Política
Sanepar investirá R$ 3,2 milhões na ampliação da rede de esgoto em Quedas do Iguaçu

Dia 11/06/2026
Quedas do Iguaçu receberá um investimento de aproximadamente R$ 3,2 milhões para ampliar a rede de esgotamento sanitário nos bairros Alto Recreio e Primavera. O convênio foi firmado nesta semana na sede da Sanepar, em Curitiba.
A obra beneficiará cerca de 1,7 mil moradores e deve elevar o índice de cobertura de esgotamento sanitário do município para 67%.
O projeto prevê a implantação de quase 11 quilômetros de rede coletora de esgoto, ampliando o acesso ao saneamento básico e contribuindo para melhorias na saúde pública e na qualidade de vida da população.
De acordo com a Sanepar, serão realizadas 612 novas ligações à rede de esgoto, permitindo que mais famílias tenham acesso ao serviço de coleta e tratamento.
Nova Estação de Tratamento de Esgoto
Além da ampliação da rede, Quedas do Iguaçu contará com uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), localizada no bairro São Cristóvão.
A unidade recebeu investimento superior a R$ 18 milhões e ampliará a capacidade de atendimento do sistema de saneamento do município, fortalecendo a infraestrutura necessária para acompanhar o crescimento da rede e o aumento do número de usuários atendidos.
Com os novos investimentos, a expectativa é ampliar o acesso ao saneamento básico e melhorar os indicadores de saúde e qualidade de vida da população local.
Espigão Alto irá receber recursos do governo do estado

Dia 26/05/2026
O Governo do Paraná confirmou R$ 363 milhões em investimentos para 10 municípios, com recursos destinados a obras de infraestrutura, saúde, educação e maquinários. Em destaque, Espigão Alto do Iguaçu receberá R$ 14,1 milhões, com autorização para licitar R$ 7,4 milhões para a pavimentação da Estrada Rural Mato Queimado, com 3 quilômetros de extensão, além da construção de uma Unidade Mista de Saúde.
O município também já foi beneficiado com entrega de maquinários, estufas agrícolas, ambulâncias, vans e outros equipamentos públicos ao longo dos últimos anos.
Vice Prefeita de Quedas é condenada por improbidade administrativa

Dia 07/05/2026
O Poder Judiciário de Quedas do Iguaçu condenou a atual vice-prefeita do município por ato de improbidade administrativa cometido em 2017, período em que exercia o cargo de prefeita.
De acordo com a sentença, que possui 84 páginas, a então gestora teria homologado uma licitação para contratação de máquinas pesadas direcionada para beneficiar uma empresa que, embora registrada em nome de terceiros, pertenceria de fato a um vereador da época.
A decisão aponta que houve irregularidade no processo licitatório, caracterizando favorecimento indevido durante a contratação pública.
Como penalidade, a vice-prefeita foi condenada à perda da função pública, ressarcimento integral do dano ao erário no valor de R$ 27 mil, suspensão dos direitos políticos por sete anos e proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.
A decisão ainda cabe recurso junto ao Tribunal de Justiça.
Moro lidera pesquisa para Governo do Paraná

