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Agronegócio

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado até dezembro de 2017

Dia 17/06/2016

O presidente em exercício, Michel Temer, sancionou a lei que amplia o prazo de inscrição do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A partir de agora, todos os agricultores e produtores rurais do país têm até o dia 31 de dezembro de 2017 para enviar as informações das propriedades para o Serviço Florestal Brasileiro. A lei prevê que há possibilidade de o prazo ser prorrogado por mais um ano (até 2018) por ato do poder Executivo. O prazo para os grandes produtores havia terminado no dia 05 de maio deste ano.

Até o momento, em todo o Brasil, 81,7% dos 397,8 milhões de hectares passíveis de cadastramento já foram incluídos no sistema. No Paraná, 90,86% dos 15,3 milhões de hectares estão regularizados. O Paraná tem ao todo 371 mil imóveis rurais.   O cadastro é obrigatório e a falta de inscrição torna o imóvel irregular, dificultando o acesso a financiamentos, programas de regularização fundiária e ambiental, e até à licença para uso da água. Sem o registro, que pode ser feito pela internet, os imóveis ficam no limbo, não podendo sequer ser vendidos ou desmembrados. O dono pode ser advertido e até multado.

Uma Medida Provisória sancionada no dia 05 de maio pela então presidente Dilma Rousseff já tinha prorrogado o CAR, mas apenas para proprietários rurais de até quatro módulos fiscais. Na época, o Congresso tinha a intenção de prorrogar o cadastro a todos os produtores. A MP que acabou virando lei nesta quarta-feira (15) inclusive já tramitava na Câmara dos Deputados. Com as movimentações relacionadas à votação do impeachment e a tensão que rondou o processo, foi necessário mais de um mês entre o tempo de aprovação no Congresso para concretizar a ampliação universal do prazo para os proprietários rurais ficarem em dia com o CAR.

Deral contabiliza danos causados pela geada nas lavouras do Sudoeste

Dia 16/06/2016

Temperaturas abaixo de 0º C e o consequente registro de geadas, principalmente nas regiões Sul e Sudoeste do Paraná, levaram os técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (Seab) à realização de cálculos das perdas nas lavouras de milho, cultura mais vulnerável ao frio e que ocupa cerca de 2 milhões de hectares de área plantada.

De acordo com o Deral, ainda não há como dimensionar as perdas, uma vez que os danos causados pela geada só tornam-se aparentes após uma semana da ocorrência. Até o final do mês, a Secretaria deverá ter um levantamento completo, com a real situação das lavouras paranaenses. No entando, o órgão adianta que a estimativa de uma colheita de 12,1 milhões de toneladas não deverá se confirmar.

As cadeias do leite, suinocultura e avícola, que já sofrem com preços elevados, deverão sofrer ainda mais. Na cotação do Paraná, a saca de milho já ultrapassa os R$ 40,00.

Segundo o Deral, esse é um dos reflexos do plantio recorde de soja, que é plantada na safra de verão, atrasando a semeadura do milho e aumentando os riscos de perdas com a geada. Além disso, o fenômeno El Niño também contribui para esse atraso, trazendo chuvas intensas para o Estado em fevereiro, impossibilitando a colheita da soja no período correto, retardando a segunda safra do milho.

Apenas 80% confirmaram vacinação contra a aftosa

Dia 07/06/2016

O prazo de  vacinação terminou no dia 31 de maio e de acordo com a ADAPAR de Quedas do Iguaçu atingiu a marca de 80% do rebanho imunizados. Entre Quedas e Espigão Alto, a meta era imunizar  em torno de 70 mil cabeças de gado, com até 24 meses.

As informações ainda são parciais porque alguns dados de produtores estão sendo lançados. A multa para os pecuaristas que não vacinaram seu rebanho depende da quantidade de animais. A multa mínima para propriedades com até dez cabeças é de dez UPF (Unidades Padrão Fiscal) do Paraná, que oscila mês a mês. Em abril ela era de R$ 91,57. A mesma penalidade será aplicada por quem não comprovar a vacinação e, a partir de novembro, o valor da multa para o produtor que não vacinar e não comprovar a vacinação deve ser ainda maior.  Além da penalidade, o produtor rural não poderá transportar seus animais para qualquer finalidade.

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