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Política

Jair Bolsonaro passou mal e precisou de atendimento médico em Cascavel

Dia 08/02/2018

O deputado federal, pré-candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro, passou mal na última quarta-feira, 7, durante visita ao Show Rural Coopavel em Cascavel. Ele foi levado ao atendimento de emergência de uma clínica particular da cidade, onde foi avaliado, medicado e liberado.

Segundo informações ele teve problemas gastrintestinais, provocado por algum alimento que teria ingerido em São Paulo, antes de visitar o Paraná. Apesar do imprevisto, o deputado seguiu normalmente com a agenda na quinta dia 08, visita Dourados, no Mato Grosso do Sul.

Fonte: Catve

Quedas do Iguaçu recebe 270 mil reais de cota extra de ICMS

Dia 06/02/2018

O Governo do Estado do Paraná repassou na última terça-feira, 30, pelo segundo ano consecutivo, uma cota extra do ICMS que irá reforçar o caixa de todos os 399 municípios paranaenses. Da região da Cantuquiriguaçu, o município de Pinhão recebeu o maior valor: 400 mil, 890 reais, já Quedas do Iguaçu  recebeu 270 mil, 966 reais; Laranjeiras do Sul, que é sede de microrregião recebeu 197 mil, 282 reais, o município vizinho de Espigão Alto do Iguaçu recebeu 105 mil, 918 reais.

O dinheiro recebido através do ICMS pode ser usado pelas Prefeituras em várias situações, como, por exemplo, o pagamento de servidores, investimento em obras, compra de terrenos, manutenção de serviços públicos e aquisição de máquinas e equipamentos.

Beto Richa só cumpriu 16 de 76 promessas de campanha

Dia 03/01/2018

O portal G1 da Globo afirma que o governador do Paraná, Beto Richa, cumpriu na íntegra apenas 16 das 76 promessas de campanha monitoradas desde a campanha eleitoral. Segundo o levantamento, depois de três anos de mandato, Richa ainda não teria cumprido 31 promessas e estaria com 29 outras em andamento.

O levantamento é feito com todos os governadores de estado e prefeitos de capital, além de monitorar também o desempenho do presidente. A ideia é ver do que foi considerado mais importante quanto saiu do papel.

No caso de Richa, foram computadas promessas feitas no plano de governo, no horário eleitoral gratuito, em entrevistas e em debates.

Entre as promessas dadas como não cumpridas estão a criação do “trem pé vermelho”, que deveria ligar 13 cidades do norte paranaense, a construção do hospital da Zona Norte de Curitiba e a construção ou ampliação de 20 penitenciárias.

Além da parte de obras, o governo também não zerou as carceragens de delegacias, não conseguiu dobrar o número de consultas com especialistas e não erradicou o analfabetismo no estado.

Entre as promessas cumpridas constam, por exemplo, o atendimento a 200 mil famílias no programa Família Paranaense, a nomeação de educadores sociais, a reabertura da Santa Casa de Colombo e a construção de delegacias cidadãs.

Salário mínimo terá reajuste menor que o esperado em 2018

Dia 29/12/2017

O salário mínimo subirá de R$ 937 para R$ 954 em 1º de janeiro de 2018, o que equivale a um aumento de 1,81%. O valor consta de decreto assinado pelo presidente Michel Temer, que deve ser publicado em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira (29).

Trata-se do menor reajuste nominal (sem considerar a variação da inflação) do salário mínimo desde o início do Plano Real.

O reajuste de 1,81% é inferior à inflação acumulada em 12 meses pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – de 1,95%, segundo a última medição, referente a novembro. A expectativa média do mercado para o INPC acumulado de janeiro a dezembro de 2017, que será divulgado apenas em janeiro, é de 2,16%.

O novo valor também ficou abaixo da estimativa de R$ 965 que consta do Orçamento de 2018, aprovado pelo Congresso Nacional.

