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Regional

Espigão Alto do Iguaçu recebe patrulha da Cantu

Dia 30/07/2015

A Patrulha Rodoviária da CANTU já se encontra-se em Espigão Alto do Iguaçu, auxiliando a equipe do setor rodoviário na recuperação e cascalhamento das principais estradas vicinais do município. O prefeito do município, Zé Zgoda está acompanhando pessoalmente o trabalho das máquinas,  juntamente com o Secretario de Viação e Obras João Aires de Oliveira.

Com as últimas chuvas, as estradas, bueiros e pontes foram bastante danificadas e requerem atenção especial da equipe do setor rodoviário, para que os produtores possam escoar os seus produtos e que não haja dificuldade no transporte escolar.

Mulher morre em colisão na PR-182

Dia 29/07/2015

De acordo com o relatório de acidentes, uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas, vitimas de acidentes nas rodovias estaduais do sudoeste. Uma colisão transversal entre um caminhão VW e uma motocicleta de Dois Vizinhos na madrugada do dia 29, na PR 281, em Dois Vizinhos, provocou ferimentos graves no condutor da moto, Silvio Junior de Oliveira, de 31 anos. Ele foi levado em  estado crítico ao hospital São Judas de Dois Vizinhos.

Às 22h e 20min do dia 29, na PR 182, no município de Realeza ocorreu uma colisão frontal entre um Fiat Palio de Palotina e um caminhão trator VOLVO com placas de Pato Branco.  A condutora do Fiat, Shirlei de Fátima dos Santos 31 anos morreu na hora.

DER inicia operação tapa-buracos em PRs

Dia 29/07/2015

A gerência regional do Departamento de Estradas de Rodagens (DER) de Francisco Beltrão iniciou na semana passada a operação tapa-buraco em várias rodovias. No último sábado, os funcionários do DER trabalharam em dois trechos da PR 180, entre Dois Vizinhos e Beltrão, e Marmeleiro e Campo Erê (SC).

Nas rodovias do Corredor Sudoeste, que abrangem um trecho da PR 180, além das PRs 182, 483 e 280, o pessoal vem trabalhando desde o último sábado, dia 25. Por estas rodovias trafegam aproximadamente 7.500 veículos por dia.  "Até o final da semana a situação estará sob controle", adianta o gerente regional do DER, Roberto Machado dos Santos.

No último sábado, 25, o pessoal do órgão público realizou a operação tapa- buraco na PR 180, trecho entre Marmeleiro e Campo Erê, que tem bastante buracos. Por esta rodovia trafegam muitos caminhões que cortam caminho para ir aos Estados de Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No dia 29, uma frente de trabalho deve fazer os serviços na PR 182, na região de Realeza, e outra na PR 280, em Marmeleiro. "Estamos priorizando os trechos do Corredor (Sudoeste)", frisou o gerente do DER.

Também serão feitos serviços na PR 281, em Salto do Lontra, na PR 562, entre Nova Prata e a Usina de Salto Caxias, e na PR 475, entre Beltrão e Verê. A estrada que liga Beltrão a Verê também tem vários buracos e os motoristas devem prestar atenção.

Outros trechos que precisam de melhorias são os seguintes: PR 884, que interliga o trevo da PR 180 - Marmeleiro a Campo Erê - com a cidade de Renascença. A pista tem vários buracos e os motoristas precisam trafegar atentos.

A melhoria das rodovias que cortam a região foi solicitada dia 22, quarta-feira, pelos prefeitos que integram a direção da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop) numa audiência com o governador Beto Richa (PSDB), em Curitiba. O governador atendeu ao pedido e determinou que DER realizasse o serviço.

Fonte: J&B

Acidentes registrados no final de semana nas rodovias do Sudoeste

Dia 27/07/2015

Cinco acidentes com cinco pessoas feridas e uma vitima fatal, este foi o saldo dos acidentes registrados no final de semana nas rodovias estaduais da região sudoeste do Paraná.

