/

/

/

/

/

/

/

/

/

/

/

/

/

1

1

1

1

1


1

1

1


 









Educação

Edital do governo Richa reduz o salário de professores temporários em 2018

Dia 06/02/2018

Os professores estaduais temporários – contratados via processo seletivo simplificado (PSS) – vão ganhar até 13,35% menos em 2018. O edital lançado pelo governo Beto Richa (PSDB), nesta sexta-feira (15), prevê que a remuneração dos docentes com nível superior será de R$ 13,63 por hora/aula. Neste ano, os professores com esta formação ganham R$ 15,73. A expectativa é de que mais de 20 mil educadores sejam contratados via PSS, para trabalhar nas escolas estaduais do Paraná ao longo do ano que vem.

Um professor PSS que, em 2018, trabalhe 40 horas por semana terá uma remuneração até R$ 378 a menos do que um docente com a mesma carga horária neste ano. Como a maioria dos 21,1 mil professores temporários são de nível superior, o impacto deve chegar aos milhões de reais. Cálculos preliminares divulgados pela APP-Sindicato – que representa os professores e funcionários de escolas estaduais – o corte nos salários dos temporários deve passar dos R$ 51 milhões ao longo do ano.

“O argumento central de que a redução se deve a crise financeira, ele não se sustenta mais. É um corte que impacta aqueles que já recebem os mais baixos salários. São professores e professoras que já ganham menos do que os efetivos, de carreira. É um redução de salário e é contrária aos compromissos do governador, que em 2014 assumiu o compromisso de melhorar os salários da categoria”, disse o presidente da APP, professor Hermes Leão.

A APP informou que prepara uma ação judicial contra a redução do valor da hora/aula prevista para os professores de nível superior. Segundo o diretor de comunicação do sindicato, Luiz Fernando Rodrigues, a queda do pagamento representa, na prática, redução salarial e quebra de isonomia em relação a outros docentes.

“Temos uma questão jurídica e uma questão política. A jurídica é que são os mesmos professores que vão ganhar menos. Por outro lado, você não vê o [secretário da Casa Civil] Valdir Rossoni (PSDB), o [secretário da Fazenda] Mauro Ricardo ou o Beto Richa reduzindo os próprios salários em 13% para ajudar o caixa do estado”, disse.

Na tarde desta sexta-feira, a direção da APP-Sindicato estava reunida, deliberando os próximos passos a serem tomados, com vistas a tentar reverter a diminuição do valor pago aos PSSs e para comunicar a sociedade sobre o que chamam de “corte”.

O edital publicado pela Secretaria de Estado da Educação manteve os valores a serem pagos para os professores de licenciatura curta (R$ 11,79 por hora/aula) e para os acadêmicos (R$ 11,01). O auxílio transporte também foi mantido: R$ 4,58 por hora.

Outro lado

Por meio de nota, a Seed disse que o valor a ser pago aos professores temporários está acima do piso nacional para o magistério.

APP Sindicato prorrogou para março a decisão de greve na rede estadual de ensino

Dia 29/01/2018

A APP Sindicato realizou no sábado, 27, em Curitiba a Assembleia Estadual da categoria, com um grande número de professores e funcionários das escolas estaduais que debateram os rumos da educação no Paraná.

Em estado de greve, os educadores aprovaram um calendário para as próximas ações e definiram que dia 03 de março vão se reunir novamente para deflagrar ou não, uma greve geral na rede estadual de ensino. A partir de agora, o assunto será debatido entre os 29 núcleos da APP e também com a comunidade escolar, ou seja, pais e alunos.

As aulas reiniciam dia 19 de fevereiro em toda a rede pública estadual.

