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Saúde

Governador desobriga máscaras, Quedas segue na mesma linha

Dia 31/03/2022

Na terça-feira (29) o governador Ratinho Junior, assinou novo decreto (10.596/2022) que libera a circulação de pessoas sem máscaras em locais internos. O decreto revoga os dispositivos da norma anterior e mantém a orientação para a Secretaria de Estado da Saúde regulamentar o uso em alguns espaços internos, como transporte público, espaços de saúde e clínicas, com caráter de recomendação.

A medida já está em vigor e leva em consideração a situação estável da circulação do vírus que provoca a Covid-19 no Paraná, e a queda nos internamentos, óbitos e taxa de transmissão das últimas semanas. A alteração é um complemento da flexibilização do uso das máscaras de proteção individual em locais externos, assinada em 16 de março.

A decisão foi tomada 23 meses depois da obrigatoriedade, por lei estadual, em 28 de abril de 2020. A implementação da nova regra só foi possível graças a uma alteração legislativa que deu ao Estado a prerrogativa pelas decisões sanitárias sobre uso de máscara, no começo de março.

No Paraná, quase 80% da população está com a cobertura vacinal completa. Mais de 4 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço. Também houve redução no número de mortes e de casos mais graves da doença. A média móvel de casos caiu 54% em relação há duas semanas e a média de mortes diminuiu 75% no mesmo período. A ocupação nas UTIs está em 33% e a taxa de transmissão é de 0,92, abaixo de 1, com tendência de queda.

Confira a alteração do Decreto de Quedas do Iguaçu:

Data: 30/03/2022 - SÚMULA: Revoga o Decreto 098/2022 e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE QUEDAS DO IGUAÇU, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais que lhe confere a Lei Orgânica do Município, Considerando a Lei Estadual nº 20.971/2022 e o Decreto Estadual nº 10.596/2022 do Governo do Estado do Paraná; DECRETA: Art. 1º–Fica revogado o Decreto Municipal nº 098/2022, de 17 de março de 2022. Art. 2º–No território do Município de Quedas do Iguaçu deverão ser observados os protocolos sanitários estabelecidos pela Secretaria do Estado de Saúde – SESA., conforme determina o Decreto Estadual nº 10.530/2022 e 10.596/2022. Art. 3º–Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, sendo revogadas quaisquer disposições em contrário. Quedas do Iguaçu-PR, em 30 de março de 2022. ELCIO JAIME DA LUZ - Prefeito Municipal

Governo desobriga o uso de máscaras em todo Paraná

Dia 17/03/2022

O Governo do Paraná publicou, no final da tarde de quarta-feira (16), um novo decreto que desobriga o uso de máscaras em ambientes abertos do estado. A medida é anunciada após a revogação da lei que tornou obrigatório, em 2020, o uso do item.

De acordo com o novo decreto, o uso de máscaras, para adultos, continua obrigatório apenas em locais fechados (eventos, transporte público, trabalho ou comércio).

Para crianças menores de 12 anos, o uso fica liberado qualquer ambiente. Ainda segundo o decreto, fica obrigatório, em ambientes abertos e fechados, o uso de máscara facial para pessoas que apresentarem sintomas de Covid-19.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), se os números relacionados à pandemia permanecerem em queda, a comissão técnica da pasta pode analisar a flexibilização das máscaras, também, para locais fechados. O projeto que derruba a obrigatoriedade do uso de máscaras foi aprovado na manhã de quarta, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), com menos de 24 horas de discussões e com forte articulação do Governo do Estado, autor da proposta. O projeto seguiu, na sequência, para sanção do governador Ratinho Júnior (PSD).

De acordo com informações do governo, nos próximos dias serão publicadas resoluções detalhando o uso de máscaras em locais específicos, como academias e igrejas.

