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Economia

Segurados do INSS precisam realizar a prova de vida até dezembro de 2021

Dia 14/09/2021

Mais de 7,3 milhões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ainda precisam fazer a prova de vida até dezembro de 2021. Quem não cumprir a exigência terá sanções que podem chegar à suspensão do pagamento de benefícios por falta de atualização cadastral. São servidores aposentados e pensionistas do serviço público federal e anistiados políticos que recebem pelo Regime Próprio de Previdência Social.

Com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de vetar a suspensão da prova de vida até dezembro de 2021, que foi aprovada pelo Congresso, os beneficiários do INSS precisam ficar atentos ao calendário.

O prazo varia conforme o mês em que o recadastramento deveria ter sido feito em 2020. Quem faria a prova de vida em setembro ou outubro de 2020 e ainda não fez a atualização deve realizar o procedimento até o dia 30 de setembro deste ano.

Em outubro, será a vez de quem teria que fazer a comprovação em novembro e dezembro de 2020.​ O segurado não é obrigado a esperar até o mês em que o prazo dele acaba.

Etapas

A não realização do cadastramento não implica em cancelamento imediato do benefício, antes disso há outras duas etapas: bloqueio e suspensão do pagamento. Durante o mês de setembro, quem teve o benefício bloqueado em junho entra agora na etapa de suspensão. Se ainda assim não atualizar os dados nessa segunda etapa, o benefício será cancelado.

Cortes

Segurados que já tiverem seus benefícios bloqueados e suspensos podem reativá-los diretamente no banco. Benefícios cancelados também podem ser reativados. Nesse caso, o segurado terá que ligar para a central 135 e agendar o serviço de reativação de benefício. Esse procedimento também pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS. Após acessar o Meu INSS com o número do CPF e a senha cadastrada, busque por Reativar Benefício, na lupa.

O recadastramento é feito no banco onde o aposentado ou pensionista recebe seu benefício (no guichê de atendimento, pelo caixa eletrônico e até pelo internet banking, em alguns casos).

Maiores de 80

Maiores de 80 anos e pessoas a partir de 60 anos que tenham dificuldade de locomoção podem fazer a prova de vida em domicílio. O beneficiário ou um familiar pode agendar, pelo 135 ou pelo Meu INSS, uma visita de um funcionário do órgão. Os segurados com biometria cadastrada no TSE (via título de eleitor) e no Detran podem fazer a prova de vida digital, por meio do Meu INSS.

Vencimento

O mês original de renovação da prova de vida é estabelecido pelo banco que paga o benefício. O critério varia de acordo com cada instituição:

Caixa - O vencimento se dá em até um ano da última prova de vida realizada

Banco do Brasil - A prova de vida é feita no mês de aniversário do beneficiário

Bradesco - O vencimento da prova de vida é o mês em que o cliente recebeu o primeiro pagamento

Itaú Unibanco - O vencimento ocorre quando completado um ano após a realização do último procedimento

Santander - O vencimento da prova de vida ocorre anualmente com base na data da concessão da aposentadoria

Segundo o INSS, desde o ano passado, mesmo no período em que a prova de vida deixou de ser obrigatória, por conta da pandemia de covid-19, mais de 28.7 milhões de beneficiários fizeram o procedimento.

Araupel comemora 49 anos


CEO da empresa, Norton Fabris destacou o trabalho de excelência desenvolvido pelo time
ao longo desta trajetória

Dia 05/09/2021

A Araupel — fabricante e exportadora de componentes de madeira para a construção civil — está celebrando, neste mês de setembro, 49 anos de trajetória. Para marcar o aniversário, o CEO Norton Fabris e demais membros da diretoria participaram de programação especial, junto aos colaboradores, nesta sexta-feira (3). A atividade ocorreu no refeitório da planta de Guarapuava, com transmissão ao vivo para a unidade de Quedas do Iguaçu.

Fabris ressaltou o trabalho de excelência desenvolvido pelo time da Araupel, ao longo de suas quase cinco décadas. Recentemente, a empresa anunciou um investimento de R$ 40 milhões para ampliar a fábrica de Guarapuava. “Temos certeza de que só foi possível chegar até aqui e conquistar os mercados mais exigentes do mundo devido à qualidade dos nossos produtos e à dedicação dos nossos colaboradores”, destacou.

Para o CEO  — que esteve, nas últimas semanas, em agendas com o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, e com os prefeitos de Quedas do Iguaçu, Élcio Jaime, e de Guarapuava, Celso Góes —, o aniversário também é uma oportunidade para projetar o futuro, com foco na sustentabilidade e no desenvolvimento. "Transformamos a vida de muitas pessoas aqui no Estado, gerando empregos, renda e oportunidades. E seguimos olhando para o futuro", projetou Fabris.

Histórico

Fundada em 1972, a partir da união de dois grupos tradicionais — Madeireira Giacomet S.A. e Marodin S.A. Exportação —, a Araupel é a segunda maior fabricante brasileira no setor da madeira. Com unidades em Guarapuava e Quedas do Iguaçu, emprega diretamente 1,7 mil colaboradores e gera ainda cerca de 3 mil empregos indiretos.