Em Mariópolis, um veiculo Peugeot 207 HB XR chocou-se  com um elemento de pista (um boeiro) e provocou a morte de seu condutor Mauri Antonio Galo de 44 anos de idade. O acidente ocorreu as 7h e 40min, na PR 280 km 205.

Nos demais acidentes somente vitimas com ferimentos leves. Nestes 27 dias do mês de julho já foram anotados 57 acidentes, com 06 mortes e 39 feridos nas estradas do sudoeste do Paraná.

Líderes cobram resposta imediata a invasões de terra


Mais de cem pessoas participaram do debate, quinta à noite, no
auditório da Acic

Dia 24/07/2015

Documento elaborado no fim de encontro vai ser encaminhado a autoridades e será entregue ao governador Beto Richa

A omissão do Estado em cumprir mandados de reintegração de posse cobra um elevado custo de várias comunidades paranaenses e o preço, caso o desrespeito à Constituição persistir, será ainda maior. Esse é um dos consensos reafirmados quinta à noite na Acic durante evento regional que reuniu mais de cem líderes para aprofundar as consequências e definir ações para conter o impacto negativo de invasões a propriedades rurais produtivas nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. “Sem o respeito às leis, o que resta é o caos. Os conceitos de sociedade e de Estado simplesmente deixam de existir”, pontuou o presidente da Subseção da OAB de Cascavel, Juliano Murbach.

O presidente da Caciopar, Sergio Marcucci, deu a temperatura da consequência da leniência dos órgãos públicos, de setores da Justiça e do Estado diante do não cumprimento de reintegrações de posse – hoje são 72 os mandados em aberto apenas no Paraná. “Conversei com um agricultor da Costa Oeste. Gente boa, trabalhadora e que faz de tudo, mesmo diante das dificuldades, para cuidar da família e tocar a vida. Ele me disse que, já que a lei em defesa da sociedade de direito democrático não é observada, caso precise será obrigado a fazê-lo. Afirmou que, em caso de invasão, vai defender a sua propriedade e somente sairá dela morto”. Esse não é um relato isolado, já que os produtores rurais se sentem abandonados pelos governos.

O prefeito de Guaíra, Fabian Vendruscolo (PT), relatou a situação enfrentada no Extremo-Oeste do Paraná a partir da primeira de 13 invasões a propriedades por indígenas, em 2006. O processo de uma possível demarcação corre em sigilo de Justiça e as partes interessadas não são ouvidas e muito menos chamadas para o diálogo. “O clima de insegurança é enorme”. O prefeito citou também que um relatório da Comissão da Verdade chega ao ponto de afirmar que o processo de colonização e a construção da Itaipu são responsáveis por expulsar índios de suas terras. A intenção é criar uma reserva com 11,5 mil alqueires pegando grande parte da área da Costa Oeste e deixando a cidade de Guaíra ilhada.

Paraguaios

Pastores, órgãos do próprio governo e até uma ong da Noruega estão incentivando ocupações e demarcações. Desde 2006, mais de três mil pessoas chegaram à região. Boa parte é de paraguaios que, por falar guarani, são tidos como índios e que não encontram qualquer resistência para entrar e se fixar em território brasileiro. No outro lado da fronteira há mais de 30 mil guaranis de olho e interessados nos desdobramentos de uma possível demarcação da área.

A mentira e a manipulação são armas dos invasores. Até ossadas são “plantadas” em áreas rurais na tentativa de provar a existência de povos nativos. E o pior, conforme Fabian, é que setores da Justiça compram isso como verdade. E a palavra de quem está em sua terra, há 30, 40, 50 anos, produzindo, não tem valor. O agricultor Ermínio Vendruscolo, da Ong Dip, fez um relato histórico da colonização na região. E afirmou que depois da Ciudad Imperial Del Guayrá, nos séculos 16 e 17, não havia mais índios nessa região.