Confiram as propostas debatidas e aprovadas por unanimidade:

1) Manutenção do Estado de Greve contra o retrocesso na educação púbica:
Reajuste salarial – Data Base e Piso Salarial.
Resolução de distribuição de aulas (15/2018) – pelo cumprimento da lei da jornada 1/3 hora-atividade e não ao ataque às licenças legais e ao direito de greve.
Contra a redução de salários dos(as) educadores(as) PSS.
PDE – Edital imediato e reconhecimento de mestrado e doutorado para fins de avanço na carreira.
Equiparação do vale transporte ao que é recebido pelos professores(as), reajuste do vale alimentação e pagamento do salário mínimo regional para os(as) funcionários(as) de escola que recebem menos que o mínimo regional.
Concurso Público para funcionários(as) de escola.
Não à militarização, autarquização, terceirizações de escolas.
Não ao fechamento de turmas, turnos e escolas.
Contra a aprovação da Lei da Mordaça (Escola sem partido).
Ação junto ao Ministério oferecendo denúncia contra o fechamento de turmas, turnos e escolas.

2)  Manutenção de Assembleia Permanente.

3) Constituição da Comissão Estadual de Mobilização com os(as) presidentes(as) dos Núcleos Sindicais.

4) Acompanhamento / monitoramento de todo o Processo de Distribuição de Aulas (1/02 a 9/02). Construção da Greve e convidar para o ato do dia 5/02.

5) Ato Estadual em defesa da Escola Pública na ALEP  no dia 5  de fevereiro (às 13h) com destaque para o pagamento da Data Base, redução de salário dos(as) trabalhadores(as) PSS, Lei da Mordaça (projeto a ser apresentado na ALEP) e projeto de lei sobre as faltas durante os períodos greve. Contra o fechamento de escolas e turmas.

6) Atos (Blocos) no Carnaval com o mote “Beto Reprovado”. Será disponibilizado, no portal, material digital para reprodução nos núcleos, tais como: modelos de leque, impressos para camiseta e abadás, entre outros. Participação do Bloco de Carnaval das(os) aposentados(as) em Paranaguá (4/02) e da CUT em Curitiba (8/02). – Rememorar o Dia da Vitória, no dia 12/02. Grande mobilização virtual em memória dos três anos.

7) Durante a Semana Pedagógica (15/02 e 16/02) intensificar o debate com professores(as) e funcionários(as) sobre a pauta da categoria, construção da greve, reforma da previdência, aprofundamento do golpe. Discussão sobre o material preparado pela Sec. Educacional da APP para a Semana Pedagógica. Eleição do(a) Representante de Escola – Comissões Sindicais Escolares.

8) Participar dos atos e da Greve Geral Nacional na data que for convocada pelas centrais sindicais contra a Reforma da Previdência. Recepção e vigília aos(às) deputados(as) federais que são contrários à Reforma da Previdência (16/02 a 18/22). Confeccionar material impresso e digital combatendo a falsa ideia de privilégios do funcionalismo público em relação ao regime previdenciário.

9) Acolhida à comunidade escolar no primeiro dia de aula (19/02) com atos nas unidades escolares, em defesa da Educação pública e seus(suas) educadores(as) e contra a retirada de direitos – condicionada à realização da Greve Geral Nacional.

10) Realização da Caravana da Educação em Curitiba e Região metropolitana (22, 23 e 24/2) para o debate com a comunidade escolar da pauta e construção da greve.

11) Realização Assembleias Regionais (26/02 a 1/03) para avaliação e preparação para Assembleia Estadual.

12) Ato Público na CONAPE Estadual (9 e 10/3) – Contra todos os ataques dos governos Federal, Estadual e Municipais contra a Educação Pública.

13) Mobilização / Jornada / Mutirão em Defesa da Educação Pública junto à comunidade escolar durante o período de 24 de fevereiro a 31 de março (principalmente aos finais de semana).

14) Intensificar a participação nos Comitês  da Frente Brasil Popular, bem como participar das ações da Frente Brasil Popular/Frente Povo Sem Medo.

15) Conselho e Assembleia Estadual nos dias 2/03 e 3/03, respectivamente.