Legalmente, leis municipais estão acima de decretos, mesmo que sejam estaduais. Portanto, municípios do estado que ainda tiverem legislações próprias obrigando o uso de máscaras, precisarão revogá-las para que o decreto estadual tenha efeito.

Estado registra mais de 6 mil casos de Covid

Dia 08/02/2022

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta segunda-feira (7) mais 6.324 casos e 19 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números não necessariamente representam a notificação das últimas 24 horas.

Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Estado soma 2.084.187 casos e 41.225 óbitos pela doença.

Os casos são de fevereiro (5.662) e janeiro (641) de 2022; e dezembro (3), novembro (2), outubro (1), setembro (2), julho (2), junho (2), maio (1), abril (1), março (2), fevereiro (3) e janeiro (2) de 2021.

Os óbitos são de fevereiro (18) e janeiro (1) de 2022.

INTERNADOS – 191 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (76 em UTIs e 115 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.391 pacientes internados, 503 em leitos de UTI e 888 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A Sesa informa a morte de mais 19 pacientes. São sete mulheres e 12 homens, com idades que variam entre 37 e 98 anos. Os óbitos ocorreram entre 28 de janeiro e 7 de fevereiro de 2022.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (6), Guaratuba (2) e Foz do Iguaçu (2).

O boletim registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Ângulo, Vera Cruz do Oeste, São Jorge do Patrocínio, Santo Antônio do Sudoeste, Palmeira, Nova Londrina, Marechal Cândido Rondon, Carlópolis e Boa Vista da Aparecida.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 9.854 casos de não residentes no Estado – 225 pessoas foram a óbito.

Jovem morre e família acusa hospital de Quedas de negligência

Dia 27/01/2022

Uma jovem de apenas 23 anos de idade, moradora de Quedas do Iguaçu, procurou o hospital municipal de Quedas do Iguaçu passando mal e com muitas dores. Em um áudio enviado pela vítima a seus familiares um dia antes de vir a óbito, ela relatou a falta de cuidados e de tratamento.

A jovem Miriam Bonifácio da Rocha foi mandada a voltar para a casa, e no dia seguinte retornou ao hospital municipal onde tentaram entubar a jovem que teve uma parada cardíaca e veio a óbito.

Testemunhas afirmam ter presenciado coisas absurdas no único hospital da cidade.

Paraná declara epidemia de H3N2

Dia 12/01/2022

No dia 12 de janeiro, o Governo do Paraná declarou estado de epidemia de gripe H3N2 e confirmou o primeiro caso da variante ômicron da Covid-19.

O subtipo da influenza está provocando surtos atípicos em diversas cidades brasileiras. De 11 de dezembro até 10 de janeiro, o estado registrou 12 óbitos do vírus em nove municípios. As vítimas eram seis mulheres e seis homens, com idades entre 44 e 86 anos.

São 832 casos confirmados de H3N2 em 149 municípios do Paraná. O número representa testes realizados pela Rede Sentinela, que está distribuída em 34 pontos do estado. Com 399 municípios, a Sesa acredita que o número de casos seja até 30 vezes maior do que o registrado.

“Neste momento, estamos fazendo um esforço principalmente em monitor o Estado que conta com muitas pessoas que quiserem vacinar fora do grupo prioritário. Ainda temos 616 mil doses à disposição”, explicou Beto Preto, secretário da Saúde.

Conforme a secretaria, a estratégia do governo, neste momento, é o reforço da imunização contra a gripe. É importante lembrar que os cuidados para evitar o contágio e a transmissão da influenza são os mesmos usados para frear a disseminação da Covid-19: uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

PRIMEIRO CASO DA VARIANTE ÔMICRON NO PARANÁ

Durante a coletiva, o secretário Beto Preto afirmou que confirmou hoje o primeiro caso da variante ômicron no Paraná. Se trata de um jovem, de 24 anos, morador de Curitiba. Ele está com o esquema vacinal completo e já havia se infectado com a Covid-19 em junho de 2021.