Atrocidades

O agricultor Paulo Orso falou em nome dos sindicatos rurais do Oeste. Ele afirmou que a Funai, devido a questões ideológicas, está cometendo atrocidades contra quem produz e traz sérios prejuízos à cadeia do agronegócio, que responde por 40% do PIB brasileiro. “Esse é o único país do mundo em que o produtor rural não é tratado com o respeito e a consideração que merece. E em tudo, mesmo que defendendo a sua terra, que é um direito constitucional, passa por vilão”.

Orso citou sobre a pretensão de indígenas, segundo estudos, da ocupação de outras 59 propriedades rurais no Oeste, inclusive em Cascavel, para formar o que chamam de nação guarani. Índio não precisa de mais terra, eles são apenas 890 mil e têm 12% do território brasileiro. Cada índio é dono de 130 hectares, enquanto que cada brasileiro (que somam 204 milhões) tem menos de quatro. O diretor de Coordenação de Itaipu, Nelton Friedrich, apresentou o mapeamento do processo de colonização na região. Em 1860, a ocupação era incipiente, basicamente no litoral. Aos poucos o interior passou a receber pessoas.

Friedrich afirmou que nunca houve, por parte dos governos, o cuidado em definir se havia áreas indígenas e então fazer a sua demarcação. O processo de colonização das cidades do Oeste se dá a partir de 1930 e 50 anos depois surge a Itaipu. O diretor informou que todo o processo de desapropriações foi cuidadosamente elaborado, com 8.519 propriedades compradas por US$ 208 milhões. As áreas tradicionais que existiam foram cobertas pelo reservatório, porém pequenos grupamentos indígenas foram devidamente compensados e assentados em áreas muito maiores do que as que tinham. Os locais contam de boa infraestrutura e recebem acompanhamento para que se tornem sustentáveis.

Estudos e mapeamentos em mãos da Itaipu indicam que, em 1982, havia apenas 19 famílias indígenas na região de Guaíra. Elas foram assentadas em área de 265 hectares. Nelton Friedrich afirma que ocupações e demarcações não se justificam e lançou uma proposta para a solução pacífica do impasse. Ele se refere à compra de áreas, caso necessário, pagando-se preço justo pela terra e benfeitorias.

Araupel

MST mata animais, furta árvores e causa prejuízo de R$ 15 milhões

Desde 1996, a Araupel, uma das mais importantes reflorestadoras e indústrias de derivados da madeira no Sul do País, enfrenta os excessos praticados pelo MST. Já foram cinco invasões, as últimas duas em menos de um ano e que provocam prejuízos à empresa superiores a R$ 15 milhões, disse quinta à noite na Acic, o sócio-proprietário Tarso Giacomet. As reintegrações de posse foram conseguidas nos mesmos dias das invasões e, a exemplo de outras 70, aguardam a ordem do Estado para serem cumpridas.

Enquanto o governo não cumpre a lei, as invasões geram clima de insegurança no campo e nas cidades. O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Quedas do Iguaçu, Reni Fernandes Felipe, falou que a vida de uma comunidade inteira, de 33 mil habitantes, foi seriamente afetada. Os níveis de violência cresceram exponencialmente e as pessoas se sentem abandonadas. “Não somos contra a reforma agrária, mas não é assim, com invasão a área produtiva e usando a força, que as coisas vão se resolver e melhorar no Brasil”, afirmou.

Tarso relatou que há 19 anos, sem qualquer punição, o MST comete diversos crimes, como a matança de animais, o furto e a venda ilegal de madeira, o corte de árvores centenárias em áreas de conservação e ameaças diversas aos moradores do entorno. O objetivo do Movimento não é a posse da terra, e sim criar e dar sustentação a uma rede de exploração que beneficia os líderes sem-terra. “São pessoas inescrupulosas que vendem e arrendam lotes, que furtam, comercializam e ficam com o dinheiro”. A Araupel tem documentos de posse da área da época do império.

