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Quedas do Iguaçu

Quedenses pedem que grupo ligado ao MST deixe a área da Araupel

Dia 01/08/2014

Moradores de Quedas do Iguaçu, fizeram no dia 31 de julho uma nova manifestação para cobrar das autoridades a reintegração de posse da área da empresa Araupel ocupada pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) no dia 17 de julho. Os populares fizeram duas grandes manifestações para chamar a atenção dos governos. A primeira ocorreu na praça central de Quedas do Iguaçu e reuniu mais de duas mil pessoas. No local ocorreu uma celebração religiosa e houve discursos inflamados contra a ocupação.

No início da tarde, os manifestantes lotaram 40 ônibus e dezenas de carros e se dirigiram até a cidade de Nova Laranjeiras, distante 60 km, onde realizaram um novo protesto, desta vez às margens da BR-277. Com bandeiras brancas, faixas e cartazes, eles abordaram os motoristas que passavam pela rodovia e entregavam panfletos mostrando a indignação da cidade com a ocupação. O comércio de Quedas do Iguaçu fechou durante todo o dia e a prefeitura decretou ponto facultativo.

Os manifestantes pretendiam fazer o protesto no pedágio, mas a Ecocataratas, concessionária que administra a rodovia, conseguiu na Justiça um interdito proibitório impedindo o fechamento da praça. A manifestação pacífica ocorreu, então, às margens da rodovia em Nova Laranjeiras. Segundo estimativa da Polícia Militar, participaram da manifestação 2,3 mil pessoas.

Tarso Giacomet, diretor da Araupel, afirmou que o que a empresa tinha de fazer pelo MST já fez há quase duas décadas, quando dois terços das terras foram desapropriados para reforma agrária. “A Araupel não negocia um milímetro quadrado de terra a mais”, declarou. Segundo ele, nem todos os acampados são da região e há pessoas de vários estados e até argentinos infiltrados no acampamento. Ele cobra das autoridades uma solução para o caso. “Quem armou a bomba não fomos nós. Quem armou, que desarme”, afirma.

Integrante da Comissão Pró-Emprego, entidade criada para defender a permanência da Araupel, José Carlos Moreira Pinto disse que a população está aterrorizada. “Se houver uma paralisação das atividades da empresa isso acarretará sérios danos à cidade e à região”, afirma. O comerciante Antonio Alexandre fechou seu estabelecimento para participar da manifestação. Para ele, se a Araupel deixar a cidade será instalado o caos em toda a região.

Giacomet disse que não há possibilidade alguma de a empresa ceder mais uma área para reforma agrária. Segundo ele, o que poderia ser feito pelo movimento social já foi feito, por a Araupel ter desapropriada dois terços de suas terras. Lideranças de Quedas do Iguaçu prometem, caso não haja a reintegração de posse, realizar nova manifestação em frente do Palácio Iguaçu, em Curitiba.

O MST não comentou sobre a manifestação, mas afirmou que vai exigir do Incra a desapropriação da área da Araupel entre Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu.

Fonte: Gazeta do Povo

Quinta-feira Quedas do Iguaçu irá parar para protestar

Dia 29/07/2014

Desde  há semana passada a comissão denominada “Pró-Empregos”, que reúne lideranças  empresariais, comunitárias e membros de entidades discute ações visando a mobilização do comércio, da indústria e segmentos de prestação de serviço para protestar contra a invasão na área produtiva da empresa Araupel.

Na última reunião das lideranças, que ocorreu na tarde de segunda-feira, 28, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Quedas do Iguaçu, ACIQI, foi tomada a iniciativa de realizar a campanha em favor da manutenção dos empregos e, desde então, o chamado movimento “Lutando por Quedas do Iguaçu” está pedindo a adesão do comércio em geral e dos moradores, sugerindo a colocação de um cartaz ou uma faixa, em frente aos estabelecimentos e moradias, com a frase: “LUTANDO POR QUEDAS DO IGUAÇU”, visando a manutenção dos empregos e pelo fortalecimento do comércio local, que  teve suas vendas reduzidas após a invasão.

Prefeito Jacaré

O Prefeito licenciado Jacaré, antes de embarcar para a Argentina se pronunciou favorável  a manutenção dos empregos e do pleno funcionamento da Araupel, afirmando que “se acontecer da empresa ter que cerrar as portas, Quedas do Iguaçu poderá entrar em colapso financeiro, com a  queda do ICMS, e a partir daí as  demissões serão inevitáveis”. Comentou.

A empresa está  retirando a madeira do local, sob escolta policial.

Avicultura

Um outro segmento que está sofrendo as consequências desta invasão são os avicultores integrados à Sadia, uma vez que a Araupel é quem fornece a maravalha para a formação da cama, cujo produto tem que ser de qualidade, já que isso reflete diretamente no desenvolvimento das  aves.

Caso a empresa não venha mais a fornecer o produto, os avicultores terão que procurar o produto em outros centros, ou países.

Neste momento, a situação no local é a mesma  desde que os sem terra invadiram o imóvel no dia 17 de julho.

Ponto facultativo

O Prefeito em exercício de Quedas do Iguaçu, Amarildo Luzitani, assinou decretou estabelecendo  ponto facultativo nesta quinta-feira, dia 31, quando acontece a grande mobilização da comunidade em favor da manutenção dos empregos e das  atividades da empresa Araupel.

A concentração será às  11h de quinta-feira, 31, no redondo da Praça Pedro Alzide Giraldi; dali, o grupo segue em direção à BR-277, na Praça de Pedágio em Nova Laranjeiras. Panfletos serão  distribuídos durante a manifestação, esclarecendo os  reais motivos da paralisação. De acordo com os lideres da manifestação, a rodovia será fechada a cada 15 minutos e o pedágio será liberado neste intervalo.

Quedas é destaque da revista VEJA

Dia 28/07/2014

A ocupação das terras de reflorestamento da empresa Araupel no dia 17 de julho vem ganhando cada vez mais destaque nas mídias televisiva, escrita, falada ou digital. Agora o destaque sobre a invasão das terras de reflorestamento pelo MST é destaque na revista VEJA que conta com circulação nacional.

A matéria traz como foco a grande preocupação dos quedenses em relação à manutenção dos empregos, já que a economia da cidade depende da empresa Araupel.

Veja abaixo a matéria completa. Fonte Revista VEJA.





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