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Nacional

Carteira de trabalho será apenas digital

Dia 17/01/2020

A partir do dia 1º de fevereiro, as unidades de atendimento do Serviço Nacional de Emprego (Sine) geridas pela Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS) não irão mais emitir carteiras de trabalho físicas a partir da primeira semana de fevereiro. A decisão atende a medida estabelecida pelo Ministério da Economia.

A versão em papel será substituída pela carteira on-line e por aplicativo. A pasta da Economia, na atual gestão federal, assumiu as funções do antigo Ministério do Trabalho.

Segundo o governo federal, a mudança busca modernizar o acesso às informações da vida laboral dos trabalhadores. Com a mudança, as informações sobre o histórico profissional do trabalhador passam a ficar disponíveis para os cidadãos por meio de aplicativo para celular nas versões iOS, Android e Web. Para baixar gratuitamente o aplicativo, o trabalhador deverá acessar a loja virtual (Apple Store, para iOS, e Play Store, para Android).

Após baixar o aplicativo, é preciso fazer um cadastro, com informações pessoais e profissionais. Quem já tem cadastro no sistema acesso.gov.br, basta usar o mesmo login e senha no App Carteira de Trabalho Digital.

O objetivo da implantação é facilitar a vida dos trabalhadores que terão o documento à mão sempre que precisarem fazer uma consulta. Todas as experiências profissionais formais estarão no aplicativo.

Contratação

Com o documento digital, no momento da contratação, o trabalhador vai informar apenas o número do CPF. Para o empregador, as informações prestadas no eSocial substituem as anotações antes realizadas no documento físico. A Carteira de Trabalho digital não poderá ser usada para identificação civil.

Governo eleva salário mínimo para R$ 1.045

Dia 16/01/2020

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciaram na tarde de terça-feira (14), em Brasília, que o salário mínimo de 2020 será elevado de R$ 1.039 para R$ 1.045. Uma medida provisória (MP) foi editada pelo presidente para oficializar o aumento.


"Nós tivemos uma inflação atípica em dezembro, a gente não esperava que fosse tão alta assim, mas foi em virtude, basicamente, da carne, e tínhamos que fazer com que o valor do salário mínimo fosse mantido, então ele passa, via medida provisória, de R$ 1.039 para R$ 1.045, a partir de 1º de fevereiro", afirmou Bolsonaro no Ministério da Economia, ao lado de Guedes. Presidente e ministro se reuniram duas vezes ao longo do dia para debaterem o assunto.


No final do ano passado, o governo editou uma MP com um reajuste de 4,1% no mínimo, que passou de R$ 998 para R$ 1.039. O valor correspondia à estimativa do mercado financeiro para a inflação de 2019, segundo o INPC (Índice Nacional do Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, o valor do INPC acabou fechando o ano com uma alta superior, de 4,48%, anunciada na semana passada e, com isso, deixou o novo valor do mínimo abaixo da inflação. Por lei, esse é o índice usado para o reajuste do salário mínimo, embora a inflação oficial seja a medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que fechou o ano de 2019 em 4,31%.

"Nós vamos ter que achar os recursos para fazer isso, mas o mais importante é o espírito que o presidente defendeu, da carta constitucional, que é a preservação do poder de compra do salário mínimo", afirmou Paulo Guedes. Segundo o ministro, com o novo aumento, o impacto nas contas públicas será de cerca de R$ 2,3 bilhões, que poderão ser compensados com uma arrecadação extra prevista pelo governo de R$ 8 bilhões.

"Nós já temos, eu prefiro não falar da natureza do ganho, que vai ser anunciado possivelmente em mais uma semana, nós já vamos arrecadar mais R$ 8 bilhões. Não é aumento de imposto, não é nada disso. São fontes que estamos procurando, nós vamos anunciar R$ 8 bilhões que vão aparecer, de forma que esse aumento de R$ 2,3 bilhões vai caber no orçamento", informou o ministro. Ainda segundo ele, caso não seja possível cobrir o aumento de gasto no orçamento para custear o valor do mínimo, o governo não descarta algum contingenciamento.