A Giacomet está nas propriedades de Pinhal Ralo e Rio das Cobras há 43 anos, gera 1,2 mil empregos e faz circular R$ 60 milhões por ano na economia de Quedas do Iguaçu e região. O advogado Leandro Salomão disse que se o direito de um é ferido, o de todos está em risco. “Esse é um tema que não deveria estar à mesa, mas está em função de o Brasil ser um país sem lei, que não respeita nada e onde os direitos são relativos”. Enquanto o Estado não observa as leis, pessoas de bem perdem a esperança, veem seus sonhos destruídos e se sentem impotentes e abandonadas.

Pela paz no campo e pelo respeito às leis

Há muitos anos, um grave problema desafia o bom-senso e a capacidade de trabalho e de produção de comunidades do Oeste e do Sudoeste do Paraná. As sucessivas invasões promovidas por indígenas e sem-terra a propriedades rurais produtivas alimentam um clima de instabilidade sem precedentes e, aos poucos, leva insegurança a todos os municípios de um dos principais celeiros agrícolas do Estado e do Brasil.

O bom-senso para a busca de uma solução definitiva para uma situação das mais delicadas enfrenta inimigos poderosos e que se sentem fortalecidos e encorajados pela omissão de alguns setores públicos e pela parcialidade de órgãos que deveriam gerir o assunto com coerência, cautela e sabedoria. Manipulação, mentiras e até tentativas que colocam em xeque a soberania nacional ofuscam e criam desdobramentos delicados a uma questão que precisa ser tratada com o máximo de cuidado e de seriedade por todos os envolvidos.

As ocupações de 13 propriedades rurais por indígenas, no Extremo-Oeste do Paraná, muitos deles vindos inclusive do Paraguai, geram um cenário insustentável à agricultura e à economia de uma importante região brasileira. A morosidade e a leniência de segmentos ligados ao governo federal e o jogo de interesses patrocinado inclusive pela Fundação Nacional do Índio precisam cessar, inclusive para evitar desdobramentos ainda mais contundentes e que não interessam absolutamente a ninguém.

Produtores rurais, comunidades, líderes e entidades organizadas apelam para um dos direitos essenciais que dão sustentação à Constituição Brasileira, que fala sobre o direito à propriedade. Laudos inclusive produzidos por órgãos ligados ao governo mostram que não havia índios nessa região antes da promulgação da Constituição de 1988 e que as famílias com áreas invadidas têm títulos da terra há 40, 50 anos.

A verdade não pode ter duas vias. Por isso, a Justiça e os órgãos competentes precisam agir e tomar por princípio norteador a verdade e os preceitos fundamentais da Carta que dá suporte à democracia nacional. Há muito se comprovou, por meio dos números, que as comunidades indígenas brasileiras não precisam de mais terra, já que são 890 mil índios donos de uma área que equivale a quase 12% do território nacional. O que esses brasileiros precisam é de respeito e de programas de atenção que competem à União realizar, por meio dos tributos que arrecada com a enorme carga tributária que incide sobre agricultores, trabalhadores e empresários.

A solução desse impasse é simples. Basta que o governo federal crie, e principalmente coloque em prática, com eficiência e de forma duradoura, políticas que deem respeito e dignidade às comunidades indígenas em áreas que são delas, que precisam contar com toda infraestrutura. Se essas comunidades forem tratadas com a atenção que merecem, elas não precisarão, a partir da manipulação e da mentira de alguns, invadir terras que têm dono e onde predominam o trabalho, a produção e a geração de divisas tão fundamentais para manter o País e as suas estruturas em funcionamento.

Igualmente preocupante são as invasões provocadas por membros do MST, o Movimento Sem-Terra, em regiões do interior do Paraná. Os invasores desse grupo sentem-se, diante da omissão de setores da Justiça e do próprio governo, imunes à lei. Não são responsabilizados mesmo ao passar por cima da Constituição e por praticar crimes contra o patrimônio de terceiros e contra o meio ambiente.