Fórmula de reajuste

Por lei, o salário mínimo é corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Quando a economia encolhe, a “contribuição” do PIB nessa fórmula é de zero. É o caso do salário mínimo em vigor a partir de 1º de janeiro, que levou em conta o desempenho econômico de 2016, quando o PIB despencou 3,46%. A remuneração, portanto, foi reajustada apenas com base no INPC de 2017.

A questão é que o ano ainda não acabou, e portanto não se sabe qual foi o INPC acumulado de janeiro a dezembro. O índice fechado será divulgado apenas em janeiro, e isso deu ao governo a liberdade de estimar qual foi a variação da inflação.

O presidente tem a liberdade de conceder outro reajuste em 2018, se quiser. Isso ocorreu em 2011, no governo Dilma Rousseff. Em 1º de janeiro daquele ano, o salário mínimo passou de R$ 510 para R$ 540. Em 1º de março, foi reajustado para R$ 545.

Derretimento

Como a tendência é de aceleração da inflação em 2018, o poder aquisitivo do trabalhador remunerado pelo salário mínimo cairá mais rápido que o habitual.

As projeções de consultorias e bancos indicam que o INPC será de 4,03% no ano que vem. Para o IPCA, que é considerado a “inflação oficial” por servir de baliza para o regime de metas do Banco Central, a expectativa é de 3,96% em 2018.

Prefeita retira projeto que acabaria com eleições diretas nas escolas

Dia 18/12/2017

Depois de muita pressão, a prefeita de Quedas do Iguaçu Marlene Revers, retirou o projeto de que acabaria com eleições diretas nas escolas da rede municipal e nas creches do município. O projeto de lei foi enviado â câmara municipal com pedido de urgência, porém na semana passada a Procuradoria Jurídica da Prefeitura solicitou a retirada do pedido de urgência.

Na ultima sessão, o vereador Bruno Mota arguindo o regimento interno da casa propôs a inclusão do pedido de urgência a fim de que o projeto fosse votado o mais rápido possível, o que foi aceito pela maioria dos vereadores. Na ultima sexta-feira, 15, a Prefeita solicitou a retirada do projeto de lei.

Senadores propõem o fim do Estatuto do Desarmamento

Dia 15/12/2017

A proposta de acabar com o Estatuto do Desarmamento foi um dos principais itens aprovados na quarta-feira (13) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. O tema foi incluído em um relatório, enviado anualmente ao Poder Executivo, no qual os senadores escolhem uma política pública para avaliar e propor melhorias.

O documento de 51 páginas, sobre segurança pública, redigido pelo senador Wilder Morais (PP-GO), será enviado ao presidente Michel Temer. Wilder é autor de vários projetos de segurança pública, incluindo um que defende a criação do Estatuto do Desarmamento, o PLS 378/2017, e outro que sugere a realização de um plebiscito em 2018 para consultar a população sobre a possibilidade de revogação do Estatuto do Desarmamento.

No texto do relatório, Wilder Morais argumentou que desarmar a população civil não resultou na redução de mortes e nem da violência. Para ele, é preciso devolver aos “homens e mulheres de bem o direito de defesa”.

“O Brasil registrou mais vítimas de assassinatos nos últimos cinco anos do que a Guerra da Síria no mesmo período”, escreveu. “De fato, enquanto a mencionada Guerra registrou 256.124 mortos entre março de 2011 e novembro de 2015, o Brasil registrou 279.567 mortos entre janeiro de 2011 e dezembro de 2015: ou seja, vivemos em nosso país um verdadeiro estado de guerra civil não-declarada, responsável por ceifar a vida de aproximadamente 60 mil brasileiros todos os anos!”.

Além de armar a população, o senador sugeriu ainda que o país deveria militarizar as fronteiras e, no futuro, criar uma estrutura policial específica. “Hoje quem deveria cuidar dos 18 mil quilômetros de fronteira seca e 9 mil quilômetros de fronteira marítima é a Polícia Federal, que tem 15 mil agentes de nível superior, preparados para investigação, e não para patrulhamento. Se botássemos a PF inteira na fronteira, não teríamos um agente para cada quilômetro de extensão. É impossível que essa política dê certo. Por isso, temos que esclarecer e aumentar o papel das Forças Armadas na fronteira.”