Conforme a Sesa, o paciente apresentou os primeiros sintomas em 14 de dezembro, quando realizou o teste. Uma amostra foi encaminhado para a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que confirmou a variante ômicron.

Apesar do aumento no número de casos diários da Covid-19, Beto Preto afirmou que o estado tem registrado casos mais leves. Porém, a projeção é que nos próximos dias o número de diagnósticos cresça. “Especialistas acreditam que dentro de três ou quatro semanas podemos ter um agravamento da situação. Então, neste momento, a vacina tem se mostrado fundamental”, afirmou.

Segundo a secretaria, a transmissão comunitária da variante ômicron já existe no Paraná. Somente nos primeiros onze dias, foram identificados 40.164 casos do coronavírus. Por isso, a orientação é que os paranaenses evitem aglomerações neste momento. Nos próximos dias, o Governo do Paraná vai avaliar a situação da transmissão da doença e avaliará se deve adotar restrições.

“A variante Ômicron é cerca de 2 ou 3 vezes mais transmissível que a Delta, muito semelhante ao vírus do sarampo. Mas aparentemente menos grave que outras ondas, sobretudo por conta da grande cobertura vacinal no Paraná”, explicou Beto Preto.

Criança morre por Covid em Quedas

Dia 11/01/2022

O município de Quedas do Iguaçu, registrou na última segunda-feira, 10 de janeiro, o falecimento de uma criança de quatro anos por complicações da Covid-19.

Segundo o boletim da secretaria de Saúde da cidade, além deste caso fatal o município registra desde o final de semana cerca de 30 casos ativos.

Paraná tem transmissão comunitária da H3N2

Dia 04/01/2022

O Paraná registrou novos 224 casos da Influenza H3N2 nesta segunda-feira (3), somando 262 confirmações e um óbito desde o início desse ciclo, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde.

O Estado já se encontra em estágio de transmissão comunitária, que é quando o contágio do vírus nas pessoas ocorre no mesmo território, sem a necessidade de trânsito para outras localidades como foco de contaminação.

Ainda foram confirmados que três casos da H3N2 no Paraná são da cepa Darwin, sendo eles registrados nos municípios de Castro e Pato Branco (duas mulheres de 23 anos), além de um morador do Rio de Janeiro, em Rio Negro (um homem de 22 anos).

“Estamos passando por um momento atípico, registrando aumento no número de casos e procura hospitalar nas últimas semanas por Síndrome Gripal e Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG’s) em pleno verão, sendo que essas doenças possuem maior circulação no hemisfério Sul geralmente no período do inverno”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Os principais sintomas da H3N2 são similares ao da gripe comum, como febre alta, tosse, dor de garganta, cabeça, corpo e articulações.

“As medidas não farmacológicas, como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel, não servem apenas para evitar Covid-19, mas também para a Influenza. E em casos de contaminação, o principal é que as pessoas busquem o atendimento nas Unidades de Saúde espalhadas por todo o Estado”, continuou Beto Preto.

Assim como outras doenças virais, a Influenza sofreu mutações, resultando em “sublinhagens” como a H3N2. Mas o medicamento oseltamivir (tamiflu), receitado na dosagem correta pela equipe médica permite o risco de morte se utilizado em até 48h da infecção.

Com o crescimento de casos da doença no Estado, a Secretaria tem buscado fornecer o medicamento para todas as Regionais de Saúde e realizou contatos com o Ministério da Saúde para a remessa de mais lotes do tamiflu ao Paraná.

Além disso, o órgão estadual está negociando a compra de testes rápidos para a detecção de gripe para auxiliar o monitoramento da doença em todo Estado.