Medidas sérias precisam, e com urgência, ser adotadas para evitar que os desdobramentos dos excessos patrocinados pelo MST fiquem fora de controle, gerando clima de insegurança e de instabilidade sem precedentes.  Os crimes cometidos por quem quer que seja precisam ser punidos segundo os rigores da lei, porque, caso contrário, princípios fundamentais em um regime democrático estarão condenados. O Brasil precisa, de forma incondicional, de seriedade e do cumprimento das leis. E essa regra precisa valer para qualquer pessoa, empresa ou órgão público, porque ninguém e nenhuma estrutura está acima da Constituição.

Os pontos centrais que essa Carta do Oeste defende, são:

- Regulamentação, com o devido rigor, da entrada de estrangeiros no Brasil, exemplo de guaranis vindos do Paraguai que têm se somado a invasões de terra tanto no Extremo-Oeste quanto no Sudoeste do Paraná

- A urgente aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 215, que passa para o Congresso a palavra final sobre questões ligadas à demarcação de novas áreas indígenas

- Aprovação da PEC 71 para que, em possíveis casos de demarcação de áreas indígenas, às propriedades rurais afetadas pela medida sejam devidamente indenizadas. O que se quer é o pagamento integral da propriedade aos agricultores, segundo os valores de mercado, e não apenas o pagamento das benfeitorias

- Apoio, amparo e respeito à classe produtiva por parte, em especial, dos representantes políticos, dos governos e de todos os segmentos organizados
- Respeito incondicional à Constituição e às leis, nesse caso em específico ao direito à propriedade

- Combate às manipulações e mentiras (a exemplo do contido no relatório da Comissão da Verdade) que tentam desestabilizar a ordem de direito e, com isso, criar conflitos para questionar a legítima posse da terra de propriedades rurais produtivas

- Defesa e respeito à imprescindível soberania nacional

- Respeito à estrutura familiar que faz da agricultura brasileira, apesar da falta de incentivos, de infraestrutura e de uma carga tributária justa, uma das mais produtivas e competitivas do mundo

- Combate a toda forma de depredação à propriedade de terceiros, como tem ocorrido há anos em áreas da Araupel, no Sudoeste Paranaense, e em propriedades invadidas por indígenas no Extremo-Oeste do Estado

- Rigor dos órgãos competentes no combate e punição a crimes ambientais, a exemplo do corte irregular de madeira feito por sem-terra em áreas da Araupel invadidas em Quedas do Iguaçu e em Rio Bonito do Iguaçu

- Criação, por parte da União e dos órgãos competentes, de uma política que restaure a dignidade dos povos indígenas brasileiros, que criem estruturas adequadas nas aldeias e reservas, e que essas comunidades possam ter garantias mínimas de sobrevivência e de qualidade de vida

- Que em vez de fomentar a discórdia, órgãos do governo, da Justiça, ongs e outros trabalhem pela integração dos índios à comunidade brasileira da qual também pertencem

- Que o Estado cumpra, segundo o que determina a Justiça, os mandados de reintegração de posse para, assim, evitar instabilidades que possam fragilizar o princípio da paz no campo

- E particularmente que órgãos ligados à Justiça, instância máxima que deve garantir o tão necessário Estado de Direito, observe com rigor e com isenção as leis e os princípios contidos na Constituição Brasileira.

Diante de tudo isso, as entidades que subscrevem esse documento reivindicam que as invasões de terra, tanto por indígenas quanto por membros do MST, sejam devida e responsavelmente tratadas pelos órgãos competentes e pelos líderes que devem representar e zelar pelos interesses, indistintamente, de todos os brasileiros.

Cordialmente,

Invasões de terra, direito à propriedade e riscos à paz no campo em pauta

Dia 23/07/2015

As consequências das invasões de áreas produtivas e a omissão aos mandados de reintegração de posse serão alguns dos temas em debate em evento regional na noite desta quinta-feira, às 18h30, na Acic, em Cascavel.