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

O governo estima que, para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao mínimo. (Com Agência Brasil)

Férias de dois meses para Judiciário e Ministério Público podem estar com os dias contados?

Dia 13/01/2020

A proposta de reforma administrativa que o governo Jair Bolsonaro pretende apresentar ainda não chegou a sair do papel. Ao longo das últimas semanas de 2019, a divulgação do texto foi adiada em diversas ocasiões e o entendimento é que tanto o Palácio do Planalto quanto o Congresso aguardam um “momento positivo” para o início do trâmite da iniciativa. Mas ainda no início das especulações sobre o conteúdo do projeto do governo, um item chama atenção: a ideia de reduzir de 60 para 30 dias as férias dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público (MP).

A sugestão motivou uma nota por parte do procurador-geral da República, Augusto Aras, que na ocasião havia completado pouco tempo no cargo. No texto, ele dizia que a carga de trabalho dos membros do MP era “desumana” e que a redução das férias afetaria a qualidade do trabalho do órgão. Aras também provocou os outros poderes na nota: disse que “caso o Parlamento pretenda levar adiante a redução das férias, é provável que tenhamos que discutir, também, a necessidade de se estabelecer jornada de trabalho e férias de 30 dias para os membros dos Poderes Legislativo e Executivo”.

Atualmente, o Congresso conta com dois períodos de recesso, um no meio do ano e outro na transição entre dezembro e o início de fevereiro.

A ideia de reduzir as férias dos integrantes de Judiciário e MP acabou ganhando menos espaço nas especulações sobre a reforma administrativa. Temas como o fim da estabilidade, a ideia de redução de jornada com correspondente diminuição de salário e avaliações rígidas do desempenho de servidores obtiveram mais protagonismo. Mas propostas elaboradas pelo próprio Congresso podem fazer com que a diminuição das férias de Judiciário e MP voltem ao radar, ainda que fiquem de fora da reforma administrativa.

PEC de senador aborda venda de férias

Um dos projetos é de autoria do autoria do senador Carlos Viana (PSD-MG). Na justificativa da proposta de emenda à Constituição, Viana chama as férias adicionais de “situação esdrúxula e injustificável”. O texto aponta ainda que, em virtude da possibilidade das “vendas” das férias por parte de juízes e procuradores, o privilégio gera despesas elevadas ao orçamento público. Levantamento divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo verificou que as férias adicionais representam um custo de R$ 4 bilhões por ano.

Outra iniciativa que tramita no Congresso e que pode acabar com as férias de 60 dias é uma que faz parte de um projeto maior, cujo objetivo é eliminar os salários de funcionários públicos que superem o teto determinado pela Constituição, que é o vencimento de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta se originou no Senado, com autoria de um grupo de parlamentares de PSDB, MDB, PT, PL e PDT, atualmente está na Câmara e tem como relator o deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR).

Parlamentares veem ambiente favorável para mudança

Membros do Congresso Nacional que conversaram com a Gazeta do Povo sobre o tema avaliaram que existe, atualmente, um ambiente no Legislativo favorável à tramitação desse tipo de proposta.

“Acredito que passa [a redução das férias]. Temos que avaliar questões técnicas, para não violarmos a autonomia dos outros poderes, mas o momento é oportuno para isso”, disse o senador Izalci Lucas (PSDB-DF)."

Ao longo de 2019, o Senado ensaiou uma “guerra” com o Judiciário: logo no início do ano parlamentares se mobilizaram para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades no poder. A “Lava Toga”, como a CPI foi batizada, acabou não sendo instaurada, mas gerou movimentações ao longo de todo ano. E mais para o fim de 2019, os senadores voltaram a questionar o STF após a decisão da corte de impedir a prisão de condenados em segunda instância - o que levou à libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Integrante da oposição ao governo Bolsonaro, o líder do PCdoB na Câmara, Daniel Almeida (BA), também avalia que existe uma inclinação no Congresso à redução do privilégio. “Tem uma possibilidade de o Congresso se mobilizar para garantir esse tratamento isonômico aos servidores”, declarou. Almeida disse que os oposicionistas poderiam votar a favor do tema mesmo que a ideia faça parte da reforma proposta pela equipe de Bolsonaro: “nós vamos sempre analisar o mérito das proposições. A origem da ideia [por parte do governo] tem significado político, mas não é isso que deve merecer a nossa apreciação”.