Dia 27/04/2026
Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (27) mostra intenções de voto da eleição para o governo do Paraná. São dois cenários com diferentes combinações de nomes.
Cenário 1, com 6 pré-candidatos:
Sergio Moro (PL): 35%,
Requião Filho (PDT): 18%
Rafael Greca (MDB): 15%
Sandro Alex (PSD): 5%
Tony Garcia (DC): 1%
Luiz França (Missão): 1%
Indecisos: 18%
Branco/nulo/não vai votar: 7%
Cenário 2, com 4 pré-candidatos
Sergio Moro (PL): 42%
Requião Filho (PDT): 24%
Sandro Alex (PSD): 6%
Luiz França (Missão): 2%
Indecisos: 17%
Branco/nulo/não vai votar: 9%
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Simulações de 2º turno
A Quaest fez também quatro simulações de 2º turno, e todos incluem o senador Sergio Moro (PL) contra diferentes adversários.
Cenário 1
Sergio Moro (PL): 49%
Requião Filho (PDT): 30%
Cenário 2
Sergio Moro (PL): 44%
Rafael Greca (MDB): 29%
Cenário 3
Sergio Moro (PL): 51%
Sandro Alex (PSD): 15%
Índices de rejeição de cada pré-candidato
Luiz França (Missão): 7%
Rafael Greca (MDB): 33%
Requião Filho (PDT): 47%
Sandro Alex (PSD): 13%
Sergio Moro (PL): 37%
Tony Garcia (DC): 22%
Sucessão de Ratinho Junior
A Quaest perguntou aos eleitores sobre o peso do apoio do atual governador, Ratinho Junior (PSD), em sua escolha de voto. Ratinho desistiu de concorrer à Presidência da República para concluir o mandato e tentar emplacar seu sucessor.
A pergunta: você acha que Ratinho Junior merece eleger um sucessor que indicar?
As respostas:
Sim: 64% (eram 70% em agosto);
Não: 25% (eram 24%);
Não sabem ou não responderam: 11% (eram 6%).
Peso dos apoios políticos
Segundo a Quaest, 17% gostariam de eleger um aliado do presidente Lula (PT) para governar o estado. Para 34%, melhor seria alguém aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e 44% consideram um político independente como a melhor escolha.
Ratinho decide apoiar Sandro Alex para Governador do Paraná

Dia 14/04/2026
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), escolheu apoiar a candidatura de Sandro Alex como seu candidato à sucessão do Palácio Iguaçu. A informação foi confirmada na noite desta segunda-feira (13/04).
Sandro Alex é ex-secretário de Infraestrutura e Logística e atual deputado federal. Ele é filiado ao PSD e atual presidente estadual do partido.
Na manhã desta segunda-feira, Ratinho realizou uma coletiva de imprensa informando que o nome do candidato que apoiaria deveria ser divulgado até o fim desta semana.
Na coletiva, o governador destacou que a definição integra a construção de uma chapa completa, que inclui candidato ao governo, vice e dois nomes ao Senado. “A ideia é que, no mais tardar, quarta ou quinta-feira, a gente tenha esse anúncio”, afirmou, ao destacar que o processo envolve diálogo com partidos aliados e leva em conta o equilíbrio político necessário para a disputa eleitoral.
Até então, havia especulação de apoio por parte do governador a possíveis candidatos, como Alexandre Curi, Rafael Greca e Guto Silva. Contudo, durante a coletiva desta segunda, Ratinho foi enfático ao sinalizar uma chapa formada por representantes do PSD, o que descartaria Greca e Curi, filiados ao MDB e Republicanos, respectivamente.
“A construção passa pelo PSD. Nós temos bons nomes dentro do partido e vamos trabalhar exatamente nisso”, disse.
Ratinho desiste de concorrer à Presidência

Dia 24/03/2026
O governador Ratinho Junior (PSD-PR) surpreendeu até os aliados mais próximos ao anunciar a desistência da pré-candidatura à Presidência da República no final da tarde desta segunda-feira (23/03). Horas antes, deputados estaduais da base almoçaram com o governador do Paraná no Palácio Iguaçu, sede do Executivo do estado, para se despedir do governador que prometia deixar o mandato até o final da próxima semana.
O clima era de euforia entre os deputados estaduais do PSD e de outros partidos aliados pela expectativa do lançamento da pré-candidatura de Ratinho Junior, nesta quarta-feira (25/03). Segundo deputados da base ouvidos pela Gazeta do Povo, a saída dele do páreo presidencial indica que o governador irá privilegiar a tentativa de fazer um sucessor no Palácio Iguaçu.
No plano nacional, um dos aliados que almoçou com Ratinho Junior avalia que a polarização em vez de arrefecer, se acirrou com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como principal opositor de Lula (PT). Assim, o recuo do paranaense pode ser considerado “estratégico” na leitura do deputado estadual.
No comunicado divulgado pelo PSD do Paraná, Ratinho Junior também descarta a possibilidade de concorrer ao Senado. Ou seja, ele pretende percorrer o estado durante a campanha ao governo com o objetivo de “transferir votos” para o escolhido do PSD, na esteira da alta aprovação do eleitorado paranaense.
Segundo o levantamento da Quaest, divulgado em agosto de 2025*, 70% dos paranaenses afirmavam que Ratinho Junior merecia eleger um sucessor. Além disso, o governador tinha 84% de aprovação dos entrevistados.
O entendimento dos aliados é de que o líder paranaense deve assumir o comando das articulações com a coordenação da campanha eleitoral do escolhido para a sucessão, assim como ocorreu na vitória do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD-PR), nas eleições de 2024.
Ao permanecer na cadeira do Executivo estadual, ele também daria uma resposta ao movimento do senador Sergio Moro, pré-candidato ao governo, que firmou uma aliança com o presidenciável Flávio Bolsonaro.
O ex-juiz da Lava Jato se filia ao PL nesta terça-feira (24/03) e ainda deve contar com o apoio do Novo, um dos partidos que integram a base do governo paranaense, fortalecendo uma candidatura de direita no estado.
Do outro lado, Ratinho Junior poderia ter dificuldades em participar da campanha do nome escolhido como sucessor no Paraná, se tivesse uma campanha presidencial para percorrer todo o país.
No início deste mês, ao ser questionado pela Gazeta do Povo sobre a possibilidade de permanecer no cargo até o final do mandato, ele respondeu que pretendia deixar o mandato até o dia 4 de abril, atendendo à legislação eleitoral para “ficar apto” aos desafios do PSD.
Caminhoneiros ameaçam greve 'nos próximos dias'

