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Nacional

Última semana do verão terá calor e temporais no Paraná

Dia 17/03/2026

O outono astronômico terá início às 11h46 da próxima sexta-feira (20). A última semana de verão, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), começará com condições atmosféricas típicas da estação: temperaturas elevadas e pancadas de chuva irregulares no Paraná. No meio da semana, entretanto, a passagem de uma frente fria trará maiores volumes de chuva a algumas regiões do Estado.

As temperaturas já começaram a subir além do habitual no fim de semana. No domingo (15), as estações meteorológicas que ficam no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, em Pinhão e em Ponta Grossa registraram suas temperaturas mais altas do ano até o momento: 30,3°C, 33,4°C e 32,3°C, respectivamente. 

As temperaturas máximas, à tarde, seguem acima dos 30°C em praticamente todas as regiões paranaenses nesta segunda-feira (16). “Um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai influencia o tempo no Oeste e Sudoeste do Paraná. Cidades destas regiões, principalmente as que ficam nas áreas de fronteira com os países vizinhos, podem registrar algumas pancadas de chuva”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar. Nas outras regiões o predomínio é de sol, com exceção do Litoral, que terá nebulosidade variável.

A chance de chuva pelo Paraná aumenta na terça-feira (17). “Esse sistema de baixa pressão se desloca pelo sul do Brasil em direção ao Centro e parte do Norte e Noroeste paranaenses. Isso deixa o tempo mais instável e com pancadas de chuva até mesmo no período da manhã nas áreas mais próximas da divisa com o Mato Grosso do Sul e de fronteira com Paraguai e Argentina”, afirma Jacóbsen.

A chuva aumenta ainda mais no Paraná na quarta-feira (18), devido ao avanço de uma frente fria pelo Sul do Brasil. “Teremos a passagem do sistema frontal com o ambiente atmosférico mais aquecido. Assim, poderemos ter algumas tempestades no estado ao longo da quarta-feira, começando pelo Oeste e Sudoeste, e avançando em direção ao Centro e Norte. Chegará posteriormente aos Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e Litoral, e no período da noite ao Norte Pioneiro”, detalha Lizandro.

As instabilidades seguem na quinta-feira (19). O último dia de verão terá mais chuvas entre o Leste e o Norte do Paraná. As temperaturas terão leve declínio entre quinta e sexta-feira (20) na Região Metropolitana de Curitiba, nos Campos Gerais e no Centro-Sul. No resto do Estado, segue calor.

ALÍVIO – A chuva desta semana poderá trazer algum alívio para regiões que não registram acumulados de precipitação significativos há muito tempo. Cidades como Altônia, Cândido de Abreu, Cascavel, Cianorte, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Irati, Cruzeiro do Iguaçu, Loanda, Maringá, Palotina, Pato Branco, Pinhão, Ponta Grossa, Nova Prata do Iguaçu, Santa Helena, Santo Antônio da Platina, São Miguel do Iguaçu, Ubiratã e Umuarama registraram menos de 20 mm de chuva nos primeiros 15 dias de março. 

A situação é mais grave no Oeste, Norte e Noroeste. Em Santo Antônio da Platina não chove um acumulado de mais de 5 mm em um dia desde o dia primeiro de janeiro; em Cascavel e Santa Helena desde 10 de janeiro; em Cianorte, desde 13 de fevereiro; em Palotina e Umuarama, desde 23 de fevereiro; em Loanda e Maringá, desde 24 de fevereiro.

 

Número de emplacamentos cresce 24,7% no primeiro bimestre

Dia 05/03/2026

A nova alíquota do IPVA em vigor no Paraná causou um efeito positivo sobre os emplacamentos. O Paraná registrou um crescimento de 24,7% no número de primeiros emplacamentos de veículos e registros de outros estados entre janeiro e fevereiro deste ano e o mesmo comparativo do ano passado. O volume passou de 43,3 mil para 54 mil novos registros. As informações são do Detran-PR.

