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Nacional

Seguro de veículos pode ficar até 10% mais barato

Dia 23/08/2019

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização do segmento, prepara uma medida que deve reduzir o preço dos seguros de automóveis, além de aumentar o tamanho da frota segurada, que hoje gira em torno de 35% dos veículos que rodam pelo país. A informação é do jornalista Lauro Jardim, em seu blog no O Globo.

A autarquia, ligada ao Ministério da Economia, decidiu por flexibilizar a utilização de peças de reposição não originais para reparos. Anteriormente, as seguradoras só podiam usar autopeças que fossem de fabricação própria das montadoras, sem brecha para lançar mão de produtos similares. A expectativa da própria Susep é de que a medida puxe para baixo o valor das apólices em pelo menos 10%. A alteração tem potencial, também, para diminuir a receita das montadoras, que perdem uma fatia de mercado.

Apesar de autorizar as substituições, a Susep define que os contratos terão que trazer especificações com relação à peça que poderá ser utilizada caso a caso, a depender do tipo de conserto a ser realizado. A carta-circular estaria em fase de elaboração e ainda não foi emitida.

Celular explode em bolso de aluno de Curitiba

Dia 21/08/2019

A explosão do celular de um adolescente de 14 anos, em um colégio de Curitiba, serve de alerta para os usuários da telefonia móvel. O jovem aproveitava a aula de educação física, na ultima quarta-feira (14), quando foi informado pelos colegas de que uma fumaça estava saindo do bolso de sua calça. No entanto, ele não deu muita atenção, pois imaginou que se tratava de uma brincadeira. O adolescente só deu atenção quando percebeu que a perna estava ficando quente demais.

“Ele tentou tirar o celular do bolso, mas não conseguia abrir o zíper. Foi preciso tirar a calça para evitar o pior. O meu filho chegou a queimar as pontas dos dedos e eu o levei ao Hospital Evangélico. Foram apenas ferimentos superficiais, mas um enorme susto”, disse Lorena Loiola, mãe do adolescente.

Após retirar a calça, as pessoas próximas ao acontecimento perceberam que o celular poderia explodir a qualquer momento. E isto ocorreu minutos depois ao notarem que a chama já estava alta.

O aparelho do adolescente era um Moto G7 Power e foi adquirido em março. “Compramos no começo do ano quando foi lançado. Graças a Deus, não aconteceu isto na sala de aula, ou até mesmo embaixo do travesseiro. Serve de alerta para todos que não deixem o celular perto na hora de dormir”, ressaltou Lorena.

A empresa Motorola entrou em contato com a família do adolescente para recolher provas do ocorrido. O jovem está com um novo aparelho celular.

Uso de radares móveis é suspenso

Dia 15/08/2019

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (15) determinação do presidente Jair Bolsonaro que suspende o uso de radares de fiscalização de velocidade móveis, em rodovias federais. A ordem foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O despacho do presidente não especifica quando a medida entra em vigor.  Na segunda-feira, Bolsonaro havia afirmado que pretendia acabar com os radares móveis no país já na semana que vem. Na quarta-feira, Bolsonaro classificou os equipamentos de "assaltantes".

A suspensão determinada hoje vale até que seja concluída uma revisão das normas sobre fiscalização eletrônica de velocidade, que deverá ser feita pelo Ministério da Infraestrutura.

Além disso, a medida exige que o Ministério da Justiça revise os atos normativos internos sobre o tema.

Senado prepara lei de porte e posse de arma de fogo

Dia 28/07/2019

Uma das principais bandeiras de campanha do presidente Jair Bolsonaro, a flexibilização da posse e do porte de armas foi um dos temas centrais no Senado no primeiro semestre e deve seguir em discussão nos próximos meses.

É que após rejeitar o decreto das armas do governo, editado logo no primeiro mês do ano, o Senado trabalha em um projeto de revisão do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003) que aumenta a potência de arma autorizada para civis e exige a realização de exame toxicológico para aquisição de arma de fogo.

