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Agronegócio

Safra deve subir 6,4% em 2022

Dia 17/05/2022

A safra de grãos brasileira 2021/2022 deve alcançar 271,8 milhões de toneladas, um aumento de 6,4% na comparação com o ciclo anterior, informou hoje (12) a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa, que faz parte do 8º levantamento da safra divulgado pela empresa, aponta ainda um ganho de 2,5 milhões de toneladas quando comparado com a estimativa publicada no mês anterior.

Segundo a Conab, essa melhora na produção é explicada pela maior área plantada de milho de segunda safra, além do melhor desenvolvimento no final do ciclo das lavouras, sobretudo de arroz, milho e soja.

"Em final de abril, as culturas de primeira safra, estavam com a colheita praticamente finalizada, as de segunda safra, desde a fase de crescimento até o processo de colheita e as de terceira safra juntamente com as culturas de inverno, em fase inicial de plantio. Portanto, o resultado final do volume desta safra ainda depende do comportamento climático, fator preponderante para o desenvolvimento das culturas", diz o levantamento.

A empresa informou que para o milho é esperada uma produção total 116,19 milhões de toneladas, elevação de 33,4% em comparação com a safra 2020/21. O levantamento mostra que a janela mais alongada para plantio da segunda safra somada às condições de mercado favoreceram o crescimento de área do cereal.

Em relação ao arroz, a produção será menor ao que foi produzido na safra passada. A queda estimada é de 9,1%. Com isso a safra deve ficar em 10,7 milhões de toneladas, das quais 9,9 milhões são de cultivo irrigado e 0,8 milhões com o plantio sequeiro.

Segundo a Conab, a soja também terá uma queda na produção, estimada em 123,8 milhões de toneladas, uma redução de 10,4% em relação à safra anterior.

Já as safras de feijão e de algodão terão aumento em relação à safra anterior. Na de feijão, a Conab estima alta de 8,14% em relação à safra anterior, com a produção ficando em 3,14 milhões.

A safra de algodão deve subir 19,5%, favorecida, em parte, pelas condições climáticas e pelo aumento na área plantada. A estimativa é de que a safra seja de 2,82 milhões de toneladas de pluma.

"A cotação da pluma em patamar elevado, que proporciona boa rentabilidade ao produtor, foi a causa primordial nessa elevação da área de plantio", disse a Conab.

Já as culturas de inverno, como aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale, segundo a Conab, ainda apresentam uma plantação incipiente e devem somar 9,8 milhões de toneladas, das quais 8,1 milhões de trigo e 1,1 milhão de aveia.

Área plantada

Em relação à área plantada, a Conab informou que a atual safra é estimada em 73,7 milhões de hectares, crescimento de 5,6% se comparada à safra 2020/21. Os maiores incrementos são observados na soja (4,4% ou 1,73 milhão de hectares), e no milho (9,4% ou 1,87 milhão de hectares).

A Conab informou também que não alterou as estimativas de importação de nenhum produto em relação ao levantamento anterior. Já a projeção para exportação de milho para 2022 subiu, passando de 37 milhões de toneladas para 38 milhões de toneladas.

Para os demais produtos, as estimativas de exportação foram mantidas: algodão em 2,05 milhões de toneladas, arroz em 1,3 milhão de toneladas, feijão em 200 mil toneladas e soja em 77 milhões de toneladas.

"No caso do trigo, as informações ainda são referentes à safra 2021, que possui o ano comercial de agosto de 2021 a julho de 2022. Para o cereal, a expectativa de venda para o mercado internacional segue em 3 milhões de toneladas", disse a Conab.

Quebra na produção pode chegar a 60%

Dia 13/01/2022

A safra de verão 2021/2022 do Paraná já tem uma quebra, em média, de 40% em função da estiagem. As lavouras mais afetadas são a soja e o milho, as principais do estado, e o prejuízo estimado é de R$ 22,5 bilhões. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura.

Com o agravamento do quadro de estiagem, o Deral fez excepcionalmente, um levantamento prévio nos primeiros dias de 2022. O percentual de perdas na soja é de 37% e no milho chega a 34%.

Chuvas não ajudam lavouras da região

Dia 04/01/2022

As chuvas dos últimos dias não estão sendo suficientes para recuperar as lavouras de milho e soja da região. Isso é o que dizem os técnicos da área, que estão apostando em melhores resultados nas próximas safrinhas, tanto de milho quanto de soja. A estiagem e o forte calor, com temperaturas acima dos 35 graus nos últimos dias, estão castigando as lavouras e em alguns dos casos já não há mais o que se fazer.

