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Agronegócio

Agricultores devem ficar atentos ao prazo do CAR

Dia 10/02/2016

O Governo do Estado e as entidades estão incentivando o Cadastro Ambiental Rural para alertar os proprietários rurais quanto à necessidade de fazer o CAR, antes do encerramento do prazo, que vence em 05 de maio, o Governo do Estado, sindicatos rurais, representantes de classe e cooperativas do setor agrícola passam a promover reuniões para acompanhar evolução dos cadastros.

O Paraná é o segundo do país em número de propriedades rurais, com 532 mil unidades. Atualmente, conta com mais de 192 mil propriedades inseridas no sistema e mantém a quarta posição no Brasil em número de imóveis cadastrados.

O agricultor que perder o prazo terá dificuldades para conseguir linhas de crédito e financiamentos, além de não obter benefícios previstos no Novo Código Florestal. O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico que tem o objetivo de ajudar na identificação e na integração das informações ambientais e contribuir para a regularização ambiental das propriedades. As inscrições devem ser feitas no site www.car.gov.br

Soja tem colheita estimada de 3,79 milhões

Dia 20/01/2016

Depois de enfrentar a ferrugem asiática e outras doenças ocasionadas pela combinação do clima úmido e temperaturas elevadas, os produtores rurais finalmente conseguiram colocar as máquinas no campo e iniciar a colheita da soja. A estiagem dos últimos dias já deu sinais de muito trabalho nas lavouras da região Oeste.

Segundo o último relatório da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, de 18 de janeiro, apenas 1% da área total cultivada no Paraná (5,26 milhões de hectares) está em condições ruins. Outros 13% são considerados médios e 86% bons.

Na região, até o momento pouco foi colhido. No núcleo da Seab em Cascavel, a área colhida representa aproximadamente cinco mil hectares dos 560.727. Segundo a engenheira agrônoma do Deral (Departamento de Economia Rural), Jovir Esser, 5% (28 mil hectares) das lavouras de soja estão em condições médias e o restante, 95%, apresentam boas condições. Ela ressalta que do total da área cultivada, 60% estão em fase de frutificação e 40% se encontram em estágio de maturação.

Já no núcleo regional de Toledo, 10% do cultivo da oleaginosa estão em condições médias. Conforme o técnico do Deral, Paulo Oliva, a colheita iniciou na semana passada e terá seu pico no fim de janeiro. O percentual colhido corresponde a 2% do total de hectares, que é de 473.777. Destes, 90% foram classificados em boas condições.

No entanto, já que ainda falta muito para encerrar o trabalho dos agricultores nas lavouras de soja, podem ocorrer variações de produção, o que é normal em decorrência do período de início de safra.

Atrasada

A preocupação dos produtores rurais era de que o excesso de chuva, além de contribuir para o aparecimento de pragas, atrasasse o plantio do milho safrinha, que ocorre logo depois de concluída a colheita da soja.

Paulo Oliva comenta que há um atraso de dez dias em relação ao ano passado, quando nesse mesmo período já haviam sido colhidas 8% da área total, que era de 1,01 milhão de hectares em toda região.

Produção

De acordo com o boletim estadual, o Oeste deve colher 3.798.484 toneladas, 9% a mais do que na safra 2014/15, quando foram colhidas 3,48 milhões de toneladas de soja. A região responde por 21% da produção paranaense. Segundo o Deral, a expectativa é de que a colheita em todo o Estado ultrapasse 18 milhões de toneladas.

A maior produtora da oleaginosa do Paraná é a região Norte, com estimativa de 4,87 milhões de toneladas, a única a frente do Oeste.

Ferrugem asiática

O monitoramento da ferrugem asiática da Embrapa Soja apontou o Paraná como o estado brasileiro com o maior número de ocorrências da doença. Ao todo, 121 focos foram encontrados em todo o Estado, atingindo nove cidades da região. A situação mais crítica está em Cafelândia, conforme o levantamento. No município, três casos foram confirmados, todos em lavouras comerciais, com plantio nos meses de setembro e outubro.

Fonte: O PR

PR tem 192 mil imóveis inscritos no CAR, Quedas pouco mais de 50

Dia 15/01/2016

A menos de cinco meses do prazo final para inscrição no CAR (Cadastro Ambiental Rural), o Paraná tem 192 mil propriedades inseridas no sistema. Juntas, elas somam mais de sete milhões de hectares e representam 36% do total dos imóveis rurais do Estado. O Estado é o segundo do país em número de propriedades rurais, com 532 mil unidades.

O município com maior número de imóveis cadastrados, de acordo com o relatório, é Assis Chateaubriand, que tem 3.259 propriedades inscritas. Do total de registros feitos no Estado, há também 309 cadastros de imóveis rurais de assentamentos da reforma agrária.