Há anos a região, uma das que mais produzem no País e que tem mais de 75% de suas propriedades rurais de mini e pequeno portes, é alvo da ação de indígenas e do Movimento Sem-Terra. Diante da leniência de setores públicos e do próprio Estado, os riscos de instabilidade no campo se agravam.  Há mais de cem mandados de reintegração expedidos pela Justiça e não cumpridos no Paraná.

O assunto trará a Cascavel líderes políticos, representantes de entidades de classe e produtores rurais de várias regiões, inclusive dos municípios mais diretamente afetados pelas invasões, como Guaíra, Terra Roxa e Quedas do Iguaçu. Além de debater, o encontro da noite desta quinta-feira extrairá documento no qual serão feitos apontados do desrespeito à lei e à Constituição e as suas consequências e desdobramentos. A organização do encontro é da Caciopar em parceria com entidades organizadas dos mais diversos setores do interior do Paraná.

Presenças

O presidente da Subseção da OAB em Cascavel, Juliano Murbach, vai falar sobre Direito à propriedade – visão jurídica. Depois, o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu, Nelton Friedrich, informará sobre mapeamento indígena no Oeste e Comissão da Verdade. O presidente da Aciqi de Quedas do Iguaçu, Reni Fernande Felipe, e o sócio-proprietário da Araupel, Tarso Giacometti, informarão sobre o clima de instabilidade provocado pelas recentes invasões do MST a propriedades da empresa em Quedas e em Rio Bonito do Iguaçu, as duas já com reintegrações de posse expedidas pela Justiça.

A pauta seguirá com a exposição do presidente do Núcleo Regional dos Sindicatos Rurais Patronais do Oeste, Paulo Orso, sobre Direito à propriedade – questão indígena. O tema será aprofundado também por Ermínio Vendruscolo, da Ong Dip, e pelo presidente da Caciopar, Sergio Marcucci. Informações adicionais podem ser conseguidas pelos telefones (45) 3321-1449, com Rosane Ferreira, e 3321-1432, com Rosana Lovo.

Defesa Civil decreta situação de emergência em 28 cidades do Paraná

Dia 17/07/2015

Os estragos provocados pelas chuvas que atingem o Paraná desde sexta-feira (10) deixaram 28 municípios em situação de emergência. No total, o mau tempo atingiu 34.411 em 53 municípios, segundo boletim da Defesa Civil divulgado às 19h30 desta quinta-feira (16). O documento aponta que 220 pessoas estão desalojadas e 12 permanecem desabrigadas.

De acordo com o boletim da Defesa Civil, divulgado nesta quinta-feira, os decretos foram emitidos pelos prefeitos de Alto Paraíso, Ampére, Araruna, Barracão, Bom Jesus do Sul, Campo Mourão, Congonhinhas, Floresta, Francisco Beltrão, Indianópolis, Janiópolis, Marialva, Mariópolis, Matelândia, Mauá da Serra, Nova Londrina, Pranchita, Roncador, Rondon, Santo Antônio do Sudoeste, Querência do Norte, Sarandi, Teixeira Soares, Terra Rica, Umuarama, Iporã, Siqueira Campos e Loanda.

Ainda conforme o levantamento, um rapaz morreu em Araruna, no noroeste do estado, entre sexta (10) e sábado (11), ao tentar atravessar um córrego que corta a propriedade da família, e 35 pessoas ficaram feridas.

Em Terra Rica, no noroeste, a chuva de granizo que atingiu o município na noite de terça-feira (14), deixou 45 famílias desalojadas, e causou o destelhamento de 850 casas. Alguns pacientes do único hospital do município foram transferidos para Paranavaí, pois o telhado da instituição hospitalar ficou bastante danificado.
“Acreditamos que só com estragos em prédios municipais, estradas e ruas o prejuízo passa de R$ 950 mil. Ainda não terminamos de contabilizar os prejuízos financeiros com os estragos em casas, comércios e escolas”, explica o coordenador da Defesa Civil em Terra Rica, Wellington Pollo.