Dia 18/03/2026
Caminhoneiros de diferentes regiões do Brasil podem iniciar uma greve nos próximos dias. A categoria se diz descontente com o aumento do custo do diesel e com medidas adotadas pelo governo para conter a alta do combustível.
Recentemente, o governo anunciou um pacote de renúncia fiscal do governo para baratear o diesel e reduzir o impacto da crise internacional sobre o combustível. A diminuição poderia chegar a R$ 0,32 por litro de diesel. Contudo, poucos dias depois, a Petrobras aumentou o preço do diesel nas refinarias — o que, na prática, anulou o efeito da redução tributária, uma vez que o aumento chegou a R$ 0,38 em algumas regiões.
À reportagem, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que a articulação envolve não apenas os motoristas autônomos, que sua associação representa, mas também os “celetistas”, que são contratados por empresas de transporte.
“O que foi feito até agora não serviu para nada. O governo já sabia que a Petrobras ia aumentar o preço do diesel depois. Então, na prática, não gerou redução nenhuma. Precisamos ter alguma garantia”, afirmou Landim.
Conversas
A categoria vinha travando conversas ao longo dos dias com o governo sobre o aumento do preço dos combustíveis por meio de representantes da Secretaria-Geral e do Ministério dos Transportes, além de integrantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). O governo tem monitorado o andamento das mobilizações para caso a paralisação se confirme.
Não há uma data para a greve. Lideranças do setor afirmam que a categoria já deliberou a favor de cruzar os braços e, segundo Landim, trabalham na articulação com entidades regionais, cooperativas e transportadoras para alinhar uma data e ampliar a adesão ao movimento. O governo vê sinais de abuso de preços praticados na bomba e diz que vai fiscalizar os postos.
Segundo Landim, há mobilização para paralisação nacional entre entidades de Santos (SP), Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás. “A categoria deliberou para cruzar os braços, não tem condições de manter o trabalho. Entendemos os fatores externos, mas somos dependentes de 20% a 30% de importação isso torna a situação insustentável”, disse.
Histórico
No dia 12 de março, o governo federal anunciou um pacote emergencial para tentar conter a escalada do combustível, incluindo a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel e medidas de subvenção que darão mais R$ 0,32 por litro a empresas produtoras ou importadores que venderem diesel abaixo de um valor pré-estabelecido. As medidas previam que o preço do combustível poderia cair até cerca de R$ 0,64 por litro em alguns casos.
Um dia depois, porém, a Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,38 por litro no diesel A, combustível que sai das refinarias antes da mistura obrigatória de biodiesel.
Segundo a Petrobras, o reajuste foi motivado principalmente pela alta do preço internacional do petróleo, impulsionada pela guerra que se espalha pelo Oriente Médio e eleva o custo global do combustível.
Landim diz que o governo pode tomar outras medidas que aliviam o preço final para a categoria, como a exigência de que os contratantes respeitem o preço mínimo da tabela de frete e a isenção de cobrança de pedágio para quem passar sem carga pela estrada.
Legislação
Os caminhoneiros reclamam que não há cumprimento efetivo da legislação que estabeleceu os pisos mínimos para o transporte rodoviário de cargas e pedem a aplicação da Lei 13.703 de 2018, criada após uma grande paralisação da categoria naquele ano, quando passou a haver uma “política nacional de pisos mínimos do frete”.