São Jorge do Oeste lança concurso com 53 vagas

Dia 25/01/2018

A prefeitura municipal de São Jorge do Oeste, abriu concurso para o preenchimento de 53 vagas imediatas, além da formação de cadastro de reserva. De acordo com o edital de abertura (baixe aqui), os cargos de Auxiliar de Serviços Gerais (R$ 1.049,82), Mecânico (R$ 2.114,03), Merendeira (R$ 1.107,35), Operário (R$ 1.164,87) e Servente de Limpeza (R$ 1.049,82) exigem apenas o ensino fundamental incompleto. Já os cargos de Operador de Máquinas (R$ 1.781,82) e Motorista I (R$ 1.696,97) exigem o ensino fundamental completo e CNH.

Os cargos de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate a Endemias tem vencimento inicial de R$ 1.273,69 e exigem nível médio completo. Para o cargo de Técnico em Enfermagem (R$ 1.696,97) exige-se o nível médio completo e curso de Técnico em Enfermagem. Os cargos de Professor tem vencimento que varia entre R$ 1.259,07 e R$ 1.814,36 dependendo da formação (somente o ensino médio de magistério, graduação, com especialização ou com mestrado).
Os cargos de nível superior são Enfermeiro (R$ 5.321,02), Engenheiro Civil (R$ 7.478,19), Farmacêutico (R$ 3.954,81), Fisioterapeuta (R$ 2.674,89), Fonoaudiólogo (R$ 2.674,89), Médico (R$ 12.096,29), Professor de Artes (R$ 1.410,02) e Professor de Inglês (R$ 1.410,02).

Inscrições e Provas

As inscrições serão recebidas até o dia 05/02/2018 no site do Instituto Saber (acesse aqui). A taxa de participação é de R$ 150 para os cargos de nível superior, R$ 100 para os cargos de nível médio (inclusive técnico e magistério) e R$ 50 para os cargos de nível fundamental.

Todos os candidatos farão prova objetiva no dia 18 de março de 2018 na cidade de São Jorge D’Oeste. Haverá prova prática para os candidatos dos cargos de Motorista I e Operador de Máquina I. Os candidatos aos cargos de Médico, Engenheiro Civil, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Professor, Professor de Artes, Professor de Inglês e Enfermeiro terão prova de títulos de caráter apenas classificatório. Por fim, haverá prova de aptidão física para o cargo de Auxiliar de Serviços Gerais.

Fonte: GP

Beto Richa prefere economizar com professores e gastar em viadutos

Dia 16/01/2018

Beto Richa decidiu fazer de seu segundo mandato uma longa guerra contra os professores. Em nome do ajuste fiscal, para consertar o estado que havia quebrado, foi aos poucos minando direitos e benefícios do funcionalismo. E a educação representa mais ou menos metade dos servidores.

Três anos e pouco depois, dá para dizer que Beto ganhou quase todas as batalhas. Fez a reforma da previdência, diminuiu a hora-atividade, congelou os salários e nem sequer está repondo a inflação. Na última vitória, conseguiu diminuir o salário dos professores temporários – e, mesmo assim, recebeu 92 mil inscrições de interessados nas vagas.

As batalhas judiciais vieram acompanhadas de declarações cada vez mais fortes de Beto, que passou a insinuar que parte da categoria é de meros ativistas políticos. Beto também comprou brigas ideológicas, apoiando mudanças no plano de educação aprovado na Assembleia e apoiando o Escola sem Partido.

Na última declaração, no cúmulo da arrogância, quando os sindicatos e os professores se queixaram do salário ainda mais baixo oferecido aos temporários, Beto afirmou que quem não quisesse simplesmente não precisava se inscrever. Se impôs pela força e, mais uma vez, ganhou.

Vitória de Pirro

Mas esse é o tipo da vitória inglória. O governador vai encerrar o mandato com as contas em dia e, ao que parece, podendo anunciar um viaduto aqui e outro ali. Em certo sentido, ganha discurso, ainda mais se comparado a governos trágicos como o do Rio de Janeiro e o do Rio Grande do Sul.