Batizado de PL das Armas, o Projeto de Lei 3.713/2019 está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Em seis meses, o governo editou sete decretos sobre porte e posse de armas e prometeu encaminhar um projeto de lei. O Senado chegou a aprovar a anulação de dois deles em junho e encaminhou a decisão à Câmara, mas o governo decidiu revogar as medidas e reeditou parte do conteúdo.

Esse “vai e vem de decretos” é criticado por senadores que consideram que Bolsonaro invadiu a competência do Congresso, a quem cabe legislar sobre o tema.

Infelizmente o presidente insiste em legislar em matéria de Direito Penal através de decreto. Ele está violando a Constituição Federal. Vamos entrar com um projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos porque esses decretos ultrapassam os limites de sua competência — criticou o senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

A opinião é compartilhada pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) para quem o presidente extrapolou ao tentar alterar o Estatuto do Desarmamento por decreto. A senadora informou que apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para limitar a edição de decretos sobre o mesmo tema em um mesmo ano, dispositivo que já vale por exemplo para medidas provisórias.

Se o presidente fizer um decreto presidencial e houver um projeto de decreto legislativo que sustou o decreto,  ele não poderá editar outro com o mesmo objetivo. O presidente não tem tido muito critério nessas situações — avaliou a senadora.

Favorável aos decretos presidenciais, o senador Marcos do Val (Cidadania-ES) considera que a derrubada das propostas pelo Senado evidencia certa resistência de alguns parlamentares em relação ao tema. O senador capixaba foi o relator dos projetos de decreto legislativo que pediram a anulação das iniciativas de Bolsonaro e defendeu a manutenção das propostas do governo, mas foi voto vencido.

— As armas são o único meio para defesa de inocentes expostos à violência de bandidos. Todo cidadão tem direito à autodefesa. Sem esse direito, as pessoas ficam vulneráveis. E sem segurança não existe a liberdade. Se o cidadão estiver amparado pela lei para defender sua família, o criminoso vai pensar duas vezes antes de invadir uma residência ou um comércio — afirmou.

PL das Armas

O texto que aguarda leitura e votação na CCJ é um substitutivo do relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a uma proposta apresentada por senadores do PSL e pelo líder do governo, senador Fernando Bezerra (MDB-PE) que praticamente repete o teor dos decretos editados por Jair Bolsonaro. A versão apresentada por Vieira engloba 18 das 31 propostas que estão no Senado sobre o tema e ainda incorpora medidas previstas em projetos em análise na Câmara (151 projetos foram apresentados na Câmara apenas em 2019) e sugestões recebidas por um site eletrônico (https://pldasarmas.com.br/), criado para receber críticas e sugestões. Apenas nas primeiras 24 horas no ar, foram recebidas mais de mil contribuições.

Na justificativa da proposta, Bezerra, Major Olímpio (PSL-SP), Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e Soraya Thronicke (PSL-MS) argumentam que a maioria da população escolheu, ao votar em Bolsonaro nas últimas eleições, o direito à posse e ao porte de armas de fogo e à garantia da legítima defesa do cidadão. Segundo eles, o Estado se mostrou ineficiente em proteger a população.

“É fato que o Estado não possui mínimas condições de defender os cidadãos, prova constatada nas sessenta mil mortes violentas ao ano no Brasil”, argumentam no projeto.

A iniciativa de facilitar o porte de armas proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) é reprovada por 70% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no dia 11 julho.

Apesar de considerar legítimo o acesso a armas de fogo daqueles que atendem os requisitos da lei para a defesa de sua família e patrimônio, Alessandro Vieira aponta que colocar revólveres e pistolas nas mãos dos cidadãos não pode ser a política de segurança do país.

— Esse exercício de um direito individual não se confunde com medida de combate à criminalidade ou mesmo de reforço para a atividade de Segurança Pública. O único caminho para reduzir os indicadores alarmantes de violência no Brasil é a adoção de uma política de Segurança Pública baseada em evidências, com garantia de financiamento adequado e com a coordenação da União, abarcando prevenção, repressão qualificada e ressocialização do encarcerado. Fora disso, o que temos são ações com efeito pontual ou meramente cosmético — defende.

