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Agronegócio

PR tem 1.485 propriedades certificadas com produção orgânica

Dia 21/07/2015

O Estado do Paraná é o segundo estado brasileiro com o maior número de propriedades certificadas para a produção de alimentos orgânicos. São 1.485 propriedades, atrás apenas do Rio Grande do Sul.

O bom desempenho do Estado se deve, principalmente, ao Programa Paranaense de Certificação de Produtos Orgânicos, o único programa público no País a orientar e capacitar os produtores, auditar e certificar a produção de alimentos orgânicos.

O professor Rogério Barbosa Macedo, coordenador do Núcleo de Estudos de Agroecologia e Territórios, da Universidade Estadual do Norte do Paraná, disse que os agricultores que pretendem passar da produção convencional para a orgânica são orientados por técnicos e estudantes das sete universidades estaduais.

Rogério disse também que o programa é voltado para as pequenas propriedades, fortalecendo o trabalho da agricultura familiar. Só nos últimos três anos, foram mais de 200 propriedades certificadas pelo programa, em todas as regiões do Estado. A área foi uma das contempladas com as novas bolsas para pesquisa e extensão autorizadas pelo governador Beto Richa, no começo deste mês, com investimento total de 32 milhões e 700 mil reais.

Brasil exporta trigo para depois ter que importar

Dia 17/07/2015

O Brasil está vendendo mais trigo que o previsto e deve ter de importar também um volume maior que o esperado, com impacto sobre o preço do produto e a inflação dos alimentos. Os embarques do primeiro semestre somaram 1,43 milhão de toneladas, volume quase 40 vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Praticamente todo o volume saiu da região Sul do país, que lidera a oferta nacional do cereal, apontam dados da Secretaria do Comércio Exterior (Secex).

O volume já supera o total exportado em todo o ano de 2014 (1,4 milhão) e de 2013 (47 mil toneladas). Até dezembro, deve passar de 2 milhões de toneladas. Com isso, podem ter de ser importadas mais de 7 milhões de toneladas para o abastecimento interno. Mesmo com suspensão da tarifa de importação, de 10%, a menor disponibilidade favorece alta no preço do cereal e de uma lista extensa de alimentos, do pão do café da manhã à pizza do jantar.

Um dos motivos pelos quais o país exporta para depois ter que importar é a concentração do cultivo no Sul — por razões agroclimáticas — e o fato de o custo do transporte entre um porto marítimo brasileiro e outro muitas vezes superar o custo de importação. Outra razão é a combinação que os moinhos fazem de trigo nacional e estrangeiro para padronizar a farinha.

Essa necessidade de aquisição ocorre mesmo com uma perspectiva de safra maior para o cereal no Paraná, que lidera a oferta nacional do cereal. A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento projeta um crescimento de 3% na oferta total neste inverno, para 3,96 milhões de toneladas. O aumento é lastreado por expectativa de aumento de 9% na produtividade, para 3 mil quilos por hectare. O segundo maior produtor nacional é o Rio Grande do Sul, que deve produzir 2,4 milhões de toneladas do alimento neste ciclo. A dupla detém 90% da produção brasileira do alimento, e tem peso decisivo para balizar o mercado doméstico.

Enquanto a colheita recorde não chega ao mercado o Brasil amplia as exportações negociando parte da produção do ano passado, que teve a qualidade reduzida em virtude de chuvas excessivas foram registradas no momento da colheita no Rio Grande do Sul. Por essa razão, 87% do volume de trigo exportado neste ano é gaúcho.

Quatro países do Sudeste Asiático –Tailândia, Bangladesh, Filipinas e Vietnã– concentraram 80% das aquisições dos últimos seis meses. Nenhum desses países havia adquirido qualquer volume do Brasil no primeiro semestre de 2014. Os embarques no primeiro semestre do ano passado também foram atipicamente fracos devido ao câmbio desfavorável e à ausência de incentivos do governo federal para a comercialização.

Fonte: AgroGP e Reuters

Colheita do milho será prejudicada no Paraná devido as chuvas

Dia 13/07/2015

A colheita de milho foi praticamente paralisada pelas chuvas no Paraná e de acordo com as informações do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), deve ser ainda mais prejudicada, já que as precipitações devem permanecer durante a semana.

A produção do cereal este ano esta estimada em 10 milhões e 800 mil toneladas, volume 4% maior que no ano de 2014. O que tem preocupado, a grande maioria dos agricultores, é que deste total, um pouco mais de 70% ainda está no campo, e a maior parte da produção esta em risco.

A expectativa é de que parte do milho que será colhido ainda neste mês, não sirva se quer para a alimentação dos animais. E como sempre, os consumidores devem sentir no bolso os prejuízos do excesso de chuva, mas também, por causa da alta do dólar. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), 52% das lavouras de milho de inverno do Paraná estão em maturação e 45% em frutificação. Os demais 3% ainda seguem na fase anterior, em floração. Isso significa que metade das plantações do cereal já receberam chuva suficiente.

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