“Não estamos com surto de gripe, mas mais de 700 mil vacinas contra a Influenza ainda não foram aplicadas no Paraná. Precisamos que a população continue buscando pela imunização, dificultando a infecção pelo vírus da gripe, seja ele qual for”, finalizou Beto Preto.Até esta segunda-feira, os seguintes municípios do Paraná haviam registrado casos da H3N2: Paranaguá, Almirante Tamandaré, Araucária, Bocaiúva do Sul, Campo Largo, Colombo, Contenda, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul, Carambeí, Castro, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, Chopinzinho, Pato Branco, Ampére, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte, Tuneiras do Oeste, Capitão Leônidas Marques, Terra Boa, Tapira, Paranapoema, Paranavaí, Itaguajé, Ivatuba, Maringá, Sarandi, Apucarana, Jandaia do Sul, Cambé, Ibiporã, Londrina, Rolândia, Bandeirante, Cornélio Procópio, Nova Santa Bárbara, Barra do Jacaré, Jundiaí do Sul, Santana do Itararé, Santo Antônio da Platina, São José da Boa Vista, Palotina, Quatro Pontes, Terra Roxa, Toledo e Telêmaco Borba.

O único óbito registrado pela H3N2 no Paraná até o momento foi em uma mulher de 77 anos, residente de Maringá, na região noroeste do Estado.

Nova cepa é responsável pela primeira morte no Paraná

Dia 21/12/2021

A Secretaria Estadual da Saúde do Paraná confirmou nesta tarde de segunda-feira (20) a primeira morte da nova cepa da gripe H3N2 no estado. A vítima é uma idosa de 77 anos, moradora de Maringá, região Norte. A senhora tinha comorbidades.

De acordo com o secretário da Saúde Beto Preto, não há um surto dessa cepa da Influenza no estado. A senhora que faleceu em Maringá tinha tomado a vacina contra a gripe este ano. Beto Preto explicou que como a cepa é muito nova, a última vacina da gripe não garante a proteção com a vacinação.

Paraná proíbe uso de narguilé em ambientes fechados

Dia 18/11/2021

Desde 2009 o Paraná tem uma legislação que proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas e charutos em ambientes total ou parcialmente fechados de uso coletivo. O que muitos não sabem é que a legislação também proíbe o uso de cigarros eletrônicos e narguilé nesses mesmos locais.

É o que lembra o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), um dos autores da lei aprovada na Assembleia Legislativa do Paraná e que está em vigor há 12 anos. “A nossa lei antifumo proíbe a utilização de qualquer dispositivo, como o cigarro eletrônico, que possa simular o cigarro. A fumaça que é expelida é tão cancerígena quanto a fumaça do cigarro. A lei já proíbe e é necessário que os usuários sejam coibidos dessa prática”, alertou.

De acordo com a lei Antifumo, está proibido no Paraná, em ambientes de uso coletivo, total ou parcialmente fechados, públicos ou privados, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, que produza fumaça e o uso de cigarro eletrônico.

O consumo desses itens somente é permitido em locais de culto religioso em que o uso de produto fumígeno faça parte do ritual; nas instituições de tratamento da saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista; em vias públicas e residências; e nos estabelecimentos exclusivamente destinados ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, desde que essa condição esteja anunciada, de forma clara, na respectiva entrada.

Deputados estudam estender proibição para espaços abertos coletivos

Pensando na restrição ainda maior sobre o uso de cigarros, tramita na Assembleia Legislativa o projeto de lei 494/2019 que pretende estender a proibição do uso de cigarros também em espaços abertos de uso coletivo, ampliando a abrangência da lei Antifumo.

Pela proposta, que aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a proibição ao consumo do cigarro vai atingir, por exemplo, estádios de futebol, praças, parques e praias.

“É a atualização da lei que foi muito bem aceita pela população e alcançou resultados extraordinários com a redução de fumantes no estado e no país. Além de estimular as pessoas a abandonarem o vício, buscamos coibir o consumo com a limitação dos espaços. É uma medida de saúde coletiva”, afirmou Romanelli.