Polêmica

Entre os pontos polêmicos da flexibilização proposta pelo governo estava a previsão de que 19 categorias profissionais, a exemplo de caminhoneiros, advogados, políticos e jornalistas, poderiam requerer autorização para portar arma de fogo nas ruas. Essa autorização foi revogada pelo governo. Outra questão sensível é a possibilidade de liberar armas mais potentes para civis, ampliando o rol de equipamentos considerados de uso permitido. A medida foi revista em um dos últimos decretos que determinou que o Exército elabore em 60 dias os parâmetros de aferição e a listagem dos calibres nominais que se enquadrem nos limites estabelecidos.

Exame toxicológico

No relatório entregue na CCJ, Alessandro Vieira incluiu um novo requisito para aquisição de arma de fogo: a realização de exame toxicológico. Conforme a proposta, além de outras exigências já previstas, o interessado em comprar armas deverá “apresentar exame toxicológico de larga janela de detecção, não inferior a 180 dias, com resultado negativo”. Esse teste, que detecta o uso de substâncias proibidas como cocaína, crack e anfetaminas é o mesmo hoje exigido periodicamente de motoristas de caminhão, ônibus e vans para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Após cinco anos de obtenção do registro, alguns dos possuidores de armas serão submetidos novamente ao teste por “submissão randômica”, ou seja, aleatória. Se o resultado der positivo, a posse ou o porte ficará suspenso por cinco anos.

Área rural

Para a área rural, entre outros requisitos, está prevista no texto a comprovação de efetiva necessidade e a apresentação de declaração de que conta em sua residência com um cofre para guardar armas e munições. Alessandro Vieira, que também foi relator de um projeto aprovado pelo Senado que reconhece que posse de arma em área rural deve valer para toda a propriedade (PL 3.715/2019), incluiu no  PL 3.713/2019 que a efetiva necessidade será presumida em área da zona rural onde não houver delegacia de polícia ou unidade policial em um raio de 50 km, o que vai facilitar o porte para proprietários de fazendas.

Potência da arma

O texto propõe aumentar a potência de arma para porte de civis de 407 joules — um revólver de calibre 38, por exemplo — para 520 joules, o que permitiria o porte de pistolas 9 mm, arma de uso restrito das forças de segurança. Joule é uma unidade de medida de energia.

Por outro lado, ele aumenta a pena nos casos de porte ou posse ilegal e omissão de cautela (em caso de facilitar o acesso a criança, adolescente ou pessoa com deficiência mental). A punição proposta é detenção de 1 a 3 anos, além de multa.  Já para o porte ilegal a pena será de 3 a 5 anos, e multa.

Entre as mudanças propostas estão também a suspensão do porte de arma daquele que estiver sendo investigado por violência doméstica, ameaça, lesão corporal ou homicídio.

CAC

O texto também flexibiliza regras para posse e porte de armas para caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). Em audiência pública na CCJ no dia 4 de julho, representantes dos CACs pediram que seja mantida previsão que consta nos decretos do governo que facilitam o acesso a munição e transporte de armas de fogo para esse grupo. Jodson Edington Junior, vice-presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, afirmou que essas categorias ficaram em um vácuo legislativo desde o Estatuto do Desarmamento. Atiradores esportivos, segundo ele não têm direito ao porte de armas, apenas ao porte “em trânsito”, ou seja, transportar a arma municiada e pronta para uso no trajeto entre o local de acervo e o de treinamento.

— Nós não temos até hoje nessa regulamentação. O que nós queremos é exatamente praticar o esporte de forma legal. Porte de arma é um direito que não foi dado para a gente. Para ter esse direito o atirador, bastaria apenas criar um critério mais rigoroso. Agora, temos outras classes que estão conseguindo esse mesmo porte sem fazer nenhum exame, sem fazer nenhum teste de tiro, sem praticar — disse.