Um obstáculo para que a iniciativa avance no Legislativo é o lobby dos membros das carreiras afetadas. O deputado Rubens Bueno diz existir um “lobby poderosíssimo” para combater a tramitação da proposta. Grupos de servidores públicos são habitualmente vistos no Congresso Nacional em ocasiões de votações de temas que interessem às suas categorias.

Deputados interpretam fala de procurador como provocação

A fala do procurador Augusto Aras de que a discussão sobre a redução das férias de Judiciário deveria motivar um debate sobre os recessos de Executivo e Legislativo foi interpretada por parlamentares como uma espécie de provocação.

Bueno definiu o posicionamento de Aras como “conversa fiada sem compromisso”. “Os parlamentares não ficam sem trabalhar por 60 dias. Mesmo quando o Congresso está em recesso, estamos viajando, atendendo a população. Nós ‘prestamos concurso’ a cada quatro anos e somos avaliados pelos eleitores, diferentemente deles, que prestam apenas uma vez e se garantem pela vida toda”, disse.

A paralisação nos trabalhos do Congresso é determinada pela Constituição. A Carta Magna especifica que os trabalhos de Câmara e Senado ocorrem anualmente “de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro”. Ou seja, abre caminho para dois períodos de folga, um no meio do ano e outro em todo o mês de janeiro e no fim de dezembro.

O senador Izalci Lucas avalia que também estas paralisações poderiam ser revistas. “Acho que é o momento oportuno para pensarmos nisso. Muitas votações ficam paradas, há muito o que ser feito”, apontou.

Ratinho Junior esta entre os piores governadores do Brasil

Dia 07/01/2020

Segundo levantamento do G1, após 01 ano de mandato os governadores brasileiros cumpriram, em média, 18% de suas promessas de campanha.

São consideradas promessas de campanha o plano de governo registrado no TSE e compromissos feitos em debates e entrevistas no período eleitoral. Os governadores que mais cumpriram suas promessas foram Renato Casagrande, do Espírito Santo, e Wilson Lima, do Amazonas.

O governador do estado do Paraná, Ratinho Junior está entre os piores governadores, e entra no ranking como “Governadores com desempenho abaixo da média” e está em 15º lugar no ranking. Veja o ranking completo:

MELHORES GOVERNADORES DO BRASIL

1. Casagrande – Espírito Santo – 44,11%
2. Wilson Lima – Amazonas – 43,90%
3. Camilo – Ceará – 31,57%
4. Moisés – Santa Catarina – 30,76%
5. Azambuja – Mato Grosso do Sul – 29,16%
6. Belivaldo – Sergipe – 25,92%
7. Caiado – Goiás – 23,80%
8. Eduardo Leite – Rio Grande do Sul – 23,52%
9. João Doria – São Paulo – 22,97%
10. Flávio Dino – Maranhão – 22,41%
11. Ibaneis – Distrito Federal – 21,42%
12. Wellington – Piauí – 20,75%
13. Câmara – Pernambuco – 20,00%
14. Barbalho – Pará – 18,00%

GOVERNADORES COM DESEMPENHO ABAIXO DA MÉDIA

15. Ratinho – Paraná – 17,42%
16. Carlesse – Tocantins – 17,24%
17. Marcos Rocha – Rondônia – 15,38%
18. Rui Costa – Bahia – 13,19%
19. Fátima – Rio Grande do Norte – 13,20%
20. Renan Filho – Alagoas – 12,82%
21. Witzel – Rio de Janeiro – 12,06%
22. João Azevedo – Paraíba – 12,04%
23. Mauro Mendes – Mato Grosso – 11,11%
24. Denarium – Roraima – 9,75%
25. Waldez –Amapá – 8,33%
26. Zema – Minas Gerais – 7,14%
27. Gladson – Acre – 5,88%.