Edirlei Salvi, gerente de suprimentos da Cooperativa Agroindustrial (Coagro), de Capanema, diz não acreditar que possa haver recuperação das lavouras mesmo com as chuvas dos últimos dias. “O que temos agora são chuvas muito esparsas, acompanhadas de vento. Enquanto em um local tem muita água, em outro já não chove nada. As chuvas teriam que ser mais regulares para que houvesse possibilidade de recuperação.”

Estancar perdas

Adriano Machado, agrônomo e coordenador técnico da Coasul, em São João, confirma que a situação é delicada e que o que foi plantado, no início de setembro, quando da abertura do zoneamento agrícola do Estado, está bastante prejudicado e que algumas das áreas, a perda de rendimento é muito grande. “Varia muito conforme a região, em regiões mais altas as perdas são um pouco menores, devido às temperaturas, mas temos perdas em torno de 70%. Nas regiões mais baixas as perdas são maiores.”

As chuvas dos últimos dias, segundo ele, ajudam a estancar um pouco as perdas, especialmente das lavouras que foram plantadas mais tardiamente. “A soja de setembro, mais precoce, já está com a perda garantida. As lavouras plantadas mais para o fim de outubro e em novembro, ainda conseguem recuperar boa parte do seu potencial produtivo. Há redução de perdas e recuperação dessa soja plantada mais tarde. Essas chuvas foram de extrema importância.”

Chuvas essenciais

O agrônomo Rafael Dapont, que trabalha no entreposto da Coasul em Marmeleiro, confirma que as chuvas foram muito irregulares e que quantidades de dez ou 20 milímetros não são suficientes para que as plantas possam esboçar algum tipo de recuperação. Nos locais que receberam maior quantidade de água, ele fala que pode ser que haja alguma diferença. “Tem locais que receberam até 70 milímetros, então nessas lavouras está mais tranquilo. Nas que receberam pouca chuva, vai dar uma amenizada por quatro ou cinco dias. Se não chover mais no decorrer da semana, não vai ser suficiente.”

Com relação à soja mais atrasada, que ainda não entrou em fase de preenchimento de grão, Rafael afirma que as chuvas dos últimos dias foram essenciais, porque podem fazer com que as lavouras sejam salvas.

“O que já está no preenchimento pra frente, no máximo vai dar uma uniformidade nos grãos, tanto para soja quanto para o milho.”

Mais de 100 milímetros

Ari Antonio Reisdoerfer, presidente da Associação dos Sindicatos Rurais do Sudoeste do Paraná (Assinepar), de Clevelândia, afirma que na quarta-feira da semana passada, 29, houve precipitação de 100 milímetros naquele município. Em alguns locais um pouco mais, em outros um pouco menos, mas no geral, ele conta que a chuva foi providencial porque o solo estava extremamente seco. “Nosso solo é igual a uma esponja. Não tinha mais nada de umidade e ele absorveu tudo. Na quinta-feira tivemos chuvas mais esparsas e três ou quatro dias de sol. Não teve folga para ninguém nos dias seguintes e hoje (ontem) tivemos mais uma chuvinha.”

De acordo com Ari, não houve tanto prejuízo para o milho plantado em agosto na região e ainda deve dar boa produção em algumas poucas áreas. Mas em relação à soja a quebra na produção será considerável. “A seca pegou em cheio a soja de setembro e aí o prejuízo vai ser muito grande. Estamos colhendo de 25 a 30 sacas por hectare e quem tem que pagar arrendamento vai ter uma dificuldade muito grande para cumprir com seus compromissos.”

A soja plantada na resteva de trigo, de acordo com Ari, está sendo muito beneficiada com as chuvas dos últimos dias.

“Espero que o agricultor possa ter um faturamento melhor e consiga fazer frente aos seus compromissos. Já encaminhamos pedido de identificação dos nossos prejuízos às nossas autoridades e, sem dúvida, é um ano diferente e muito difícil. Nossa esperança agora é em 2022.”

Produção de cana tem recuo de quase 10%

Dia 28/10/2021

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o relatório de análise mensal da cana-de-açúcar para os meses de setembro/outubro deste ano. De acordo com o estudo, o 2º Levantamento da Safra 2021/22, divulgado pela Conab em agosto, indica que a produção de cana no atual ciclo deve apresentar um recuo de 9,5%, em comparação com a safra anterior, resultado da queda de 4,3% na área cultivada e de 5,5% na produtividade dos canaviais. A produção no campo é limitada pela seca prolongada e pela ocorrência de geadas nos meses de junho e julho, que podem impactar também a safra de 2022/23. As informações são do portal da Conab.