Já Daniel Terra, da Associação Nacional de Caça e Conservação, ressaltou o papel dos caçadores no controle de javalis e também pediu regras mais flexíveis para o grupo.

— Nós temos hoje, no Brasil, 40 mil controladores de javali cadastrados no Ibama. Estar cadastrado no Ibama não quer dizer que essas pessoas estão habilitadas a portar ou transportar armas de fogo. Na Alemanha, existem 300 mil controladores armados, fazendo o controle do javali. Não tem esse excesso de regramento, e no Brasil ele é um animal exótico e é tratado de uma maneira que não deveria ser tratado: ele não é encarado, hoje, como uma praga. Se a Alemanha tem 300 mil controladores de javali, nós precisaríamos ter no Brasil, no mínimo, um milhão — disse.

Armas desviadas

De acordo com o Exército, 163.546 caçadores, atiradores e colecionadores são registrados no Brasil. São 389.318 armas pertencentes a esse grupo, uma média de 2,38 armas por cidadão. Em 2018 foram roubadas/furtadas 989 armas. O coronel Dimas Silvério da Silva destacou que o Brasil é um dos poucos países que marca munições e ressaltou que são poucos os casos de desvios envolvendo CACs.

— Em 2019 foram roubadas/furtadas 461 armas. A média de armas roubadas ou furtadas ao longo dos anos dá 0,0102% do total de armas pertencentes ao CAC, um percentual baixo, não temos tido muitos problemas — disse o coronel.

Mas organizações contrárias à flexibilização argumentam que facilitar o acesso a armas e munições vai aumentar a violência. Eles também temem o aumento “de armas e munições desviadas”. Felipe Angelli, do Instituto Sou da Paz, afirmou que é preciso melhorar o rastreamento de armas e munições em circulação no país, que muitas vezes caem nas mãos de criminosos. Ele lembrou que o lote de munições de onde saíram os projéteis usados para assassinar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes no ano passado, por exemplo, foi roubado da Polícia Federal e vendido de forma irregular.

— De fato, ter estatísticas em relação a isso é muito difícil, porque, para a gente conseguir identificar em cada homicídio aquele que é cometido por alguém que tem um CR [registro] emitido pelo Exército, a gente precisaria ter acesso ao sistema de registros de armas. A gente tem essa dificuldade de identificar a totalidade de casos, mas eu consigo aqui elencar uma série de casos recentes de pessoas com registro de CAC que cometeram crimes de grande repercussão. Existe um acusado, um suspeito no Rio de Janeiro que se chama Ronnie Lessa. Ele é acusado de ter tido participação no assassinato da Vereadora Marielle Franco e também de integrar milícias. Ele tinha registro de atirador desportivo — disse Angelli.

Atendendo em parte ao pedido dessas organizações, o senador Alessandro Vieira propõe a criação de dispositivos de caráter antimilícia, para responsabilizar entidades e indivíduos pelo desvio de arsenais. O projeto também determina a integração dos dois sistemas de registros de armas, o Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas), do Exército, e o Sinarm (Sistema Nacional de Armas), gerenciado pela Polícia Federal, além da redução de 10 mil para 1.000 unidades os lotes de munições. O objetivo é facilitar a investigação de crimes com armas de fogo.

Fiscalização será intensa para quem está com o IPVA em atraso

Dia 27/07/2019

A Receita Estadual do Paraná vai intensificar a partir da próxima semana a fiscalização de veículos com o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em atraso. Uma série de operações começou por Londrina e região, no Norte do Estado, na quinta-feira (25). Foram inspecionados 591 veículos e 68 apresentavam irregularidades.

“Nossa intenção é intensificar essas operações nos próximos meses”, informa o diretor em exercício da receita, José Ayres dos Santos Junior. Segundo ele, as fiscalizações serão feitas em todo o Estado, sempre com apoio da Polícia Militar, para identificar inadimplências.