Tarifa branca pode deixar a conta de luz mais barata

Dia 03/01/2020

Todos os consumidores brasileiros já podem aderir à tarifa branca, que permite o pagamento de valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que se consome a energia elétrica. A medida que está valendo desde quarta-feira (1º), foi aprovada em 2016 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em 2018 apenas novos clientes ou quem tinha média anual de consumo mensal superior a 500 KWh/mês podia optar pela tarifa. Em 2019, os clientes com consumo mínimo de 250 KWh/mês eram beneficiados. 

A tarifa branca é uma medida adotada pela Aneel para promover o sinal de preços aos consumidores e reduzir a conta de luz, além de otimizar o uso da rede elétrica. Nos dias úteis, a nova modalidade tarifária tem três valores: ponta, intermediário e fora de ponta. Esses períodos são estabelecidos pela Aneel e diferentes para cada distribuidora. Sábados, domingos e feriados contam com a tarifa fora de ponta nas 24 horas do dia. Pelas regras, valor da tarifa fora do horário de ponta é mais barato do que no horário de ponta, estimulando a mudança de hábitos de consumo.

Conheça seu perfil

Antes de optar pela tarifa branca, o consumidor deve conhecer bem o seu perfil de consumo. Quanto mais deslocar o consumo para o período fora de ponta, maior será a redução da conta de luz. Porém, a tarifa branca não é recomendada para aqueles consumidores que demandam mais energia nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de deslocar o consumo para o período fora de ponta. Nessas situações, o valor da fatura pode subir.

Caso o consumidor tenha aderido à tarifa branca e não percebeu vantagem, pode solicitar sua volta ao sistema anterior (tarifa convencional). A distribuidora terá 30 dias para atender ao pedido de alteração. Caso queira participar de novo da modalidade, há um período de carência de 180 dias.

Quem pode aderir?

A tarifa branca é válida residências e pequenos estabelecimentos comerciais e industriais, mas não se aplica a consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em legislação e a iluminação pública.

Segundo dados da Aneel, desde que entrou em vigência até outubro de 2019 (última informação disponível), 32,449 mil clientes em todo o País já aderiram à tarifa branca, com importante crescimento ao longo do ano passado. Dos 32,449 mil consumidores que já aderiram, 25,021 mil (77%) são clientes residenciais.

Radares voltam a ser usados nas rodovias federais do Paraná

Dia 24/12/2019

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) voltou a usar radares móveis nas rodovias federais que cortam o Paraná nesta segunda-feira (23). De acordo com a polícia, aqui no Paraná são 25 equipamentos, destes 19 já estão em operação e outros seis ainda estão sendo verificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

A medida atende a uma decisão judicial do juiz substituto da 1ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, Marcelo Gentil Monteiro, que determinou o retorno da fiscalização de velocidade por meio de radares móveis e portáteis. O uso dos equipamentos estava suspenso desde agosto por determinação do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Estudos técnicos apontaram 500 trechos de 10 quilômetros de extensão cada, com maior criticidade de acidentes de trânsito, classificados independentemente de sua causa, passíveis de serem fiscalizados com o uso de radares”, diz o comunicado da PRF.

A Superintendência da PRF informou que, as unidades que possuem equipamentos disponíveis, estão orientadas a incluir a fiscalização de velocidade em seu planejamento operacional.

“Salientamos que a fiscalização de velocidade realizada pela PRF é pautada pela estreita observância dos requisitos legais estabelecidos para sua execução, tendo por base os princípios da transparência e ostensividade, primando sempre pela promoção da segurança viária e a consequente preservação da vida”, ressalta a nota.

