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Agronegócio

As chuvas nem acabaram, mas alerta de geadas já começou

Dia 15/03/2018

O plantio da segunda safra de milho está praticamente encerrado no Paraná. Com ele, durante o desenvolvimento das plantas, chega também um perigo que afeta lavouras e municípios: o aumento das chances de geadas e chuvas irregulares devido ao fenômeno climático La Niña, que ocorre neste ano.

“Isso deve continuar influenciando o clima no outono e no inverno. O verão, com exceção dos últimos dias, não foi tão quente, por exemplo. Temos períodos curtos em que chove muito. E o frio também chega mais cedo”, prevê Luiz Renato Lazinski, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia.

O especialista explica que os riscos passam a se intensificar a partir do fim de maio. “Como a safra está atrasada, teremos mais áreas suscetíveis aos riscos de geadas principalmente em junho e julho”, destaca. As lavouras mais ameaçadas são as do Oeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul, na avaliação de Lazinski.

Status da safrinha

O último levantamento do Departamento de Economia Rural do Paraná, no dia 13, indicava 86% do plantio do milho safrinha concluído. “Agora, já devemos estar em uns 90%, faltando apenas o Norte”, afirmou nesta quinta (15) Edmar Gervásio, analista do Deral.

O atraso na safra de verão - devido às secas do último trimestre de 2017 - foi o motivo do adiamento do cultivo da safrinha. “Com o ciclo se alongando em 10 ou 20 dias, o risco climático é maior. E isso pode influenciar o desenvolvimento da planta”, afirma o analista. Ele identifica ainda outro problema: a concentração de plantio.

Gervásio explica que a janela menor de cultivo obrigou os agricultores a concentrarem a semeadura. “Se um produtor plantava 1 mil hectares em uma semana, ele acaba plantando 2 mil”, exemplifica. Isso faz com que uma área maior esteja mais exposta a um período de geada ou forte chuva, o que pode comprometer a produtividade.

Produtores buscam proteção

Com o risco iminente, cada vez mais produtores estão buscando o seguro rural para a segunda safra de milho. Mesmo com uma área plantada 11% menor do que no ano passado no Paraná, segundo o Deral, a busca pelo seguro subiu 20% na Sancor Seguros.

“O produtor tem essa percepção e o seguro minimiza o risco. Ele sabe que a qualquer momento pode acontecer um imprevisto”, afirma Everton Todescatto, gerente comercial da Sancor no Paraná. O estado é o maior contratante do seguro agrícola da empresa na segunda safra, com 80% dos contratos.

Dois Vizinhos na ‘mira’ da Operação Carne Fraca

Dia 05/03/2018

A Polícia Federal deflagrou, na manhã do dia 05 de março, a 3ª fase da Operação Carne Fraca denominada OPERAÇÃO TRAPAÇA. Estão sendo cumpridas 91 ordens judiciais nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e São Paulo, sendo 11 mandados de prisão temporária, 27 mandados de condução coercitiva e 53 mandados de busca e apreensão.

Cerca de 270 Policiais Federais e 21 Auditores Fiscais Federais Agropecuários participam das ações nesta manhã como resultado de ação coordenada entre a Polícia Federal e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As investigações demonstraram que cinco laboratórios credenciados junto ao MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e setores de análises de determinado grupo empresarial, fraudavam resultados de exames em amostras de seu processo industrial, informando ao Serviço de Inspeção Federal dados fictícios em laudos e planilhas técnicos.

As fraudes operadas tinham como finalidade burlar o Serviço de Inspeção Federal (SIF/MAPA) e, com isso, não permitir que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fiscalizasse com eficácia a qualidade do processo industrial da empresa investigada.

As investigações demonstraram que a prática das fraudes contava com a anuência de executivos do grupo empresarial, bem como de seu corpo técnico, além de profissionais responsáveis pelo controle de qualidade dos produtos da própria empresa.