Outro ponto incluído no relatório foi o de decretar estado de defesa no Rio de Janeiro, como está previsto no artigo 136 da Constituição quando há necessidade de restabelecer “a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza”.

Estatuto do desarmamento

Atualmente, vários projetos tramitam, tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados, propondo o fim do Estatuto do Desarmamento. Não existe, porém, consenso se haveria menos crimes com mais armas. Pesquisadores apontam que comparações com outros países não são legítimas, já que o comportamento dos cidadãos e as circunstâncias econômicas e sociais das diferentes nações influenciam diretamente na equação armas/crimes.

Recentemente, um pesquisador da Unicamp avaliou 50 estudos sobre crimes e armas, mostrando que nem sempre uma população armada é a melhor solução. Em resposta, Outro estudioso do tema, a favor de armas, criticou o levantamento, chamando-o de “irreal”.

TSE encontra três falhas no sistema da urna eletrônica em teste de segurança

Dia 01/12/2017

Um teste público de segurança (TPS) realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na urna eletrônica identificou três "falhas relevantes” no software do aparelho, informou no dia 1º de dezembro o ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte Eleitoral.

Tais falhas, no entanto, não estavam presentes em eleições anteriores. São oriundas das atualizações na urna eletrônica realizadas este ano, para uso nas eleições de 2018, em que se votará para presidente, governador, senadores, deputado federal e estadual.

Perguntado se as falhas encontradas poderiam ser uma fonte de preocupação do eleitor em relação à segurança da urna eletrônica, Gilmar Mendes afirmou que “não há motivo para isso”.

Ao explicar mais detalhadamente a jornalistas a natureza das falhas encontradas, o coordenador de Sistemas Eleitorais do TSE, José de Melo Cruz, disse que “não é nada que venha de outra eleição e que não seja resolvido em uma semana”.

Participaram do teste de segurança 16 especialistas em tecnologia da informação previamente inscritos, que passaram por um processo de seleção de planos de ataques hackers contra a urna eletrônica, organizado pelo TSE. Um dia antes dos testes, realizados na sede do tribunal em Brasília, eles tiveram acesso ao código-fonte do software da urna eletrônica.

Foram executados 12 planos de testes na urna, segundo o TSE. Os ataques começaram na última terça-feira (28) e seguem até o final desta sexta-feira (1º). A pedido de uma das equipes que participam do TPS, foi acrescentado um dia aos trabalhos.

Falhas

A principal falha encontrada foi na chave eletrônica que dá acesso à urna, no momento de transferência das informações sobre os votos.

De acordo com o coordenador José de Melo Cruz, uma das equipes conseguiu acoplar um teclado e transferir comandos ao aparelho, tendo acesso ao arquivo de log, que registra todas as atividades realizadas na urna durante a votação, e a uma planilha interna com o RDV (Registro Digital do Voto) dos eleitores.

Ele assegurou, no entanto, que, mesmo com o acesso, foi impossível para os hackers “alterar ou identificar o voto”. Tal acesso também só seria possível se um especialista conseguisse acesso físico a algum aparelho, uma vez que as urnas não possuem nenhum tipo de conectividade de rede. Como há vigilância constante durante a votação, “isso seria pouco plausível”, disse Melo Cruz.

Questionado sobre as teorias que surgem a cada eleição, sobretudo em redes sociais, a respeito da falta de segurança no sistema da urna eletrônica, Melo ironizou e afirmou que “são tão verdadeiras quanto a teoria de que a Terra é plana”.

O TPS 2017 continua em andamento e o TSE informou que deve divulgar um relatório técnico sobre as falhas encontradas no sistema da urna eletrônica pouco depois da conclusão dos trabalhos.

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