A proposta foi apresentada na Alep em parceria com o deputado Michele Caputo (PSDB), que entende que é necessário proteger ainda mais o chamado fumante passivo.

“É no mínimo inconveniente você estar em um ambiente aberto e ainda ser obrigado a ficar exposto as 4,7 mil substâncias nocivas à saúde contidas no cigarro. Entendemos que o tabagismo é uma doença e deve ser tratada como tal. Por isso, temos que lançar mão de novas estratégias para restringir seu consumo, o que inclui a política de redução de danos”, disse.

Números

Os dados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2019, mostram que o percentual de usuários de derivados de tabaco é de 12,8% entre os entrevistados. O número é menor do que o registrado em 2013, de 14,9%. Neste mesmo período, o grupo de ex-fumantes aumentou, passou de 17,5% para 26,6%.

Em Curitiba, segundo dados preliminares da pesquisa Vigitel Brasil 2020 realizadas nas capitais e no Distrito Federal com população acima de 18 anos, o índice é de 12% de fumantes, redução de 5 pontos em relação a 2010, quando o percentual foi de 17% da população. Hoje, a capital paranaense é a quarta no ranking das capitais, ficando atrás de Florianópolis (15,1%), São Paulo (14,2%) e Porto Alegre (13,3%), que em 2010 também apresentavam percentuais mais altos 17,4, 19,6 e 19,5, respectivamente.

Se por um lado o consumo do cigarro tradicional vem diminuindo, a preocupação aumenta em relação aos dispositivos eletrônicos, mesmo tendo a importação e venda proibidas no Brasil desde 2009, e ao uso do narguilé.

A Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PENSE) de 2019 e divulgada recentemente aponta dados preocupantes. O estado do Paraná lidera, entre os jovens de 13 a 17 anos, o ranking do uso de narguilé. Pela pesquisa, 52,4% dos jovens entrevistados afirmaram já ter experimentado narguilé ao menos uma vez.

A lista segue com o Distrito Federal em segundo, com 50,6%; e o Mato Grosso do Sul com 48,9%. Já no Brasil, o percentual médio de jovens que afirmaram ter usado narguilé é de 26,9%.

Já o uso do cigarro eletrônico foi confirmado por 27,6% dos jovens entrevistados, sendo o Paraná o segundo no ranking, perdendo apenas para o Distrito Federal com 30,8%. No país o percentual é de 16,8%.

Segundo dados de uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada em agosto deste ano, durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados, 3% da população acima de 18 anos faz uso diário ou ocasional desses dispositivos, o que pode ser a “porta de entrada” para que essas pessoas migrem para o cigarro convencional.

Um estudo do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontou que 50% das pessoas que usam o cigarro eletrônico nunca consumiu um cigarro tradicional. Mas o próprio INCA aponta que o uso do cigarro eletrônico aumenta em 3 vezes o risco de se experimentar um cigarro tradicional e em até 4 vezes de se tornar um tabagista.

50% dos brasileiros estão totalmente imunizados

Dia 21/10/2021

Um levantamento realizado e divulgado no dia 20 de outubro, mostrou que o Brasil alcançou 50,1% da população brasileira está totalmente vacinada. Exatamente 106.874.272 pessoas.

Contando com as pessoas que tomaram apenas a 1° dode até o momento, o percentual aumenta para 71,41% da população. 5.065.592 pessoas já receberam a dose de reforço. Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 264.265.423 doses aplicadas desde o começo da vacinação no Brasil, em janeiro de 2021.

152.325.559 (71,41% da população) pessoas parcialmente imunizadas;
106.874.272 (50,1% da população) totalmente imunizadas;
Total de doses aplicadas: 264.265.423 (84,26% das doses distribuídas aos estados).

O Paraná já vacinou 8.385.854 (72,31%) pessoas com a 1ª dose, 6.124.940 (52,81%) pessoas com a 2ª dose + dose única e com a dose de reforço 191.801 pessoas.

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