Uma das marcas da Araupel é a sustentabilidade de ponta a ponta. Um exemplo, entre os produtos, é o Araupellet, que representa uma alternativa compacta e ecológica para gerar calor em caldeiras e queimadores de grandes e pequenos negócios. Tem baixo custo quando comparado a fontes de energia térmica — como diesel, gás e combustíveis fósseis. É reconhecido pelo IBAMA como um combustível ecologicamente correto, sem riscos de explosão, cheiro ou fumaça, trazendo segurança e qualidade.

Na Araupel, tudo é reaproveitado. A biomassa é utilizada por mais de 50 empresas do Paraná, entre elas BRF, Copacol, Arauco do Brasil, Klabin, Iberkraft, Vibra e Caltec. Além das questões ambientais, a empresa também contribui em diversos segmentos, desde a indústria alimentícia até a produção de papel, já que a biomassa permite diversas aplicações.

A Araupel também integra duas associações norte-americanas, que a habilitam internacionalmente, de acordo com as especificações técnicas e o padrão de qualidade exigidos pelo mercado: a Moulding & Millwork Producers Association e a World Millwork Alliance. No cenário nacional, a empresa faz parte da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI).

Fotos: Renata Dalla Vecchia

Gás de cozinha tem novo aumento

Dia 02/09/2021

O gás de cozinha já está custando mais 7% para os consumidores a partir do dia 1º de setembro, devido a um ajuste feito pelas distribuidoras do produto, confirmou o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg), Alexandre Borjaili. Rumores no setor indicam que a Petrobras também deverá reajustar o preço do combustível, que já acumula 38% de alta no ano.

De acordo com Borjaili, o reajuste das distribuidoras teve como justificativa o dissídio da categoria e inflação. O aumento médio por botijão foi de R$ 5,80, sendo que mais R$ 0,30 foi adicionado em alguns estados pelo reajuste do ICMS no mês passado.

"E há um murmúrio de que a Petrobras vai aumentar também no início do mês", disse Borjaili ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), que discorda do aumento das distribuidoras, considerando que o valor do produto já está muito alto.

O preço do gás de cozinha virou mais uma preocupação para o governo de Jair Bolsonaro, que demitiu o ex-presidente da Petrobras Roberto Castello Branco pelos ajustes sucessivos dos combustíveis, inclusive do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Já o atual presidente da empresa, general Joaquim Silva e Luna, deixou de fazer reajustes mensais. O último aumento foi no início de julho, de 3,5%.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de GLP de 13 Kg entre 22 e 28 de agosto era de R$ 93,65, sendo que em algumas localidades o produto chega a custar R$ 130,00.

Inflação é o maior resultado desde 2002

Dia 10/08/2021

A inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), voltou a acelerar e registrou variação de 0,96% em julho. É a maior marca para o período desde 2002, quando o índice foi de 1,19%.

O resultado ocorreu após avanço de 0,53% no mês anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (10). Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,95% em julho.

Com o resultado, o IPCA chegou a 8,99% no acumulado de 12 meses. Isso significa que ampliou a distância em relação ao teto da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) neste ano. No acumulado até junho, a variação do IPCA estava em 8,35%.

O teto da meta de inflação em 2021 é de 5,25%. O centro é de 3,75%. A escalada do IPCA ganhou corpo ao longo da pandemia. Em um primeiro momento, houve disparada de preços de alimentos e, em seguida, avanço de combustíveis. Alta do dólar, estoques menores e avanço das commodities ajudam a explicar o comportamento dos preços.

Não bastasse essa combinação, a crise hídrica também passou a ameaçar o controle da inflação. É que a escassez de chuvas eleva os custos de geração de energia elétrica. O reflexo é a luz mais cara nos lares dos brasileiros.

Em julho, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) promoveu novo reajuste nas contas de energia. Além de pesar no orçamento das famílias, a alta nas tarifas também eleva os custos de operação de empresas, que podem repassar parte do impacto para produtos e serviços. A situação ocorre no momento em que o consumo é desafiado pelo aumento do desemprego no Brasil.

Em uma tentativa de frear a inflação, o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) voltou a subir a taxa básica de juros (Selic) no último dia 4. Na ocasião, confirmou alta de 1 ponto percentual na Selic, para 5,25% ao ano. Foi a maior elevação em 18 anos.

Devido ao comportamento dos preços, analistas do mercado financeiro ouvidos pelo BC vêm subindo suas projeções para a inflação. A estimativa mais recente que aparece no boletim Focus indica IPCA de 6,88% ao final de 2021. Ou seja, acima do teto da meta. A edição mais recente do Focus foi publicada pelo BC na segunda-feira (9).

De acordo com estudo divulgado pelo Itaú Unibanco na semana passada, a inflação no mundo foi puxada, até junho, por commodities e gargalos de produção, que provocam escassez de insumos especialmente na indústria automobilística.

O Itaú sinaliza que, até o momento, a pressão nos preços causada pela reabertura da economia é sentida com maior força apenas em países que saíram na frente no processo de vacinação contra a Covid-19. O destaque, nesse caso, fica com os Estados Unidos.

Conta de energia mais cara no Paraná

Dia 24/06/2021

O aumento médio será de 9,57% a consumidores de alta tensão e de 10,04% para consumidores em baixa tensão. As novas tarifas passam a valer a partir desta quinta-feira (24).

O reajuste foi definido pela Aneel na Revisão Tarifária Periódica, que ocorre a cada quatro anos. A agência comunicou que tomou ações para reduzir o impacto das novas tarifas, o que segundo a Aneel, colaborou para amenizar o reajuste.

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