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Agronegócio

Edição especial de inverno do Show Rural Coopavel

Dia 01/09/2021

Dois programas de incentivo ao plantio da cultura de trigo serão lançados no dia 1º de setembro durante a abertura oficial do 2º Show Rural Coopavel de Inverno. O início das visitas guiadas ao parque será às 8h30 da quarta-feira e a solenidade de abertura acontecerá às 11h, no auditório Paraná Cooperativo.

A cerimônia contará com a presença de autoridades, entre elas do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento Norberto Ortigara – foto. Depois dos pronunciamentos de boas-vindas, as autoridades e convidados seguirão para o estande da Coopavel. Lá, o Monsenhor Reginei José Módolo, o Padre Zico, fará a bênção do evento.

Em seguida acontecerá o lançamento dos programas. Governo do Paraná, Faep, Ocepar, Sindiavipar e IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural) são parceiros no Programa Cereais de Inverno e Segunda Safra. A realizadora do Show Rural fará, no mesmo ato, o lançamento do Coopavel Mais Trigo, um plano de incentivos voltado à área de abrangência da cooperativa.

“A cultura do trigo vai crescer muito nos próximos anos. Com novas cultivares, carregadas de inovações tecnológicas, elas estão bastante produtivas e resistentes. Algumas das variedades que serão mostradas na etapa presencial da edição de inverno chegam a produzir seis mil quilos por hectare”, informa Dilvo Grolli. “É um número impressionante, considerando que a média na Argentina, uma referência mundial em triticultura, é de três mil quilos por hectare”.

Estações

Quinze empresas vão participar do 2º Show Rural de Inverno, que começará na quarta e se estenderá até sexta-feira. Serão 38 cultivares (20 de trigo) e cinco lançamentos.

Os visitantes serão divididos em grupos e, acompanhados de guias, percorrerão em duas horas e meia as 15 estações preparadas para informar e demonstrar sobre as novidades. “E tudo acontecerá sob um cuidadoso plano sanitário”, segundo o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Cooperados e clientes da Coopavel podem confirmar presença informando a filial mais próxima de sua propriedade. Não associados e outros interessados podem agendar a visita ligando para o telefone (45) 3225-6885.

Em função das obras de duplicação da BR-277, em frente à entrada principal do parque, o acesso ao evento será pela estrada rural à Colônia São Francisco – lateral do parque. São 300 metros até o estacionamento que leva ao local onde as parcelas foram cultivadas. Os motoristas contarão com o auxílio de placas indicativas nesse percurso.

Preço do café deve ficar em até 40%

Dia 16/08/2021

O preço do café que chega à mesa do consumidor deve aumentar entre 35% e 40% até o fim de setembro. A estimativa é da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), que aponta uma série de fatores para explicar a iminente alta do preço, como a queda da produtividade devido às condições climáticas adversas e a maior demanda do mercado externo.

“Este ano, há uma soma de fatores como não se via desde o início da década de 1990. O dólar está extremamente alto, o que, ao mesmo tempo que eleva os custos de produção, amplia a demanda externa [ao tornar o produto brasileiro financeiramente mais atraente]. Além disso, após colhermos uma excelente safra em 2020, a produção, que este ano já seria menor, foi prejudicada pela falta de chuvas e por sucessivas geadas”, disse à Agência Brasil o diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio, apontando as condições climáticas como o principal fator para a redução da produção.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra atual não deve ultrapassar 48,8 milhões de sacas de 60 kg de grãos. Se atingida, esta marca representará um resultado 22,6% inferior ao da temporada anterior. Situação que, conforme alertam os técnicos da empresa pública, pode se agravar caso a seca em regiões produtoras se prolongue por mais tempo.

Segundo Inácio, os produtores já esperavam colher um volume de grãos menor do que o do ano passado. Isto porque uma das características do cultivo do café é a bienalidade, ou seja, o fato de intercalar um ano de alta produtividade com outro de menor volume. Contudo, a intensidade da seca e/ou geadas que atingiram as principais regiões de cultivo do país obrigaram o setor a reduzir ainda mais suas expectativas iniciais.

