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Saúde

Confirmada mais uma morte por gripe em Cascavel

Dia 06/06/2019

O novo boletim da gripe divulgado pela SESA, nesta quarta-feira (05), confirma o terceiro óbito por Influenza H1N1 em Cascavel. Trata-se de um paciente de 92 anos, sexo masculino, que foi a óbito na última semana de maio, e de acordo com a investigação não tomou a vacina.

Os óbitos registrados por Influenza, 3 óbitos por Influenza H1N1 e 1 óbito por Influenza H3 (sazonal), em Cascavel são de pacientes dentro da faixa etária preconizada para receber a vacina (02 anos, 68 anos, 89 anos e 92 anos).

Nenhum deles havia recebido a vacina da gripe.

Mortes por doença respiratória grave

1º caso: houve confirmação de um óbito, ocorrido na UPA Veneza no dia 16/04, por Influenza A H1N1(pdm09), de uma criança, do sexo feminino, com 03 anos de idade.

2º caso: foi confirmado o resultado de SRAG detectável para Influenza A H1N1 (pdm09), que evoluiu para óbito em 22/04, no HUOP. Trata-se de um senhor de 68 anos, com entrada na Upa em 13/04, transferido para HUOP em 15/04 e, infelizmente, evoluiu para óbito em 22/04/2019. Segundo informações obtidas, paciente não tomou vacina de Influenza no ano passado e nem neste ano. Era morador da Região do Lago.

3º caso: 89 anos - sexo masculino - data do início dos sintomas: 26/04/2019, data de internação: 03/05/2019 e data do óbito: 11/05/2019, por Influenza A sazonal (H3) - sintomas do paciente: febre, tosse, dor de garganta, dispneia, desconforto respiratório, situação de O² menor que 95%. Paciente portador de doença cardiovascular crônica, doença neurológica (Alzheimer).

4º caso (metapneumovírus): 81 anos - sexo feminino - data de início dos sintomas: 21/04/2019, data de internação: 24/04/2019 e data do óbito: 27/04/2019, por metapneumovírus - sintomas da paciente: febre, tosse, dispneia, desconforto respiratório, saturação de O² menor que 95%. Paciente portadora de doença renal crônica, doença pulmonar crônica, uso de O² (oxigênio) em domicílio.

Vacinação contra gripe é ampliada para toda população

Dia 04/06/2019

A vacinação contra a gripe termina nesta sexta-feira (31) para o público-alvo da campanha. O saldo de doses estará disponível para toda a população a partir de segunda-feira (03/06). A secretaria estadual segue orientação do Ministério da Saúde de atingir 90% de cobertura vacinal.

O público prioritário para receber a vacina até esta sexta é formado por crianças com idade entre seis meses e cinco anos incompletos; gestantes, puérperas; idosos; povos indígenas, professores, trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, população privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 20 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e policiais civis e militares.

A recomendação da Secretaria de Estado da Saúde é para que este público compareça aos postos para receber a dose. “A vacina é a melhor maneira de se prevenir, é um ato de proteção”, disse o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

A enfermeira Vera Rita Maia, da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria da Saúde, alerta que o inverno começa em menos de um mês e que trata-se de uma doença que parece simples, mas pode ser grave. “A infecção pelo vírus influenza, pode evoluir com complicações como pneumonia, internação hospitalar e, em algumas situações, evoluir para o óbito”.

De acordo com o balanço de cobertura vacinal, os idosos e os funcionários do sistema prisional foram os que mais procuraram os postos para a vacinação, chegando a 100% do público imunizado no Paraná. Os indígenas registram 96% e as puérperas, 90%. Os demais grupos apresentam cobertura vacinal entre 60% e 89%.

NÚMEROS - O boletim sobre a situação da gripe influenza no Paraná divulgado nesta quarta-feira (29/05) pela Secretaria da Saúde do Paraná registra 133 casos confirmados, com 37 mortes. São seis óbitos a mais que na semana anterior.

Os casos aconteceram em Almirante Tamandaré (menino de 1 ano), Paranavaí (homem de 49 anos), Santa Terezinha de Itaipu, (mulher de 60 anos), Paranaguá (mulher de 75 anos), Curitiba (homem de 76 anos) e Foz do Iguaçu (homem de 91 anos).

PREVENÇÃO – A enfermeira Vera Rita ressalta que a gripe é uma doença respiratória aguda que deve ser levada a sério. Os sintomas são febre, tosse, dores no corpo e na garganta, fadiga e calafrio.

“Além da vacina, é importante adotar outras medidas de prevenção, como a higienização das mãos, manter os ambientes ventilados e não compartilhar objetos de uso pessoal. Ao tossir ou espirrar é preciso cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ou com a dobra do cotovelo”, aconselha.

Campanha de vacinação contra a gripe será prorrogada

Dia 28/05/2019

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse no dia 27 de maio que a Campanha da Vacinação contra a Gripe, inicialmente prevista para se encerrar no próximo dia 31, será prorrogada. O ministro não informou por quanto tempo a campanha permanecerá ativa. Por Bruno Bocchini, da Agência Brasil.

“Sempre prorroga [a campanha]. A gente prorroga porque não tem porque não prorrogar. A gente coloca uma meta no tempo para ver se as pessoas se conscientizam, se as secretarias [estaduais de Saúde] se conscientizam. Eu vou premiar as que fizeram o dever de casa. Essas sim. E vamos ajudar, vamos ver o que que se pode ajudar naquelas que não conseguiram”, disse após participar de um evento em Sorocaba (SP) na tarde desta segunda-feira.

A meta do Ministério da Saúde era vacinar 90% do público-alvo, composto por 59,4 milhões de pessoas, até o dia 31. No entanto, até esta segunda-feira, 42,5 milhões de pessoas haviam sido vacinadas. O número corresponde a 71,6% do público-alvo.

“Estados que tradicionalmente vacinam bem, a frente fria demorou muito para entrar. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que sempre foi um estado de excelentes campanhas, esse ano atrasou”, disse Mandetta.

Segundo ministro, a maioria dos estados deverá atingir com a vacinação, até o final da semana, 85% do público-alvo. Os estados com maior cobertura até o momento são: Amazonas (93,6%), Amapá (85,5%), Espírito Santo (75,3%), Alagoas (73,4%), Rondônia (72,6%) e Pernambuco (72,2%). Já os estados com menor cobertura são: Rio de Janeiro (45,8%) Acre (49,7%), São Paulo (57,0%), Roraima (57,4%) e Pará (59,2%).

O ministro lamentou que estados como o Rio de Janeiro, que têm problemas relacionados a disponibilização de Centros de Terapia Intensiva (CTI), estejam com a cobertura vacinal menor. “O que que ele [o estado do Rio] está plantando daqui a 60 dias? Muitas pessoas, provavelmente com pneumonia, muitas pessoas precisando de respirador para ter uma chance para viver, e um colapso do sistema de CTI”, disse.

Entre a população prioritária, os funcionários do sistema prisional foram os que mais se vacinaram, com 101,6 mil doses recebidas, o que representa 89,7% deste público, seguido pelas puérperas (88,6%), indígenas (82,0%), idosos (80,6%) e professores (78,1%). Os grupos que menos se vacinaram foram os profissionais das forças de segurança e salvamento (30%), população privada de liberdade (47,2%), pessoas com comorbidades (63,4%), trabalhadores de saúde (69,9%), gestantes (68,8%) e crianças de 6 meses a 6 anos incompletos (67,6%).

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