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Quedas

Será o fim do conflito agrário que já dura 30 anos?

Dia 02/03/2026

Após 30 anos, o maior e mais antigo conflito fundiário do Paraná foi encerrado com um acordo entre o Governo Federal e as empresas Rio das Cobras Ltda. e Araupel S.A. A conciliação vai beneficiar mais de três mil famílias de agricultores em Quedas do Iguaçu e Rio Bonito do Iguaçu, no oeste do estado, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU).

Com a conciliação, mais de 33 mil hectares ficarão disponíveis para a instalação de novas famílias.

Em contrapartida, o grupo empresarial receberá R$ 584 milhões em indenização, por meio de precatórios federais, pelas terras da Gleba Pinhal Ralo adquiridas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). As empresas vão manter a posse de 680 hectares, destinados a atividades industriais e ao desenvolvimento regional.

Famílias comemoram fim do conflito

Jonas Fures é morador do acampamento Dom Tomás Balduíno, formado em 2015 em Quedas do Iguaçu dentro do território que faz parte do acordo. Ele define o dia como um momento de muita emoção.

Entre as milhares de famílias que ocuparam a área e formaram a comunidade Herdeiros da Terra de 1º de Maio, há 11 anos, em Rio Bonito do Iguaçu e Nova Laranjeiras, está a de Sandra Padilha Alves.

O conflito agrário envolvendo terras da madeireira Giacomet-Marodin, hoje chamada de Araupel, começou no dia 17 de abril de 1996, em Rio Bonito do Iguaçu. Durante a madrugada, mais de 12 mil homens, mulheres e crianças ocuparam parte da área da madeireira.

A quebra do cadeado da porteira de uma das maiores fazendas do Sul do Brasil ficou imortalizada pelo fotógrafo Sebastião Salgado, com uma imagem que ele batizou como “A luta pela terra: a marcha de uma coluna humana”.

Desde então, o território era considerado uma das maiores áreas contínuas de reforma agrária da América Latina.

Além de Rio Bonito do Iguaçu, a área se estende também pelos municípios de Nova Laranjeiras, Espigão Alto do Iguaçu e Quedas do Iguaçu.

Em agosto de 1997, o Incra formalizou a criação do assentamento Ireno Alves dos Santos, com 900 famílias, nas terras do acampamento Buraco. O local foi o maior assentamento do Brasil até 2003, quando foi criado, em Quedas do Iguaçu, o assentamento Celso Furtado, com 1.100 famílias.

Nos anos seguintes, novos acampamentos e assentamentos foram criados na região.

Disputa na Justiça

Em 2014, uma ação judicial movida pelo Incra contestou a validade dos títulos do imóvel localizado entre Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu.

Em agosto de 2017, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) declarou nulos os títulos de propriedade da madeireira sobre as áreas ocupadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), entendendo que as terras, na verdade, pertenciam à União e foram cedidas de forma irregular.

Em 1997, um ano após o início do conflito, a madeireira Giacomet-Marodin passou a se chamar Araupel S.A.

Melhores são premiados em Quedas

A agência Impacto Publicidades anunciou oficialmente a lista dos Destaques Empresariais e Profissionais de Quedas do Iguaçu – PR, referente à edição 2025/2026. A iniciativa reconhece empresas e profissionais que se destacaram em seus segmentos, valorizando o empreendedorismo, a qualidade dos serviços prestados e a contribuição para o desenvolvimento local.

Além de divulgar os nomes selecionados, a agência também parabenizou todos os participantes que, diariamente, fortalecem o comércio e os serviços do município.

Empresas e profissionais destaque 2025/2026

Entre os homenageados desta edição estão:

  • Portal Iguaçu Notícias – Portal de Notícias Destaque

  • Colégio Imaculado – Colégio Destaque

  • Casarão Materiais para Construção

  • Laticínio Friopác – Laticínio Destaque

  • Alpha Gym Academia – Academia Destaque

  • Lava Rápido TopCar – Lava Jato Destaque

  • MB Borracharia

  • Metalúrgica Mazurek

  • Paulinho Fretes e Mudanças

A premiação “The Best 2026” reforça a importância do reconhecimento público às empresas que conquistaram a confiança da população, seja pela excelência no atendimento, qualidade dos produtos ou comprometimento com a comunidade.

Valorização do comércio local

O reconhecimento promovido pela Impacto Publicidades tem como objetivo incentivar o crescimento econômico do município, estimular a competitividade saudável e valorizar os empreendedores que investem e geram oportunidades em Quedas do Iguaçu.

A edição 2025/2026 evidencia a força do comércio e dos serviços locais, mostrando que dedicação, inovação e compromisso com o cliente continuam sendo os principais diferenciais das empresas que se destacam no cenário regional.

Motos barulhentas incomodam moradores e evidenciam falta de fiscalização

Dia 29/01/2026

Quedas do Iguaçu (PR) — O excesso de barulho provocado por motocicletas tem gerado revolta entre moradores de Quedas do Iguaçu. Em ruas centrais e bairros residenciais, o som de escapamentos adulterados e acelerações constantes faz parte da rotina, especialmente à noite e nos fins de semana. A situação envolve tanto motos de uso particular quanto veículos utilizados por entregadores de delivery.

Moradores afirmam que o problema se arrasta há anos e que não há ações efetivas de fiscalização por parte da polícia. “Todo mundo sabe quem anda com escapamento barulhento, mas a polícia simplesmente não fiscaliza. Parece que virou algo normal”, relata um morador do bairro São Cristóvão.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), circular com escapamento irregular é infração grave, sujeita a multa e retenção do veículo. Apesar disso, a percepção da população é de total ausência de controle. Blitz sonoras, abordagens ou apreensões por excesso de ruído são raramente vistas no município.

As motos de delivery também entram no centro das reclamações. Com o aumento das entregas, principalmente no período noturno, o barulho se intensificou em áreas residenciais. Moradores reforçam que a crítica não é ao trabalho dos entregadores, mas à falta de fiscalização sobre as condições dos veículos. “Eles precisam trabalhar, mas dentro da lei. Do jeito que está, ninguém fiscaliza nada”, afirma uma moradora da região central.

Especialistas alertam que a poluição sonora vai além do incômodo e se torna um problema de saúde pública, podendo causar estresse, ansiedade e distúrbios do sono. Ainda assim, a população sente que suas reclamações não resultam em ações concretas.

Sem fiscalização policial efetiva, o sentimento predominante entre os moradores é de abandono. Muitos defendem que operações regulares e aplicação da lei seriam suficientes para reduzir drasticamente o problema e devolver o mínimo de tranquilidade às ruas de Quedas do Iguaçu.

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