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Agronegócio

Governo suspende temporariamente plantação da soja safrinha

Dia 28/04/2016

A partir do ano que vem, os produtores paranaenses não poderão mais fazer o plantio de soja sobre lavouras de grãos recém-colhidos, a chamada safrinha. Portaria publicada pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) adota a calendarização do plantio e colheita da soja para evitar prejuízos com a ferrugem asiática, que está se tornando resistente à aplicação de fungicidas. O novo calendário, que entra em vigor no ano agrícola de 2016/2017, prevê um só período de semeadura, entre 16 de setembro e 31 de dezembro, e colheita ou interrupção do ciclo da cultura da soja até 15 de maio.

Para a Adapar, é necessário ampliar o vazio sanitário, período em que não se planta a soja para proteger o grão. O Paraná é o segundo maior produtor de soja do Brasil, atrás apenas do Mato Grosso do Sul. Na safra 2014/2015 foram colhidas 17 milhões de toneladas no estado, gerando lucros de R$ 15 bilhões de reais.

O diretor de Defesa Agropecuária da Adapar, Adriano Riesemberg, explica que é durante a safrinha que a planta fica mais suscetível à ferrugem, que é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, e é também quando os produtores mais aplicam fungicidas. “Para que não se perca de uma vez a eficácia desses produtos, o Paraná está coibindo a safrinha, pelo menos por alguns anos, até que surja uma molécula nova no mercado que permita a sobrevida desses fungicidas”, disse. “Se não tomarmos esta medida, corremos o risco de não fazer mais o controle da doença, o que comprometeria toda a produção de soja do Paraná, resultando em um grande desastre econômico para o Estado”, ressalta.

Antes de adotar a medida, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento promoveu uma série de debates com os produtores rurais e entidades como a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e a Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Também foram feitos seminários em seis cidades-polo do Estado e uma audiência pública na Assembleia Legislativa no ano passado. “Queremos conscientizar os produtores que esta é uma medida de ordem fitossanitária que vem sendo adotada para proteger o interesse do próprio agricultor”, explica Riesemberg.

PLANEJAMENTO

O diretor da agência destaca que os agricultores podem planejar sua propriedade para incluir outras culturas ou fazer a integração da lavoura com a pecuária no período em que seria plantada a safrinha. “Opções existem. O produtor precisa chamar em sua região a assistência técnica e se planejar para encontrar alternativas. É uma questão de adaptação, pensando que a sustentabilidade da propriedade é que deve ser perseguida”, afirma.

A Adapar ficará responsável pela fiscalização das propriedades. Os agricultores que descumprirem a portaria ficam sujeitos às sanções administrativas previstas na Lei Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, que vão desde a autuação até o acionamento das promotorias de Justiça. “Esperamos que a maioria dos agricultores respeite essas normas, até porque a atitude de alguns pode comprometer uma atividade de interesse estratégico para o Paraná”, ressalta Riesemberg.

A portaria prevê que, excepcionalmente para fins de pesquisa, poderão ser liberadas a semeadura e a manutenção de plantas vivas de soja em cultivo protegido. É necessário, porém, entregar à Adapar o documento Comunicação de Cultivo da Soja (anexo à portaria) dez dias antes da data da semeadura.

Quedas vai poder adequar estradas rurais

Dia 27/04/2016

O prefeito de Quedas do Iguaçu, acompanhado do Secretário dos Transportes de Agricultura e um dos vereadores  estarão no dia 27 de abril em reunião na  Secretaria da Agricultura do Governo do Paraná, em Curitiba para tratar sobre o Pró-Rural - Programa de Desenvolvimento Econômico e Territorial: Renda e Cidadania no Campo, que visa reduzir as desigualdades regionais no Paraná. Eles participam da divulgação dos procedimentos do projeto de Adequação de Estradas Rurais, um dos componentes do programa.

O Governo do Paraná está investindo R$ 24 milhões, financiados pelo Banco Mundial, na compra de nove patrulhas rurais completas. As máquinas serão cedidas aos consórcios intermunicipais para obras de adequação de estradas rurais em 131 municípios da área Central e do Vale do Ribeira, consideradas carentes no Estado. A cessão será efetivada conforme a adesão dos municípios, feita mediante a celebração de dois convênios: termo de cessão dos equipamentos e convênios com os consórcios para repasse de recursos para a condução da ação. Os Municípios de Quedas do Iguaçu e  Três Barras do Paraná participam do programa, através do consórcio Pro-Caxias.

PATRULHAS

Os equipamentos já foram licitados e o processo está em fase de homologação pelo Banco Mundial. Cada patrulha inclui equipamentos como escavadeira, trator de esteira, rolo compactador, moto-niveladora, caminhão comboio, carreta para transporte do maquinário e quatro caminhões basculantes.

As obras de adequação das estradas rurais  são elaboradas para se integrarem com as técnicas de conservação de solos e água nas propriedades.

Conforme o projeto, os municípios recebem os equipamentos para as obras e arcam com os custos operacionais - pagamento de salários, encargos de pessoal. A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento vai gerenciar a ação e calculou como referência o custo de R$ 142.581,21 mensais, que deverá ser rateado entre os municípios que integram os consórcios.

Para ajudar os municípios, o Governo do Paraná vai celebrar um convênio no valor de R$ 600 mil para ajudar no custeio das obras. Além disso, os municípios podem captar mais recursos em orçamento do Governo do Estado, via emendas parlamentares previstas para a Agricultura, sugeriu o secretário Norberto Ortigara.

Entre recursos de apoio direto e de emendas parlamentares, os consórcios poderão ser contemplados com até R$ 5 milhões cada um.  Para isso, os municípios devem se organizar, debater e ver como darão suas contrapartidas, já que é uma das exigências para a formalização da parceria.

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