Porém, pense bem: a que custo foram obtidas essas vitórias? Foram vitórias, em última instância, contra a educação. Porque, no fim das contas, não existe como você afetar os professores sem afetar o ensino. Mesmo parecendo que está tudo bem, mesmo havendo 92 mil inscrições, é lógico que o tipo de política que vem sendo adotada pelo governo, no médio e no longo prazos, afasta do ensino público os melhores profissionais.

É um truísmo a essa altura afirmar que todo país que saiu de condições econômicas e sociais ruins investiu pesado na educação. Aqui, o governo decidiu fazer exatamente o contrário: no momento da necessidade, foi da educação que cortou a verba, para salvar o resto.

Richa preferiu viadutos a salas de aula, obras físicas à educação. E isso tem seu preço.

E os alunos?

A geração de alunos que hoje está nas escolas públicas tende a ter professores cada vez mais mal pagos, sem reposição da inflação, que correm de uma escola para outra para aumentar o salário e que precisam se dividir entre a sala de aula e outras atividades para complementar a renda.

Quando era prefeito de Curitiba, Beto sempre se orgulhou de ficar em primeiro lugar no Ideb. No governo, viu o Paraná desabar no índice e não sabia explicar o porquê de isso ter acontecido. A tendência é de que as coisas piores. E fica claro, a essa altura, de quem é a culpa.

O que resta discutir agora é se tudo isso, no fim das contas, é uma grande coincidência ou um projeto.

Numa das mais desastradas frases de sua carreira, o governador disse que não queria policiais muito instruídos na corporação, porque eles tendiam a ser mais desobedientes. Acabou pedindo desculpas. Mas será que não pensa mesmo assim? Que gente instruída só atrapalha? Que o melhor é ter não só policiais, mas também eleitores pouco educados que questionem menos?

Por Rogerio Galindo

PSS para professores já registra 213 mil inscrições

Dia 11/01/2018

Terminam nesta sexta-feira (12), às 18h, as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Secretaria da Educação do Paraná. Já são 213 mil inscrições feitas por 69 mil pessoas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet. Ao longo de 2018 serão contratados no mínimo 10 mil professores, pedagogos, tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais e professores guia-intérprete.

Estes profissionais atuarão nas escolas da rede pública estadual e em escolas de Educação Especial que celebraram termo de colaboração com a Secretaria da Educação.

Cada candidato pode se inscrever em até três disciplinas ou funções em até dois municípios do mesmo Núcleo Regional de Educação (NRE). No caso do NRE Curitiba, as inscrições podem ser feitas em até dois setores diferentes da Capital.

Os editais do PSS, respostas para dúvidas frequentes, link para inscrição e outras informações estão disponíveis em http://arq.e-escola.pr.gov.br/pss/inscricoes_PSS/InscricoesPSS_Professores.html

A classificação final será divulgada em 23 de janeiro. A partir desta data os candidatos serão convocados para comprovar títulos e, posteriormente, para distribuição de aulas ou de funções, de acordo com a necessidade de cada Núcleo Regional de Educação.

As aulas de 2018 começam em 19 de fevereiro, após o Carnaval. Os profissionais da Educação retornam um pouco antes, nos dias 15 e 16, para as capacitações da Semana Pedagógica do primeiro semestre letivo.

TÍTULOS – O PSS não aplica provas escritas, consistindo em prova de títulos referente à escolaridade obrigatória, tempo de serviço como professor, pedagogo ou tradutor e intérprete de Libras (de acordo com a vaga de interesse) e aperfeiçoamento funcional (doutorado, mestrado, especialização e diploma de curso superior de graduação diferente do utilizado para comprovar a escolaridade).

Governo deve reduzir número de professores PSS, mesmo pagando menos


Secretário Rossoni

Dia 04/01/2018

O governo do Paraná deve contratar menos professores temporários – via Processo Seletivo Simplificado (PSS) – neste ano e pagar menos em relação a 2017. Um dos homens à frente na negociação com os educadores, o secretário-chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni (PSDB), disse à GP que o plano do governo é contratar, no máximo, 12 mil docentes temporários. No ano passado, foram pouco mais de 21 mil PSSs.