Também foram constatadas manobras extrajudiciais, operadas pelos executivos do grupo, com o fim de acobertar a prática desses ilícitos ao longo das investigações.

O nome dado à fase é uma alusão ao sistema de fraudes operadas por um grupo empresarial do ramo alimentício e por laboratórios de análises de alimentos a ele vinculados.

Os investigados poderão responder, dentre outros, pelos crimes de falsidade documental, estelionato qualificado e formação de quadrilha ou bando, além de crimes contra a saúde pública.

Os mandados judiciais cumpridos nesta manhã foram expedidos pelo Juízo Titular da 1ª Vara Federal de Ponta Grossa/PR.

Quanto aos investigados com prisão cautelar decretada, tão logo sejam localizados eles serão trazidos à sede da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.

Representantes da Polícia Federal e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento prestarão maiores esclarecimentos em uma coletiva de imprensa que será realizada no auditório da PF às 10h.

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR

Discriminação dos mandados judiciais:

* GOIÁS
– Mineiros
1 Mandado de busca e apreensão
– Rio Verde
2 Mandados de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva

* PARANÁ
– Araucária
2 Mandados de busca e apreensão
2 Mandados de condução coercitiva
– Carambeí
3 Mandados de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária
– Castro
3 Mandados de busca e apreensão
3 Mandados de condução coercitiva
– Curitiba
6 Mandados de busca e apreensão
3 Mandados de prisão temporária
2 Mandados de condução coercitiva

– Dois Vizinhos
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária em que foi alvo uma médica veterinária, que trabalhou em Goiás e atualmente estaria residindo em Dois Vizinhos (PR).

– Maringá
2 Mandados de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária
– Palmeira
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva
– Ipiranga
1 Mandado de busca e apreensão
– Piraí do Sul
2 Mandados de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva
– Ponta Grossa
6 Mandados de busca e apreensão
5 Mandados de condução coercitiva
– Toledo
2 Mandados de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva

* RIO GRANDE DO SUL
– Arroio do Meio
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva

* SANTA CATARINA
– Chapecó
4 Mandados de busca e apreensão
2 Mandados de condução coercitiva
1 Mandado de prisão temporária
– Treze Tílias
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária

* SÃO PAULO
– Piracicaba
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva
– Santana do Paranaíba
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária
– Sorocaba
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva
– Vinhedo
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de condução coercitiva
– Porto Feliz
1 Mandado de busca e apreensão
1 Mandado de prisão temporária
– São Paulo
10 Mandados de busca e apreensão
5 Mandados de condução coercitiva
1 Mandado de prisão temporária

Censo Agropecuário: mais de 93% dos dados do já foram coletados

Dia 02/03/2018

De acordo com o IBGE, o trabalho ainda permanece lento nas regiões de difícil acesso e naquelas onde as chuvas prejudicaram a tarefa dos recenseadores.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já completou 93,6% da coleta de dados do 11º Censo Agropecuário Brasileiro. Até o momento foram colhidas informações de 4,9 milhões de estabelecimentos, dos 5,2 milhões estimados inicialmente pela entidade.

Segundo o presidente do instituto, Roberto Olinto, com esse nível de coleta de dados, a meta da pesquisa já foi atingida. Portanto, a divulgação dos dados do censo está mantida para o mês de julho deste ano.

De acordo com Olinto, a coleta ainda permanece lenta nas regiões de difícil acesso e naquelas onde as chuvas prejudicaram a tarefa dos recenseadores. Apesar disso, os técnicos já estão trabalhando sobre os dados coletados. Caso se verifique inconsistência nas informações, alguns locais poderão ser revisitados.

Os primeiros resultados do Censo Agropecuário vão mostrar o perfil do produtor rural por sexo, idade, cor ou raça, alfabetização e escolaridade. Também serão levantados dados como utilização e forma de obtenção das terras, efetivos da pecuária, produção animal e vegetal, práticas agrícolas utilizadas no estabelecimento, entre outros. O último censo foi realizado em 2006. (Com Canal Rural)

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