O delegado da Receita Estadual em Londrina, José Carlos Guidotti, diz que na região serão feitas novas operações. “Vamos aumentar a fiscalização, inclusive dentro dos municípios, não apenas nas rodovias”, explica. Nesta quinta, a ação aconteceu em postos da polícia em rodovias de Londrina, Rolândia, Jaguapitã, Cornélio Procópio e São Sebastião da Amoreira.

GUINCHO

O atraso no pagamento do IPVA impede a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), de porte obrigatório. Sem o CRLV, o proprietário pode ser multado e ter o veículo apreendido pela autoridade policial. O dono do veículo arcará ainda com todas as despesas da remoção.

O Paraná fechou o primeiro semestre do ano com uma inadimplência de 19,9% – proprietários de 1.368.573 veículos (31,5%) não haviam recolhido o imposto, valor que soma R$ 691,8 mil. A frota de veículos tributados no Estado é de 4.343.990, o que gera um total de imposto lançado de R$ 3,47 bilhões.

PARCELAMENTO

Para regularizar o imposto em atraso deste ano é preciso pagá-lo integralmente, o que pode ser feito via internet. É possível parcelar o IPVA de exercícios anteriores, também pela internet, no portal da Secretaria de Estado da Fazenda ou nas Agências da Receita Estadual, em até cinco parcelas.

Quando os débitos são inscritos em dívida ativa podem ser pagos integralmente ou parcelados em até dez vezes. Nesse caso, o requerimento precisa ser feito nas agências da Receita Estadual.

O texto é da AEN

Taxis paraguaios bloqueiam acesso à Ponte Internacional da Amizade

Dia 23/07/2019

Segundo  a Rádio Cultura Foz, taxistas paraguaios já iniciaram, na manhã desta terça-feira, 23, mobilização no centro de Ciudad del Este. O grupo protesta contra a entrada de aplicativo para transporte particular, o MUV, aplicativo paraguaio e o Uber. O protesto acontece na manhã de hoje nas principais cidades paraguaias. 

De acordo com representantes da categoria, o protesto deve ser pacífico, sem a interdição de vias, diferente do que ocorreu no protesto anterior, quando taxistas impediram o trânsito. A Polícia Nacional se mobilizou e deu ordem para impedir a interdição de vias. Caso os taxistas não cumpram o acordo, guinchos serão mobilizados para retirar os veículos das vias.

Em Ciudad del Este os taxistas estão mobilizados na via de acesso à Ponte Internacional da Amizade parados em fila dupla, no entanto, o trânsito não foi impedido até o momento.

Os taxistas estão exigindo que os motoristas de aplicativo tenham seguro para passageiro, que os veículos sejam inspecionados por técnicos e que as carteiras sejam da categoria profissional.

Ninguém é obrigado a informar o número de CPF

Dia 22/07/2019

Hoje em dia, todo mundo quer saber o CPF (cadastro de pessoa física), não é mesmo? Seja em uma farmácia, supermercado ou loja de roupas, por exemplo. A pergunta, geralmente, é feita quando o consumidor se dirige ao caixa para efetuar o pagamento do produto.

Em alguns estabelecimentos, o CPF é usado para um cadastro para descontos em futuras compras ou para acúmulo de pontos em um programa de fidelidade da própria loja ou vinculado a ela.

O problema é que o consumidor não tem como saber se essa é a conduta de todas as empresas que solicitam essa informação. Muitas pedem sem dar qualquer justificativa ao consumidor e há um risco de uso desse dado, que é absolutamente privado.

O CPF é o registro mais importante do contribuinte brasileiro e o seu uso indiscriminado no comércio se tornou comum no Brasil. Recentemente, o Ministério Público de Minas Gerais iniciou uma investigação para saber o que as farmácias daquele estado estão fazendo com esses dados. A preocupação é se elas repassam as informações dos consumidores para empresas de planos de saúde e de análise de crédito.