Os estados mais afetados são Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Em algumas localidades, principalmente do sul mineiro, lavouras foram inteiramente destruídas por geadas. Fato que motivou o Conselho Monetário Nacional (CMN) a reservar R$ 1,32 bilhão para linhas especiais de crédito do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) destinadas a socorrer produtores prejudicados pelas geadas.

Preço da soja continua em alta no Paraná

Dia 16/08/2021

Os preços da soja para o produtor paranaense continuam em patamares altos. Essa tendência é observada há tempos. Nos últimos cinco anos, a valorização chegou a 155%. A análise em relação à cultura de soja é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária na semana de 6 a 12 de agosto. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, e traz informações sobre outras atividades agropecuárias no Paraná.

O produtor paranaense recebeu na última semana, em média, R$ 151,47 pela saca de 60 quilos de soja. Isso representa valorização de 47% se comparado com o preço pago no mesmo período do ano passado, quando a saca custava R$ 103,00. No comparativo entre o preço praticado em julho de 2020, quando se pagava R$ 98,88, com o de julho deste ano, que ultrapassou R$ 150,00, o acréscimo é de 53,5%.

Essa tendência de alta nas cotações da oleaginosa ao produtor é observada há pelo menos cinco anos. Em 2017, o valor médio pago foi de R$ 60,35 a saca de 60 quilos. Nos primeiros sete meses deste ano, o preço médio ficou em R$ 153,93, o que representa aumento de 155%.

A produção nacional de soja foi confirmada em aproximadamente 136 milhões de toneladas, em relatório de levantamento mensal, divulgado esta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Paraná aparece como terceiro maior produtor, com 19,8 milhões de toneladas. A liderança é de Mato Grosso, com 35,9 milhões de toneladas, seguido por Rio Grande do Sul, com 20,8 milhões de toneladas.

BATATA E FRUTICULTURA - O boletim registra, ainda, que 95% da área total semeada com batata já foi colhida. As remanescentes, que somam 3.427 hectares, estão distribuídas nas regiões de Campo Mourão, Cornélio Procópio e Curitiba. Do que foi colhido, 96% já estão comercializados pelos produtores.

O documento destaca a participação da fruticultura no Valor Bruto da Produção (VBP) de 2020, que teve os números preliminares divulgados. O peso do setor é de 1,4%, com valor financeiro movimentado de R$ 1,8 bilhão, quando analisadas as 35 frutas exploradas no Estado. A citricultura é a principal atividade no setor, respondendo por 31,2% da fruticultura.

OUTROS PRODUTOS - O boletim registra também a colheita, até o momento, de 22% da área estimada de 2,5 milhões de hectares de milho no Paraná. Em relação ao trigo, o documento se refere a relatório do próprio Deral que aponta que apenas 9% das áreas cultivadas começaram a frutificação e expõem as consequências das geadas. No entanto, o volume ainda é pouco para se ter melhor dimensionamento dos danos.

Ao abordar a pecuária de leite, o boletim faz um panorama sobre os números no Paraná. Como segundo produtor nacional, o Estado é responsável por 4,6 bilhões de litros. O município de Castro é o maior produtor nacional, com 323 milhões de litros anuais. Também há análise da produção e exportação nacional de carne de frango.

Lavouras de milho e feijão sofrem com a falta de chuvas

Dia 22/04/2021

O maior volume de chuva deste ano na região aconteceu no mês de janeiro, depois as precipitações aconteceram bem abaixo da média. Enquanto alguns municípios tiveram pouca precipitação de chuva outros não tiveram ao menos a previsão de chuva.

 Nesse longo período de estiagem o que vem sofrendo bastante é o milho e o feijão safrinha. O milho com área plantada de 98 mil hectares e o feijão com 37 mil hectares.

Ricardo Kaspreski, engenheiro agrônomo do Departamento de Economia Rural – DERAL/SEAB, Núcleo Regional de Francisco Beltrão – Dois Vizinhos, que atende 27 munícipios da região, disse que além da falta de chuva o atraso no plantio está fazendo as culturas safrinhas sofrerem ainda mais.

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