“Estamos lutando pela lei, que não tem cumprimento na ponta”, afirmou Chorão. Segundo ele, muitos caminhoneiros acabam aceitando valores abaixo do piso por falta de fiscalização efetiva e pela pressão do mercado. “A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que é responsável pela fiscalização, já tem meios de fazer o travamento eletrônico da planilha de custo mínimo.”
A Abrava, entidade presidida por Landim, reúne cerca de 35 mil caminhoneiros. Estimativas do próprio setor indicam que o Brasil possui cerca de 790 mil caminhoneiros autônomos e aproximadamente 750 mil motoristas contratados sob regime celetista.
Após privatização Copel registra muitas reclamações
Dia 11/02/2026
Desde a privatização da Copel, em agosto de 2023, a empresa acumula 618 reclamações na plataforma Consumidor.gov relacionadas a interrupções no fornecimento de energia elétrica. De 2024 para 2025, o número de queixas desse tipo cresceu 55,8%. A plataforma do Procon-PR registra queixas voluntárias de consumidores que tiveram problemas com empresas ou serviços.
Entre agosto e dezembro de 2023, os registros por interrupção aumentaram mês a mês, passando de 15 reclamações em agosto para 38 em dezembro, um salto de 153% em cinco meses . Em setembro, foram 14 registros. Em outubro, o número subiu para 18. Em novembro, chegou a 24, indicando uma tendência de alta no fim do ano.
Em 2024, o total de reclamações por interrupção no fornecimento alcançou 199 registros. Já em 2025, o número saltou para 310. Dentro desse recorte, Curitiba concentra 118 dessas reclamações no período de dois anos e quatro meses.
Na contramão do aumento das queixas, o percentual médio de solução dos problemas relacionados a interrupções tem apresentado queda. Em 2023, o ano fechou com média de solução de 78,66% das ocorrências. Em 2025, esse índice caiu para 77,42%.
O período com o maior número de reclamações no estado se concentra no último trimestre do ano passado. Em outubro, foram registradas 48 reclamações. Em novembro, o número caiu para 35. Em dezembro, dobrou para 68. O aumento coincide com o período de tempestades e vendavais no Paraná. Em um dos episódios, 4,2 mil serviços de religamento foram solicitados à companhia.
O problema também é reconhecido pela Copel. Em nota, a empresa informou que, entre 2023 e 2025, houve média de 20 grandes temporais por ano no estado, contra 12 eventos severos registrados no triênio anterior, entre 2020 e 2022. Os fenômenos com rajadas de vento acima de 50 km/h foram 35% mais frequentes em 2025, na comparação com o ano anterior.
Principais reclamações são sobre cobranças
Apesar do aumento das reclamações por interrupções em 2025, esse tipo de queixa representou 8,37% dos chamados no ano passado. Cerca de 18,88% das reclamações, o equivalente a 669 registros, foram relacionadas a cobranças irregulares ou defeitos na medição do consumo.
O crescimento também aparece no volume geral de reclamações sobre energia elétrica. Em 2023, foram contabilizadas 1.523 queixas. Em 2024, o número subiu para 1.605. Em 2025, houve um salto mais expressivo, com 3.703 registros.
O aumento das reclamações também resulta na reação de consumidores. A insatisfação com os serviços levou à criação do movimento “É Nossa Energia”, que pede a reestatização da Copel.
O grupo defende conta de luz mais barata, fim dos apagões, melhorias no atendimento e reinvestimento do lucro da empresa em ações sociais e ambientais. A campanha mantém um abaixo-assinado em aberto, com meta de 90 mil assinaturas até março de 2026.
envie para um amigo ...... comente está matéria........ imprimir a
matéria
É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site, em qualquer meio de comunicação eletrônica ou impresso, sem a devida autorização escrita ou via
e-mail do site Iguaçu Notícias. |