aponta 62% de chance de formação do El Niño ainda em 2026. O fenômeno deve começar entre julho e agosto, na transição do inverno para a primavera.

A última ocorrência de El Niño foi em 2023 e se estendeu até o primeiro semestre de 2024. Desde então, o sistema predominante é a La Niña, que teve episódios até abril de 2025 e voltou a se formar a partir de outubro do mesmo ano.

Em abril, a La Niña entra em fase de neutralidade. Até a possível confirmação do El Niño, o Oceano Pacífico permanece sem a atuação direta de um desses fenômenos. Mesmo assim, a chance de retorno do aquecimento acende um alerta para a Região Sul do Brasil.

Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico na faixa equatorial, o El Niño ocorre em intervalos irregulares de dois a sete anos. O ciclo climático se alterna entre três fases: El Niño (aquecimento), La Niña (resfriamento) e condição neutra.

Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico na faixa equatorial, o El Niño ocorre em intervalos irregulares de dois a sete anos. O ciclo climático se alterna entre três fases: El Niño (aquecimento), La Niña (resfriamento) e condição neutra.

Por outro lado, o aumento das chuvas no Sul resultou no maior desastre climático já registrado no Rio Grande do Sul. Cerca de 2,4 milhões de pessoas, em 478 municípios, foram afetadas. O evento deixou 183 mortos e provocou prejuízos econômicos bilionários.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno tende a elevar os volumes de precipitação, principalmente no inverno e na primavera. O excesso de umidade no solo pode prejudicar o desenvolvimento de lavouras, com impacto na produção de grãos no Paraná.

Início da venda de Pinhão é adiada no Paraná

Dia 24/03/2026

O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), reforça uma mudança importante no calendário do pinhão no Paraná. A partir deste ano, a temporada para colheita, transporte, comercialização e armazenamento da semente começa no dia 15 de abril, ao invés de 1º de abril como nos anos anteriores. A medida vale tanto para o consumo humano quanto para uso em sementeiras.

A alteração atende a Instrução Normativa nº 03/2026 e busca alinhar a legislação estadual ao regramento federal. O objetivo é garantir a extração sustentável da semente, proteger o ciclo reprodutivo da espécie e conciliar a geração de renda das comunidades produtoras com a conservação do meio ambiente. A multa em caso de desobediência é de R$ 300 a cada 50 quilos apreendidos (ou fração equivalente), além da responsabilização por crime ambiental.

Chefe da Divisão de Licenciamento de Fauna e Flora do Instituto, José Wilson de Carvalho afirma que o adiamento da temporada fará com que pinhas imaturas não sejam mais coletadas, garantindo o ciclo sustentável do pinhão. Além disso, diz ele, a medida tem impacto direto na saúde da população.

“Já observamos casos de pessoas coletando pinhas que ainda estão verdes, com casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Essa prática é proibida, já que nesse estado elas são impróprias para o consumo, podendo favorecer a presença de fungos. Por isso estabelecemos essa nova data-limite. Após o dia 15, as pinhas já estão com um aspecto mais marrom-avermelhado e caem naturalmente das árvores, podendo assim ser exploradas pela população”, explica Carvalho.

A normativa revoga a Portaria IAP nº 46, de 26 de março de 2015, e a Instrução Normativa nº 11/2025, passando a ser o principal instrumento de controle da exploração do pinhão no Paraná, unindo as práticas econômicas à preservação da Araucária, espécie símbolo do Paraná e integrante do bioma Mata Atlântica.

A fiscalização durante toda a temporada de pinhão será feita por agentes do IAT e pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). As denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria do IAT, aos escritórios regionais pelos telefones (41) 3213-3466 e (41) 3213-3873 ou 0800-643-0304 e, ainda, à Polícia Ambiental (41) 3299-1350.

A cadeia produtiva do pinhão gera incremento econômico na vida de milhares de famílias paranaenses. A cultura movimentou R$ 25,7 milhões em 2024 (dado mais recente), de acordo com o Valor Bruto de Produção (VBP), levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Os municípios que mais se destacaram na produção foram Pinhão (17,5%), Inácio Martins (14,9%), Turvo (8,7%), Guarapuava (7,3%) e Prudentópolis (5,2%).

Termina domingo o período de defeso da Piracema

Dia 26/02/2026

O período de defeso da Piracema termina neste domingo (1º de março) no Paraná. Com isso, volta a ser permitida a pesca de espécies nativas. O ciclo teve início em novembro e busca preservar a reprodução natural dos peixes na bacia hidrográfica do Rio Paraná. A ação é anual e normatizada pela Portaria 377/2022, elaborada pelo Instituto Água e Terra (IAT).

Na próxima semana, o órgão vai apresentar um balanço com os números de apreensões e Autos de Infração Ambiental (AIA) emitidos durante o período restritivo. Na última Piracema, entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, foram lavrados 40 AIAs, com multas que totalizaram R$ 127,4 mil. Houve ainda a apreensão de 44 quilos de peixe, além de materiais e equipamentos como redes de pesca, molinetes, carretilhas, anzóis, entre outras ferramentas de pesca utilizadas irregularmente.

A restrição de pesca é determinada pelo órgão ambiental há quase duas décadas, em cumprimento à Instrução Normativa nº 25/2009 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 1.200 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos se ficar comprovada a retirada de espécies nativas durante o defeso, com cobrança de R$ 100 por apetrecho recolhido. O transporte e a comercialização também são fiscalizados no período.

