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Regional

Jovem desaparecido há quase 3 meses foi esquartejado

Dia 16/10/2019

O desaparecimento do jovem Edinaldo de Assis Trindade, de 22 anos, teve um desfecho trágico na noite desta terça-feira (15). O corpo dele foi encontrado nas águas do Alagado do Iguaçu, na aldeia indígena Guarani, no limite entre os municípios de Chopinzinho e Mangueirinha, mais especificamente na Ponte do Lageado. O achado do corpo se deu partir da localização da moto de Edinaldo, uma Yamaha Fazer, na tarde de segunda-feira (14).

Desde então, as policias Civil e Militar, com ajuda de familiares, passaram a realizar buscas nas margens do rio na tentativa de encontrar algum vestígio dele. No início da tarde de terça-feira, a Polícia Civil esteve no local acompanhada de Bombeiros para verificar a possibilidade de o corpo estar no mesmo ponto onde a moto foi localizada. Devido à estiagem, o nível da água diminuiu cerca de 20 metros, tornando mais fácil a visibilidade. Apesar da averiguação, nada foi encontrado e havia sido agendado mergulho para buscas na quinta-feira (17).

No entanto, no final da tarde desta terça, familiares do jovem acionaram a polícia informando terem avistado alguns sacos  dentro da água. Também relataram que um deles havia sido puxado até a margem, sendo encontrado o tênis de propriedade de Edinaldo. Diante da suspeita, a Polícia Civil retornou ao local acompanhada das Polícias Militar e Cientifica (IML e Criminalística). Também foi acionada uma equipe do Corpo de Bombeiros, composta por mergulhadores, que fez buscas e localizou outros sacos. Ao todo, foram retirados da água seis sacos, amarrados em três pares. Desses, um estava cheio de pedras e areia e os demais com partes do corpo do rapaz, que foi esquartejado. Devido ao estado de decomposição, o corpo foi recolhido ao IML de Pato Branco para identificação oficial.

Dona Emília Eufrásio, mãe de Edinaldo, afirmou em entrevista que o tênis é realmente de seu filho, que havia desaparecido no dia 27 de julho. Mesmo abalada, disse que pediu todos os dias para Deus lhe mostrar onde estava o filho, vivo ou morto. “Eu disse Deus, se nosso pai se meu filho estiver vivo, mostre ele pra mim, ou se aconteceu alguma coisa com meu filho mostre da mesma forma e me de coragem, e hoje cedo eu recebi essa notícia né da moto dele, daí a gente foi pra Coronel e depois viemos pra cá, onde estamos até agora, sem café, sem almoço e também sem jantar”, contou.

A mãe relata que tem algumas desconfianças da autoria e confia na justiça dos homens e na justiça divina. “Quem fez isso com meu filho, mais cedo ou mais tarde vai pagar. O que ele fez aqui vai pagar aqui mesmo. Esse que fez isso, não tem coração. Bicho que é bicho mata e come, eles podiam ter feito o mesmo se tinham raiva do meu filho, não precisa jogar ele desse jeito, ou matasse ele e não picasse”, desabafou.

Apesar das circunstâncias do crime, dona Emília disse que está tranquila, por que a agonia acabou e agora poderá sepultar o filho. A Polícia Civil de Chopinzinho segue com a investigação para apurar a autoria e a motivação do crime. O delegado Breno Machado de Paula pede auxílio da população para elucidar o caso. Se alguém tem alguma informação, pode denunciar através dos telefones 197, 3242 – 1446 ou 190. Todas as ligações serão mantidas em sigilo.

Revolta dos Posseiros completa 62 anos

Dia 11/10/2019

O dia 10 de outubro reflete um grande dia na memória do sudoeste do Paraná, o dia que colonos tomaram cidades, destruíram sedes das companhias, expulsaram jagunços, e se tornaram vitoriosos.

Revolta dos Posseiros no Sudoeste do Paraná: uma vitória do povo.

A vitória garantiu que os posseiros e colonos construíssem uma das maiores experiências de agricultura familiar.

Conhecida e estudada, a Revolta dos Posseiros do Sudoeste do Paraná, ocorrida em 1957, é um dos poucos exemplos na história do país em que o povo foi vitorioso.