Projeto que proíbe o uso de radar em rodovias estaduais

Dia 11/11/2019

Proibir a utilização de radar móvel por agentes de trânsito nas rodovias estaduais para fins de aplicação de multas. Este é o objetivo do projeto de lei 248/2019, de autoria dos deputados Delegado Recalcatti (PSD) e Rodrigo Estacho (PV), que recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na reunião realizada no início da tarde de terça-feira (5).

O deputado Marcio Pacheco (PDT), relator da matéria na CCJ, disse ter divergências em relação ao tema, por entender que se deve sempre buscar incentivar medidas que tenham o objetivo de preservação da vida. “Mas, essa é uma questão de mérito que devemos tratar no momento do debate no Plenário. Em relação a constitucionalidade e legalidade o parecer é favorável”, opinião. Ele lembrou que o Código de Trânsito Brasileiro estabelece que o Estado tem competência para legislar sobre esse aspecto no âmbito de sua circunscrição.

Já o deputado Delegado Recalcatti, que participou da reunião da CCJ, disse que o objetivo do projeto, que está em sintonia com iniciativa já implantada nas rodovias federais, é de evitar a aplicação de multas arbitrárias. Os autores afirmam, na justificativa do PL que, muitas vezes, esses radares estão localizados em curvas ou pontos cegos, sem qualquer sinalização, aumentando ainda mais o risco de acidentes. O projeto deve ainda ser submetido a análises de outras Comissões Permanentes antes de ir à votação em Plenário.

Estradas federais

O presidente Jair Bolsonaro determinou em agosto deste ano ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a suspensão do uso de radares “estáticos, móveis e portáteis” até que o Ministério da Infraestrutura “conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas”.

De acordo com o documento, a medida tem por objetivo “evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade”.

Era digital

Foram também aprovados na reunião da CCJ os pareceres apresentados pela deputada Cristina Silvestri (PPS) aos projetos de lei 496, 497 e 498, todos de 2019 e de autoria do deputado Emerson Bacil (PSL). Eles propõem as revogações das leis estaduais nº 14.195/2003, 15.742/2007 e 14.058/2003.

Esse conjunto de legislação trata da adoção de sistema operacional aberto para a execução de programas de computação; da adoção de formatos abertos de arquivos para a criação, armazenamento e disponibilização digital de documentos; e da utilização de programas de computação, sempre com foco na área da administração pública.

A parlamentar manifestou parecer favorável aos três PLs observando que os avanços do mundo digital exigem mudanças e que as restrições impostas por estas leis criam problemas no dia a dia em virtude das rápidas mudanças ocorridas nesta área. Durante os debates dos projetos, iniciado ainda na segunda-feira (4), diversos parlamentares falaram sobre a importância do tema, inclusive o autor, deputado Emerson Bacil (PSL).

Cessão de uso

Dois projetos do Poder Executivo – PLs 790 e 791, ambos de 2019 – que tratam da cessão de uso de imóvel receberam pareceres favoráveis da Comissão. Assim, seguem agora, como os demais que passaram pela CCJ, para análise de outras Comissões Permanentes, antes das votações em Plenário. O primeiro projeto foi relatado pelo deputado Tiago Amaral (PSB) e o segundo pelo deputado Hussein Bakri (PSD).

Diversos projetos que estavam na pauta foram baixados nesta terça-feira em diligências. Isto é, foram encaminhados a órgãos relacionados ao tema abordado na proposição para manifestações técnicas sobre a proposta.

Para conferir todos os projetos discutidos nesta reunião é só clicar no link Pauta da CCJ: http://www.assembleia.pr.leg.br/

Participantes

Presidida pelo deputado Delegado Francischini (PSL), a reunião contou com as presenças dos seguintes parlamentares: Tiago Amaral (PSB), Tião Medeiros (PTB), Homero Marchese (PROS), Tadeu Veneri (PT), Maria Victoria (PP), Delegado Recalcatti (PSD), Marcio Pacheco (PDT), Cristina Silvestri (PPS), Hussein Bakri (PSD), Evandro Araújo (PSC), Emerson Bacil (PSL), Anibelli Neto (MDB) e Delegado Jacovós (PL).