Denúncias sobre pesca irregular ou uso de equipamentos ilegais podem ser feitas de forma anônima e segura por meio do telefone 181 (Disque Denúncia).

Calor antecede chuva no Carnaval do Paraná

Dia 10/02/2026

O Simepar informa que um sistema meteorológico atuando no Sudeste do Brasil manterá o tempo mais seco no Paraná até quarta-feira (11). Com menor cobertura de nuvens e predomínio de sol, as temperaturas sobem de forma significativa, podendo alcançar 35°C em cidades do Interior. A condição muda no fim da semana, quando uma frente fria avança e deve trazer chuva para os primeiros dias do Carnaval.

A trégua nas precipitações ocorre após um fim de semana marcado por temporais em várias regiões do Estado. No sábado (7), o avanço de um cavado meteorológico provocou volumes expressivos de chuva, com acumulados de 72 mm em Antonina, 52,8 mm em Morretes e 50,4 mm em Campina da Lagoa, conforme dados do INMET.

Alerta inédito em Curitiba

No mesmo dia, a Defesa Civil emitiu pela primeira vez um alerta por cell broadcast para Curitiba. O sistema é utilizado em situações de risco elevado e envia notificações automáticas para celulares na área afetada, sem necessidade de cadastro prévio. O aviso também abrangeu São José dos Pinhais.

Na Capital, rajadas de vento chegaram a 78,9 km/h na estação meteorológica da prefeitura, localizada no bairro Pinheirinho. Os maiores acumulados de chuva em curto intervalo ocorreram na região norte da cidade, com 18,6 mm no Boa Vista, 17,4 mm no Bairro Alto, 12,5 mm no Atuba e 11,2 mm no Cajuru. A estação do Simepar no Jardim das Américas registrou 15,2 mm. Em São José dos Pinhais, o Cemaden registrou 20,9 mm no bairro São Marcos.

Influência da ZCAS

No domingo (8), a chuva já perdeu força no Paraná, mas ainda houve registros de 40 mm em Cambará e 34,8 mm em Antonina. Enquanto isso, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém instabilidade persistente entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro até quarta-feira (11).

Segundo o meteorologista Samuel Braun, do Simepar, a ZCAS direciona a umidade amazônica para o Sudeste, reduzindo a disponibilidade de umidade sobre o Paraná. Isso resulta em dias mais secos, com pancadas de chuva isoladas e de curta duração.

Calor intenso no Interior

Com predomínio de sol, as regiões Noroeste, Oeste e Sudoeste devem registrar forte elevação das temperaturas, com máximas próximas ou superiores a 35°C. No Norte, Campos Gerais e Leste, a umidade vinda do oceano mantém maior variação de nuvens e possibilidade de chuva irregular, especialmente à tarde. Até terça-feira (10), as máximas nessas áreas ficam abaixo de 28°C, mas sobem gradualmente a partir de quarta-feira.

Na quinta-feira (12), o tempo volta a apresentar características típicas de verão, com calor acima dos 30°C na maior parte do Estado e pancadas rápidas e localizadas no período da tarde. Já na sexta-feira de Carnaval, a aproximação de uma frente fria aumenta os índices de instabilidade, elevando o risco de tempestades em todas as regiões paranaenses.

O Simepar mantém o monitoramento das condições atmosféricas e deve divulgar novos boletins ao longo da semana.

IAT adia temporada de Pinhão no Paraná

Dia 09/01/2026

O Instituto Água e Terra (IAT) adiou para 15 de abril o início do período de colheita, transporte, comercialização e armazenamento de pinhão no Paraná. A mudança foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 03/2026 e busca alinhar a legislação estadual ao regramento federal – até 2025 a temporada começava em 1º de abril no Estado.

A medida vale tanto para consumo humano quanto para uso em sementeiras. O objetivo é garantir a extração sustentável da semente, proteger o ciclo reprodutivo da espécie e conciliar a geração de renda das comunidades produtoras com a conservação ambiental.

A Instrução também reforça a proibição da colheita de pinhas imaturas, aquelas ainda verdes, cujas sementes apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Apenas pinhas com maturação adequada (estado deiscente), com coloração verde-amarelada ou marrom, poderão ser exploradas legalmente.

A normativa revoga a Portaria IAP nº 46, de 26 de março de 2015, e a Instrução Normativa nº 11/2025, passando a ser o principal instrumento de controle da exploração do pinhão no Estado, alinhando as práticas econômicas à preservação da araucária, espécie símbolo do Paraná e integrante do bioma Mata Atlântica.

A fiscalização é feita pelos agentes do IAT e pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). As denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria do IAT, aos escritórios regionais pelos telefones (41) 3213-3466 e (41) 3213-3873 ou 0800-643-0304 e, ainda, à Polícia Ambiental (41) 3299-1350.

ECONOMIA – A cadeia produtiva do pinhão gera incremento econômico na vida de milhares de famílias paranaenses. Movimentou R$ 22,4 milhões em 2023 (dado mais recente), de acordo com o Valor Bruto de Produção (VBP), levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). As regiões Central, Sul, Sudoeste concentram o maior volume de produção de pinhão.

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