E a vitória garantiu que os posseiros e colonos construíssem uma das maiores experiências bem sucedidas de agricultura familiar.

Ao contrário, se as companhias de terra, apoiadas pelo então governo do Paraná, tivessem sido vitoriosas, a região caminharia para ser um grande latifúndio com poucos proprietários e com a economia baseada no extrativismo da araucária.

A vitória foi fruto da coragem da sociedade em defender duas questões fundamentais: primeiro, o ser humano, ameaçado, violentado e alguns mortos pela ação dos jagunços pagos pelas companhias para implantar o terror junto às famílias esperando uma debandada para a região de origem.

A terra não era vista pelos posseiros como um bem imobiliário, mas sim como um fator de produção de alimentos para saciar a fome da família e, posteriormente, com a venda do excedente, buscar uma melhora das condições de vida.

Nos dias 9 e 10 de outubro de 1957 a mobilização foi tão grande que, com caravanas armadas de espingardas e ferramentas, tomou cidades, destruiu as sedes das companhias, expulsou os jagunços e implantou comissões administrativas.

Esse momento foi o ponto alto na construção de uma rede de solidariedade entre os colonos e posseiros, fundamental para o período após a revolta.

Foi a solidariedade que garantiu o enfrentamento das condições precárias da colonização: se não havia estradas, os mutirões entravam em ação para construí-las, se não haviam escolas, outro mutirão e professores voluntários, se não havia igreja, a união dos moradores a construía, se uma família não pudesse fazer sua roça por problemas de saúde, os vizinhos se juntavam e garantiam o plantio e a colheita, se um vizinho abatesse uma cabeça de gado, os vizinhos todos tinham carne fresca, se um vizinho fosse de carroça para a vila, fazia as compras para os outros, e, mesmo com o trabalho duro de “amansar a terra” sobrava tempo para o terço, o chimarrão e os serões.

A experiência de solidariedade entre vizinhos fez voos maiores, pois as necessidades foram mudando.

O resultado foi a criação de cooperativas para garantir a compra e comercialização coletiva, de sindicatos de pequenos agricultores para, inicialmente, cuidar da saúde com médicos e dentistas e em seguida ser porta voz das reivindicações, e também, a criação da Assesoar, entidade de apoio no estudo e debate sobre a realidade e formação de lideranças.

A vitória dos posseiros, em 1957, criou as condições para que tudo isso fosse possível. Embora o capitalismo tenha implantado no campo formas modernas de exploração da terra e da mão de obra, a agricultura familiar ainda predomina, se adapta e enfrenta seus desafios de forma organizada.

Nos anos 80, com a crise do crédito e o excedente de mão de obra, muitos agricultores ficaram sem terra, mas foram capazes de se organizar em torno do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Nos anos 90, com a dificuldade de acessar o crédito no sistema bancário, criaram um sistema solidário de cooperativismo, a Cresol, hoje reconhecida mundialmente.

Quando os filhos precisam sair da região para estudar, eles lutam e conquistam universidades, quando veem os familiares necessitando se deslocar para a capital para tratamento de saúde, são firmes e conquistam um hospital regional.

A história da Região Sudoeste é única, genuína, rica e forte. É a prova de que a organização dá resultado, muda a história e supera desafios. O povo foi e é protagonista.

Texto de Pedro Carrano com foto do acervo histórico

Metade da população do Paraná deve sacar os recursos do FGTS

Dia 04/10/2019

Metade da população do Paraná vai sacar os recursos do FGTS, aponta uma pesquisa do instituto Datacenso. O estudo ainda mostra que, dentro desta parcela da população, 45% dos paranaenses pretendem usar o benefício para quitar dívidas.

Já 30% dos entrevistados devem poupar o dinheiro, enquanto 15% afirmou que fará compras e o restante informou que dará outra destinação para o dinheiro.

Na outra metade da população do estado – que não diz que não vai sacar o benefício – 41% não contribui com Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, e por isso não têm direito ao saque-imediato ou ao saque-aniversário. Outros 46% tem direito, mas não manifestou interesse em movimentar o dinheiro.