Próxima reunião

A CCJ volta a se reunir na próxima terça-feira (12), a partir das 13h30, no Auditório Legislativo. A reunião pode ser acompanhada ao vivo pela TV Assembleia e pelas redes sociais.

Câmara aprova projeto mais enxuto sobre porte de armas

Dia 06/11/2019

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 283 votos a 140, o substitutivo do deputado Alexandre Leite (DEM-SP) para o projeto de lei sobre porte de armas (nº 3.723/19), que regulamenta as atividades de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), além de mudar penas de crimes com armas e outros temas. Foi aprovada ainda uma emenda do deputado Arthur Lira (PP-AL) que especifica que o atirador esportivo, maior de 25 anos, terá direito ao porte de armas somente depois de cinco anos da primeira emissão do certificado de registro. A proposta segue agora para o Senado.

O projeto só foi votado após um acordo para limitar a proposta às regras aplicáveis aos CACs. A ampliação das categorias que têm direito ao porte de arma para o exercício de sua profissão, que causou polêmica na Casa, será objeto de um novo projeto de lei a ser apresentado pelo Poder Executivo. O texto tratará especificamente do porte de arma para fiscais ambientais, agentes de trânsito, oficiais de Justiça, vigilantes e guardas municipais.

Celulares voltam a adiantar uma hora, mesmo sem horário de verão

Dia 04/11/2019

Aconteceu de novo. Mesmo com a suspensão do horário de verão este ano, relógios de celulares e de computadores adiantaram uma hora automaticamente na madrugada deste domingo (3) em todo o Brasil.

O mesmo problema já havia ocorrido no dia 20 de outubro, terceiro domingo de outubro, data em que tradicionalmente o horário era adiantado em uma hora.

Na manhã deste domingo, relógios de rua de São Paulo também indicavam o horário errado, uma hora adiantada, o que pode assustar quem for prestar o Enem: confira bem qual o horário correto para não ficar nervoso à toa nem perder a prova.

Segundo explicações divulgadas pelo Google, as modificações realizadas nos últimos dois anos pelo governo brasileiro no horário de verão têm impacto direto no Banco de Dados Global da IANA (em português, Autoridade para Atribuição de Números da Internet), usado por smartphones e dispositivos eletrônicos para garantir sempre a hora certa.

“Na prática, isso significa que alguns celulares possivelmente não tenham a informação necessária para evitar que o relógio dos aparelhos seja alterado automaticamente como se o horário de verão ainda estivesse valendo”, informa nota divulgada pelo Google.

Foram duas as mudanças promovidas pelo governo: em 2018, a data de início do horário de verão passou do terceiro domingo de outubro para o primeiro domingo de novembro e, este ano, o horário especial foi extinto pelo presidente Jair Bolsonaro.

Nesta madrugada, foram afetados aparelhos não impactados no dia 20 de outubro.

Mais uma vez, como aconteceu em outubro, proprietários de celulares foram às redes sociais relatar a mudança automática nos relógios e alertar para a necessidade de corrigir o problema em dia de prova do Enem.

Para corrigir o erro, os proprietários de aparelhos Android precisam ir até o item “Configurar”; escolher a opção “Data e hora”; desmarcar a opção “Data e hora automáticas” e, em seguida, configurar a hora correta.

Os proprietários de aparelhos iPhone devem acessar a opção “Ajustes”; em seguida escolher a opção “Geral”; depois tocar na opção “Data e Hora”; então precisam desabilitar a opção “Automaticamente” na configuração do relógio e, enfim, configurar o horário correto.

O horário de verão foi extinto após 34 anos de vigência depois que estudos do Ministério de Minas e Energia mostraram que não existe economia com a mudança dos relógios.

Para Bolsonaro, a alteração afetava o relógio biológico da população e isso é prejudicial ao trabalhador.

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