O consumidor, contudo, não está desprotegido. Em agosto do ano passado, foi sancionado o Projeto de Lei na Câmara nº 53/2018, que criou a primeira Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais no Brasil. A norma determina regras para coleta e tratamento de informações dos consumidores na hora de realizar uma compra.

A lei, dentre outras coisas, estabelece o consentimento do titular para qualquer tratamento de dado. Por isso, alertamos sobre a obrigatoriedade do sigilo e lembramos que você tem o direito de decidir se quer ou não informar o CPF nas compras.
Caso tenha alguma dúvida sobre esse conteúdo, acesse proteste.org.br/contato e envie sua mensagem.

Documento unificado reúne dados de RG, CPF, título e CNH

Dia 19/07/2019

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve definir em novembro deste ano as cidades que vão participar do projeto-piloto para as primeiras emissões do Documento Nacional de Identificação (DNI), documento digital que reunirá informações da identidade (RG), CPF, título de eleitor e carteira nacional de habilitação dos cidadãos. As informações são do Estadão.

De acordo com o tribunal, responsável pela gestão do programa, técnicos trabalham na identificação das localidades que apresentam condições técnicas para iniciar a emissão do DNI. Cidades com maior número de pessoas cadastradas no sistema biométrico de votação das urnas eletrônicas devem participar do projeto inicial. 

Segundo a Justiça Eleitoral, mais de 100 milhões de pessoas já foram cadastradas pela biometria em todo o país.

Em 2018, o projeto-piloto do documento único foi lançado pelo governo federal e pelo TSE, que fornecerá a base de dados da biometria dos eleitores para compor o banco de informações. No início de janeiro, o governo federal retomou iniciativas passadas para criar a base digital que unifique diversos documentos.

Proibição de ligações de telemarketing entra em vigor

Dia 18/07/2019

Entrou em vigor na última terça-feira (16) a lista Não Perturbe para as operadoras de telecomunicações. Os clientes incluídos nesse grupo não poderão ser objeto de ligações de telemarketing de empresas para a venda de serviços, como pacotes de telefonia, acesso à internet e TV paga. A medida foi uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As informações são de Jonas Valente, da Agência Brasil.

As pessoas que não desejarem receber esse tipo de chamada podem incluir seu nome no site criado para a iniciativa, no ar a partir de terça-feira (16).

A lista vai ser única e atingirá as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. Essas empresas também deverão, nesse prazo, criar e divulgar amplamente um canal por meio do qual o consumidor possa manifestar o seu desejo de não receber ligações.

Segundo a Anatel, se uma pessoa solicitar a sua inclusão e continuar recebendo ligações de oferta de bens e serviços de telecomunicações, ele pode ligar para o número 1331 e fazer uma reclamação. As sanções podem variar de advertência a multa de até R$ 50 milhões.

Outras medidas

Outra decisão da Anatel é que essas empresas não poderão mais efetuar ligações telefônicas com o objetivo de oferecer seus pacotes ou serviços de telecomunicações para os consumidores que registrarem o número na lista nacional a ser criada.

As companhias vão ter de abrir canais para que seus clientes possam solicitar a inclusão no grupo, que passará a não poder mais receber ligações com ofertas de serviços de telecomunicações. Assim, na prática, as empresas ficam impedidas se oferecer seus produtos e serviços utilizando o telemarketing.

A agência determinou ainda que as áreas técnicas estudem medidas para combater os incômodos gerados por ligações mudas e realizadas por robôs, mesmo as que tenham por objetivo vender serviços de empresas de setores não regulados pela Anatel. Segundo a Anatel, estudos de mercado estimam que pelo menos um terço das ligações indesejadas no Brasil são realizadas com o objetivo de vender serviços de telecomunicações.

Além dessa iniciativa, a Anatel deve discutir novas ações relacionadas à prática do telemarketing. De acordo com o comunicado do órgão, o Conselho Diretor da autoridade solicitou que a área técnica elabore propostas para limitar os abusos nessas chamadas, mesmo que de outros serviços fora da área de telecomunicações.

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