No município do noroeste do estado cinco pessoas ficaram feridas. Duas delas foram atingidas por pedras de granizo na noite de terça-feira, e três se feriram na quarta-feira (15) quando estendiam lonas. Essas vítimas caíram de telhados e uma delas foi internada em estado grave no hospital Santa Casa de Paranavaí.

Enchentes

A Defesa Civil Estadual está em alerta e teme possíveis enchentes. “Tudo indica que vai ter a elevação do Rio Iguaçu e que vários municípios que estão ao longo do leito desse rio deverão ser atingidos por enchentes nos próximos dias”, afirma o coordenador Estadual da Defesa Civil, coronel Adilson Castilho.

De acordo com o coordenador, a Defesa Civil está preparada para atender os atingidos e trabalha para tirar as famílias das áreas de risco. “Em todo o estado do Paraná nós estamos em regime de prontidão, com toda a Defesa Civil Estadual preparada, acompanhando, fazendo alerta às populações que estão em área de risco e possam ser atingidas, principalmente agora nessa fase, por alagamentos com a elevação do nível dos rios e também com a retirada dessas pessoas”, afirma.

Tornado

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) esteve na quinta-feira em Francisco Beltrão, para ver os estragos causados pelo tornado que atingiu a cidade na noite de segunda-feira (13).

De acordo com a Somar Meteorologia, os ventos chegaram a 115 km/h. A área rural do município foi a mais atingida, pelo menos 12 casas foram totalmente destruídas. Em uma delas, estavam 15 pessoas da mesma família comemorando um aniversário, quando o vendaval começou.

Após o tornado, a preocupação foi com a chuva. O nível do Rio Marrecas, que corta a cidade de Francisco Beltrão, subiu quatro metros acima do normal na quarta-feira (15) e casas e ruas ficaram alagadas. Segundo o Corpo de Bombeiros, nesta quinta o nível do rio já tinha baixado quase um metro e não havia mais pontos de alagamento.

Na quinta-feira, o governador anunciou a liberação de R$ 3 milhões para ajuda emergencial aos municípios atingidos. O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, também garantiu que o governo federal vai ajudar os municípios do Paraná. O valor previsto é de mais R$ 1,635 milhão.

Conforme o coronel Adilson Castilho, um levantamento geral dos prejuízos nos municípios do Paraná será feito após a chuva parar. “Nós precisamos agora aguardar que cessem as chuvas, que haja a diminuição do nível dos rios, que voltem ao seu leito normal, para que então o município possa contabilizar todos os prejuízos. Tanto na área urbana, como na área rural”, comentou.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural de Francisco Beltrão estima que os prejuízos passem de R$ 5 milhões no município.

Ajuda

Em Mariópolis e Francisco Beltrão, o trabalho está concentrado na distribuição das doações que chegam para ajudar as famílias atingidas.

Estão sendo arrecadados donativos em vários municípios do estado. Os pedidos são de água, alimentos, roupas, calçados e cobertores, materiais de construção, móveis e dinheiro. Em Francisco Beltrão os telefones para informações sobre as doações são: (46) 3520-2190, (46) 3520-2191 e (46) 3520-2192; em Mariópolis é o (46) 3226-8100; Pato Branco (46) 3225-5544 e em Vitorino o telefone é o (46) 3227-1616.

No oeste, voluntários também estão recolhendo doações. Os interessados podem telefonar para os números (45) 9907-3098 e (45) 9102-5185, do Esquadrão da Caveira, e (45) 9968-8848, do Conselho de Leigos da Igreja Católica, ambos de Foz do Iguaçu, - os donativos também podem ser entregues nas paróquias da cidade – em Santa Terezinha de Itaipu o telefone para informações sobre as doações é o (45) 9960-7873.