O secretário sinalizou ainda que a tendência é que o governo mantenha a redução prevista na remuneração dos professores temporários. Lançado em dezembro do ano passado, o edital do processo prevê que os docentes recebam R$ 13,63 por hora-aula no ano letivo de 2018: valor 13,35% menor que os R$ 15,73 que os PSSs recebiam em 2017.

A redução no salário provocou reação da categoria, que chegou a ocupar o Palácio Iguaçu. A partir de então, o governo aceitou negociar, mas jogou para a APP-Sindicato – que representa os educadores estaduais – encontrar uma saída que não impactasse no orçamento. Na prática, o governo sugeriu que o sindicato apontasse um remanejamento na verba prevista para a educação, de modo que possibilitasse a revisão do salário.

As inscrições para o processo seletivo começaram na última terça-feira (2). Na entrevista desta quarta-feira (3), Rossoni disse que, por ora, vale a remuneração prevista em edital e deu a entender que, se houver um número suficiente de inscritos, o governo deve manter o salário nos R$ 13,63 por hora-aula.

“Na última reunião que tivemos [com o sindicato], eles ficaram de fazer um grupo de trabalho e apresentar alguma solução. Mas temos prazos a serem cumpridos. Quando se faz um chamamento para o PSS, se fixa um salário. Nós temos um salário fixado. Salvo não encontremos alternativa, ele será mantido. Vamos ver o número de inscrições”, disse o secretário.

Caso não consiga contratar o número adequado de professores temporários, o governo tem um “plano b” na manga: abrir a possibilidade para os professores efetivos pegarem mais aulas. Rossoni destacou que o prazo é curto e que o governo do Paraná já investe 30% do seu orçamento em educação.

“O ajuste para equacionar isso tem que ser encontrado dentro do orçamento da educação. Temos que trabalhar com o mesmo orçamento do ano passado e temos que cumprir isso. É um momento de sacrifício, de dificuldades. Reconhecemos isso. Mas é muito melhor nos planejarmos para continuarmos equilibrados financeiramente e pagar [os servidores] em dia do que entrarmos na berlinda, como outros estados”, avaliou.

Afronta

A APP-Sindicato viu como uma afronta as declarações de Rossoni – tanto em relação ao número de professores a serem contratados quanto em relação à manutenção do corte nos salários. Na avaliação do diretor de comunicação da entidade, Luiz Fernando Rodrigues, o posicionamento do secretário da Casa Civil revela que o governo não está disposto a ceder.

“Para nós, é uma afronta. Em mesa de negociação, ele ouve nossos argumentos, forma grupo de trabalho... Para nós, é uma provocação, que não ajuda no debate. Queremos diálogo que encontre saídas”, disse.

Para o sindicato, os 12 mil professores temporários que o governo pretende contratar via PSS não serão suficientes para compor a grade das escolas estaduais. “Não são suficientes e nós já fizemos este alerta”, destacou Rodrigues.
Apesar disso, o orientação da APP é para que os candidatos façam suas inscrições, já que o sindicato espera reverter a questão salarial por meio da negociação. “Vamos continuar o debate para equiparar o salário ao que era no ano passado”, resumiu.

Os sindicalistas argumentam que não é necessário remanejar as verbas do orçamento da educação, porque a receita do Paraná foi maior que a prevista em 2017. Desta forma, a APP acredita que seria possível ao menos manter a remuneração que era paga no ano passado. “O Paraná teve uma evolução maior de receitas, então não tem necessidade de cortar. Ainda mais quando se fala do salário dos PSSs, que são os servidores que recebem os menores salários”, diz o diretor da APP.

envie para um amigo ...... comente está matéria........ imprimir a matéria

Últimas Notícias
 
Editoria Ano Mês
 
 

É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site, em qualquer meio de comunicação eletrônica ou impresso, sem a devida autorização escrita ou via
e-mail do site Iguaçu Notícias.

 

 


1

1

1

1
1

1

1

1

1

1

1

1

1

1