Os proprietários que ainda não efetuaram o cadastro têm até dia 5 de maio para regularizar suas propriedades. Quem perder o prazo terá dificuldades para conseguir linhas de crédito e financiamentos, além de não obter benefícios previstos no Novo Código Florestal. O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico que tem o objetivo de ajudar na identificação e na integração das informações ambientais, contribuindo para a regularização ambiental das propriedades rurais no País.

O sistema, criado pelo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), é gerenciado pela União e os cadastros do Estado serão homologados pelo Instituto Ambiental do Paraná. As inscrições devem ser feitas no site do governo federal www.car.gov.br

Chuva pode prejudicar colheita da soja

Dia 14/01/2016

O excesso de chuvas nos últimos dias vem prejudicando a colheita da soja, que começou há duas semanas no Paraná. Técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento estão em campo para levantar a situação das lavouras. A principal preocupação é que as chuvas possam comprometer a qualidade do grão e adiar o plantio do milho safrinha, que começa a ser semeado assim que a soja é colhida.

De acordo com o chefe da conjuntura do Deral (Departamento de Economia Rural), Marcelo Garrido, ainda é cedo para avaliar os efeitos das chuvas, mas elas impedem que os produtores entrem nas lavouras para fazer a colheita e aplicar defensivos necessários para o controle de doenças que aparecem com o excesso de umidade. “Com isso, pode haver uma perda da qualidade do grão, com o produtor recebendo menos pela produção. Mas, comparativamente, a seca costuma ser mais nociva para a soja do que a chuva” diz.

A previsão do Deral é que o Paraná colha 18 milhões de toneladas de soja nessa safra, produção que, se for confirmada, será 7% superior à anterior e maior da história. A área plantada é 3% maior em relação à do ano passado, somando 5,2 milhões de hectares. A produtividade estimada é de 3.438 quilos por hectare, 4% superior à safra passada.

As regiões Sudoeste e Oeste são as primeiras a iniciar a colheita da soja, seguida pela região Norte do Estado, atualmente uma das mais atingidas pelas chuvas. O auge da colheita no Paraná ocorre entre a última semana de janeiro e as primeiras semanas de fevereiro. Mas, nos últimos anos, devido ao uso de cultivares precoces, a colheita tem começado mais cedo. Segundo relatório do Deral do último dia 11 de janeiro, 56% das lavouras já estão em fase de frutificação e 87% delas se encontravam em boas condições.

O produtor precisa colher a soja também para dar lugar ao milho safrinha. Se houver atraso, o milho safrinha fica mais suscetível a doenças e geadas, diz Garrido. “Nesse caso, o produtor nem planta, o que pode ter impacto na produção”, afirma.

Os maiores prejuízos provocados pelas chuvas com alagamentos, deslizamentos, enxurradas e interrupção do fornecimento de energia elétrica foram registrados nas regiões Norte e Noroeste.

Força Nacional de Segurança já está em Quedas do Iguaçu

Dia 04/01/2016

A população começa a perceber as primeiras movimentações de homens da Força Nacional em Quedas do Iguaçu. O reforço de segurança foi solicitado pelo governador Beto Richa diretamente ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
A autorização do uso da Força Nacional foi confirmada pelo processo do Juízo Federal da 1ª Vara Federal de Cascavel e conforme o próprio ministro Cardozo afirmou a Beto Richa, a operação terá apoio logístico nos termos do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre União e o Ente Federado (Estado). O número de profissionais destacados pelo Ministério da Justiça vai obedecer o planejamento definido pelo Governo do Estado do Paraná. O prazo de permanência, também em negociação, poderá ser prorrogado caso necessário, segundo José Eduardo Cardozo.

A  vinda da Força Nacional a cidade foi uma promessa  feita pelo Governador Beto  Richa aos  trabalhadores da Araupel no dia 23 de novembro. Na ocasião os trabalhadores e a comunidade realizaram um protesto em frente ao Palácio Iguaçu e cobraram uma maior atuação do governo no impasse que envolve as áreas sob disputa judicial entre a empresa Araupel e o MST.

Já em Brasília, o governador Richa, o secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, a vice-governadora Cida Borghetti e o secretário da Casa Civil Eduardo Sciarra se reuniram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir o envio de agentes da Força Nacional ao Paraná.

Nos últimos meses o governo do Paraná dobrou o efetivo de policiais na região, mas o pedido de Richa foi no sentido de que a segurança  fosse reforçada e assim possíveis conflitos possam ser evitados. A medida também garante que a fábrica tenha acesso à matéria-prima e mantenha a produção funcionando enquanto a Justiça Federal não define a propriedade da área.

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