Apesar da ampliação do mix de produção a favor do açúcar, em detrimento do etanol, a produção desta cultura na safra atual é limitada pela menor quantidade produzida no campo. Já a produção de etanol total (cana-de-açúcar e milho) deve apresentar um recuo de 10,8% em relação ao ciclo anterior, resultado da queda de 13,1% na produção de etanol de cana-de-açúcar. Estima-se um crescimento de 11,2% na produção de etanol proveniente de milho. A produção de etanol é limitada pelos problemas climáticos que prejudicaram a produção da cana-de-açúcar no campo.

A restrição da oferta interna do açúcar segue dando suporte ao aumento dos preços no mercado físico, com tendência de valorização no último trimestre de 2021 diante do cenário de queda da produção na safra 2021/22.

Recuo na cana: preços do açúcar tendem a ter variações

No mercado internacional, os preços do açúcar tendem a variações moderadas. O consumo mundial na safra 2021/22 deve atingir um recorde de 175 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1,5% em relação ao ciclo anterior, influenciando na redução dos estoques globais, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento também mostra que houve tendência de alta dos preços dos combustíveis neste último trimestre de 2021, movimento que é acentuado no caso dos etanóis anidro e hidratado em razão das adversidades climáticas que limitaram a produção da matéria-prima no campo.

Exportações – No acumulado dos primeiros seis meses da safra 2021/22 (abril a setembro), o Brasil exportou cerca de 14,6 milhões de toneladas de açúcar, o que corresponde a uma redução de 12,3% na comparação com igual período do ciclo anterior. Apesar do aumento dos preços internacionais na safra atual e da taxa de câmbio elevada no Brasil, a queda da produção interna restringe a disponibilidade de açúcar para exportação.

A exportação do etanol brasileiro no acumulado dos seis meses iniciais da safra 2021/22 atingiu um volume de 971,0 milhões de litros, o que representa um recuo de 33,6% na comparação com igual período da safra passada. A redução da produção na safra atual limita a disponibilidade de etanol para exportação. As importações também seguem limitadas na safra atual, desfavorecidas pela taxa de câmbio elevada no Brasil e tributação integral do etanol proveniente dos Estados Unidos desde o final de 2020. No acumulado de abril a setembro deste ano, o Brasil importou cerca de 81,4 milhões de litros de etanol, o que corresponde a uma redução de 68,7% em relação ao mesmo período do ciclo anterior.

Edição especial de inverno do Show Rural Coopavel

Dia 01/09/2021

Dois programas de incentivo ao plantio da cultura de trigo serão lançados no dia 1º de setembro durante a abertura oficial do 2º Show Rural Coopavel de Inverno. O início das visitas guiadas ao parque será às 8h30 da quarta-feira e a solenidade de abertura acontecerá às 11h, no auditório Paraná Cooperativo.

A cerimônia contará com a presença de autoridades, entre elas do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento Norberto Ortigara – foto. Depois dos pronunciamentos de boas-vindas, as autoridades e convidados seguirão para o estande da Coopavel. Lá, o Monsenhor Reginei José Módolo, o Padre Zico, fará a bênção do evento.

Em seguida acontecerá o lançamento dos programas. Governo do Paraná, Faep, Ocepar, Sindiavipar e IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural) são parceiros no Programa Cereais de Inverno e Segunda Safra. A realizadora do Show Rural fará, no mesmo ato, o lançamento do Coopavel Mais Trigo, um plano de incentivos voltado à área de abrangência da cooperativa.

“A cultura do trigo vai crescer muito nos próximos anos. Com novas cultivares, carregadas de inovações tecnológicas, elas estão bastante produtivas e resistentes. Algumas das variedades que serão mostradas na etapa presencial da edição de inverno chegam a produzir seis mil quilos por hectare”, informa Dilvo Grolli. “É um número impressionante, considerando que a média na Argentina, uma referência mundial em triticultura, é de três mil quilos por hectare”.

Estações

Quinze empresas vão participar do 2º Show Rural de Inverno, que começará na quarta e se estenderá até sexta-feira. Serão 38 cultivares (20 de trigo) e cinco lançamentos.

Os visitantes serão divididos em grupos e, acompanhados de guias, percorrerão em duas horas e meia as 15 estações preparadas para informar e demonstrar sobre as novidades. “E tudo acontecerá sob um cuidadoso plano sanitário”, segundo o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Cooperados e clientes da Coopavel podem confirmar presença informando a filial mais próxima de sua propriedade. Não associados e outros interessados podem agendar a visita ligando para o telefone (45) 3225-6885.

Em função das obras de duplicação da BR-277, em frente à entrada principal do parque, o acesso ao evento será pela estrada rural à Colônia São Francisco – lateral do parque. São 300 metros até o estacionamento que leva ao local onde as parcelas foram cultivadas. Os motoristas contarão com o auxílio de placas indicativas nesse percurso.

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