Os dois tipos de saques não estão vinculados. O imediato cai diretamente na conta de quem é correntista ou mantém poupança na Caixa Econômica. Além disso, essa modalidade não implica em nenhuma regra ou perda de direitos.

Por outro lado, o saque-aniversário precisar ser solicitado pelo beneficiário e impõe algumas regras diferenciadas. As datas de saque e as informações completas podem ser conferidas nos canais de divulgação ou nas agências da Caixa.

Pedágio da BR-277 fica mais barato

Dia 01/10/2019

A partir do dia 1º de outubro, seis praças de pedágio do Paraná terão o preço reduzido em 30%. A mudança se da em virtude do acordo que as concessionárias responsáveis pela administração de trechos de duas rodovias firmaram com a operação Lava Jato.

Na BR-277, são seis as praças que receberão a alteração de valor: São José dos Pinhais, Condói, Nova Laranjeiras, Cascavel, Céu Azul e São Miguel do Iguaçu. Em São José, o valor que era de R$ 20,90 para para R$ 14,60. A medida deve durar até atingir a quantia de R$ 220 milhões.

CONSAMU abre Processo Seletivo Simplificado

Dia 25/09/2019

As inscrições para o Processo Seletivo Simplificado do CONSAMU (Consórcio Intermunicipal Samu Oeste) iniciaram na última terça-feira (24). O presente processo destina-se à contratação temporária para o preenchimento de vagas em emprego público, além da formação de cadastro reserva. O critério utilizado para a escolha dos contratados é a análise de currículo.

As inscrições deverão ser realizadas na sede do CONSAMU/Setor de Recursos Humanos, localizada na Rua Uruguai 283 – Bairro Alto Alegre, em Cascavel - PR, no período de 24/09/2019 a 09/10/2019, das 8h30min às 11h30min e das 14h00min às 17h00min, horário de Brasília, de segunda a sexta-feira (exceto feriados) ou via Sedex, no mesmo endereço supracitado.

Há vagas para Técnico em Enfermagem e Motorista Socorrista nos municípios de: Cafelândia, Jesuítas, Palotina, São José das Palmeiras, Três Barras do Paraná, Vera Cruz do Oeste, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Santa Tereza do Oeste, Quedas do Iguaçu e Terra Roxa.

Confira a relação das vagas no site: www.consamu.com.br, ou acesse o link: https://consamu.com.br/arquivos/20190924_112531_77.pdf

Maiores informações: (45) 3036-7105.

Prefeito, ex-secretários e outras oito pessoas são acionados por fraude em licitação, em Dois Vizinhos

Dia 11/09/2019

O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Dois Vizinhos, no Sudoeste, ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito, dois ex-secretários (Gestão Municipal e Administração e Finanças) e mais oito réus. O objeto é um procedimento licitatório fraudado em 2013 para favorecer uma empresa contratada para realizar serviços de manutenção de rede de iluminação pública.

De acordo com as investigações do MP/PR – iniciadas a partir de dados levantados por Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal de Dois Vizinhos, que analisou o caso –, os réus utilizaram a tomada de preços 03/2013 como instrumento de fraude para favorecer uma empresa, mediante ajuste prévio, inclusive utilizando meios ilegais, como o oferecimento de vantagens ilícitas, para enfraquecer e eliminar a competitividade do procedimento licitatório.

Troca de favores

Além do prefeito (que permanece no cargo, pois foi reeleito) e dos ex-secretários, são réus na ação três membros da Comissão de Licitação na época dos fatos, três empresários e duas empresas, todos suspeitos de envolvimento na fraude. Conforme a ação, o acerto foi feito em troca de favores prestados na campanha que elegeu o prefeito. A empresa vencedora teria sido criada especificamente para vencer a licitação, que foi formatada de modo a favorecê-la.

Na ação, a Promotoria requer que seja decretada liminarmente a indisponibilidade de bens dos réus até o valor de R$ 2.085.836,72, para garantia dos danos ao erário (estimados em R$ 521.459,18) mais pagamento de multa em caso de condenação. Na análise do mérito, pede a condenação dos réus às sanções da Lei de Improbidade, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, ressarcimento integral do dano ao erário e pagamento de multa.

Fonte: Assessoria MP/PR

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