O aumento de primeiros emplacamentos foi de 22,1% (diferença de 28.377 no primeiro bimestre de 2025 para 34.653 no primeiro bimestre de 2026). Já os emplacamentos de outros estados saltaram de 14.959 para 19.418, diferença de 29%.

Em 2025, o volume anual de novos registros já havia dado um salto absoluto de 120 mil veículos ou 42% em relação a 2024. 

O avanço coincide com a aplicação de alíquota de 1,9% do valor venal de automóveis, motocicletas e caminhonetes. A mudança foi anunciada em agosto e começou a influenciar, ainda naquele mês, o comportamento de proprietários de veículos e empresas do ramo, como locadoras, com reflexos mais evidentes a partir de setembro.

Os pagamentos do tributo também aceleraram. O Paraná fechou bimestre de janeiro e fevereiro com um aumento de 35% no total de veículos com o IPVA quitado em relação ao mesmo período de 2025. Foram 1,67 milhão de carros, motos, ônibus e caminhões que já acertaram as contas com o fisco. Nos dois primeiros meses do ano passado, esse número era de 1,23 milhão.

“A redução do IPVA contribuiu para esse movimento ao aliviar o custo de manutenção do veículo no orçamento das famílias. Com um imposto menor, muitos contribuintes conseguiram antecipar a troca do carro ou comprar modelos mais novos e mais eficientes”, destaca Norberto Ortigara, secretário da Fazenda. “Além de beneficiar diretamente os proprietários, a renovação da frota traz impactos positivos mais amplos, como maior segurança no trânsito, redução de emissões e estímulo à atividade econômica ligada ao setor automotivo”.

“Essa é uma grande vitória para o Paraná, que mostra que é possível cortar mordomias para tributar menos, mantendo um nível alto de arrecadação, beneficiando os serviços públicos estaduais e também as prefeituras”, comentou o presidente do Detran-PR, Santin Roveda. 

Petrobrás reduzir valor do combustível, mas no posto não funciona assim

Dia 28/01/2026

As maiores distribuidoras de combustíveis não repassaram aos postos do Paraná, até a manhã de terça-feira (27), a redução de preços na gasolina anunciada pela Petrobras, segundo o Paranapetro, entidade representativa dos postos de combustíveis do estado.

O preço médio da gasolina, com a redução da petroleira, passou a ser de R$ 2,57 por litro — uma redução de R$ 0,14 por litro. No entanto, no Paraná, as distribuidoras reduziram os valores em R$ 0,04 e R$ 0,05, em média, conforme o Paranapetro.

Com isso, os consumidores não viram, ainda, uma grande variação dos preços praticados nas bombas.

Na cadeia de venda de combustível no Brasil, as refinarias vendem o combustível para as distribuidoras, que transportam e adicionam componentes antes de vender aos postos. Com isso, os preços praticados na refinaria influenciam, mas não determinam necessariamente, o valor repassado ao consumidor.

O Paranapetro destacou ainda que, com a redução anunciada pela Petrobrás, a expectativa do setor era de uma redução de aproximadamente R$ 0,09 na gasolina comum vendida pelas distribuidoras.

"As distribuidoras costumam repassar as altas com grande agilidade para os postos. Já no caso das baixas, demoram ou não repassam na íntegra. Deste modo, os postos não podem ser responsabilizados pela demora ou ausência desses repasses, uma vez que são obrigados a comprar das distribuidoras", se manifestou, por nota, a Paranapetro.

Preço nas bombas

Segundo a Petrobras, os preços praticados pela empresa representam cerca de um terço do valor final pago pelos consumidores nos postos.

A petroleira explica que o preço da gasolina nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal. São eles:

  • Custos e margem de lucro de distribuidoras e revendedores;
  • Custo do etanol anidro, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C;
  • Impostos federais, como Cide, PIS/Pasep e Cofins;
  • Imposto estadual (ICMS), cuja alíquota varia conforme a unidade da federação.



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