Na região noroeste, as doações podem ser feitas em todas as defesas civis municipais. Em Terra Rica, a Defesa Civil está localizada na Avenida James Patrick Clark.

Previsão do tempo

Sistema Tecnológico Simepar, o tempo no estado deve continuar instável na sexta-feira (17). Em algumas cidades o sol pode aparecer, mas ainda há previsão de chuva passageira, e não mais contínua como nos últimos dias.

No fim de semana o sol prevalece e a chuva será mais isolada. No domingo as temperaturas sobem no Paraná e a chuva para.

Acidentes registrados nas rodovias estaduais do sudoeste

Dia 13/07/2015

Um grave acidente foi registrado na rodovia PR-280 próximo ao trevo de acesso a Vitorino, na tarde  de sexta-feira, 10, onde tirou a vida do cartorário beltronense Edival Vicente da Silva, 71 anos.

Edival conduzia a camionete Pagero e acabou batendo na traseira de um caminhão Ford/Cargo baú, placas de Papanduva/SC conduzido por Luis Busko, 25 anos. Os dois seguiam sentido Pato Branco a Renascença e quando o caminhão passava por um lombada foi atingido na traseiro pelo veículo.

Edival morreu no local do acidente. Após perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pato Branco. Edival Vicente da Silva, era titular do Cartório Distribuidor no Fórum da Comarca de Francisco Beltrão, há 40 anos.

Um rapaz também morreu após um acidente registrado na noite de sábado, 11, entre Coronel Vivida e Chopinzinho. Uma motocicleta Honda FAN 125, de Coronel Vivida conduzida por Gilson Southier, 32 anos uma camioneta Hilux, de placas de Pato Branco, conduzida por Itamir Viola, 46 anos bateram próximo ao trevo secundário a Coronel Vivida.

O condutor da motocicleta foi encaminhado em estado grave pelo Samu a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pato Branco.

Na camionete um passageiro de 27 anos teve ferimentos leves e foi encaminhado a UPA, pelo Corpo de Bombeiros.

Prefeitura de Espigão retoma programa Sorriso Bonito


Prefeito de Espigão Alto do Iguaçu José Nilson Zgoda

Dia 07/07/2015

O município vizinho de Espigão Alto do Iguaçu, através da Secretaria de Saúde irá cadastrar inicialmente sessenta munícipes no Programa Sorriso Bonito, que está sendo resgatado pela  administração municipal.

O programa já existia no segundo mandato do prefeito Zé Zgoda e beneficiou centenas de pessoas com próteses dentárias. Agora, o programa será retomado e na primeira etapa sessenta pessoas serão cadastradas para receber o benefício.

Os inscritos devem comparecer no dia 10 de julho, sexta-feira, a partir das 08h na Secretaria  Municipal de  Educação para tirar o molde da prótese.

Colisão deixa vítimas fatais de Quedas do Iguaçu

Dia 06/07/2015

Uma batida envolvendo dois carros e um ônibus que transportava estudantes de Boa Vista da Aparecida, deixou dois mortos e três pessoas feridas na noite de sábado, 04, na PR  180, em Rio do Salto, Distrito de Cascavel.

O motorista de uma Ford Ranger, placas de Cascavel, perdeu o controle da direção e colidiu contra a lateral do ônibus VW com placas de Boa Vista, que veio a colidir de frente contra um Fiat Palio, de Quedas do Iguaçu, conduzido pelo professor de informática Vilso Santos Sauer de 31 anos de idade.

Vilso e Priscila Daiana Riter Pereira de 24 anos morreram na hora. Os passageiros renan Junior Riter Pereira de 19 anos e Geana Marcos da Silva Mari de 31 anos que estavam no banco de trás do veículo Palio tiveram ferimentos considerados graves, mas sem risco a vida e foram levados para  Cascavel.

Com a força da batida os dois veículos ficaram destruídos. O Palio caiu ao lado da pista. O condutor da camionete, um homem de 37 anos, teve ferimentos leves. Foto: CGN.

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