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Política

Creches de Quedas recebem mobiliário


Creche do bairro Santa Fé

Dia 25/02/2015

Vários equipamentos foram adquiridos com recursos do programa Brasil Carinhoso, que agora serão   repassados para as creches de Quedas do Iguaçu, através dos projetos encaminhados pela  Secretaria Municipal de Educação ao Governo Federal.

O programa Brasil Carinhoso é um programa de iniciativa do Governo Federal voltada para a primeira infância e tem como objetivo expandir a quantidade de matrículas de crianças entre 0 e 48 meses (até 4 anos de idade) cujas famílias sejam beneficiárias do Programa Bolsa Família em creches públicas.

O valor repassado ao município, por ano, para cada vaga preenchida por criança é de aproximadamente R$ 900, para crianças matriculadas em creche parcial e aproximadamente R$ 1500 para crianças matriculadas em creche integral.

O investimento foi de 120 mil reais feito pela Prefeitura Municipal na melhoria da Educação Infantil do município de Quedas do Iguaçu.

Itens entregues nas creches municipais:

26 Aparelhos de ar condicionado de 12.000 BTUS para as sala das crianças;
07 Lavadoras de alta pressão para limpeza de paredes e pisos;
06 Lavadoras de roupas;
05 Televisores de 32’ polegadas;
11 Escrivaninhas;
06 Microcomputadores;
02 Refrigerados de 470 litros;
32 Cadeiras de refeição para as crianças;
01 Balcão com 3 portas;
05 Fornos elétrico;
02 Fornos micro-ondas;
06 Cadeiras adultas;
500 Pratos de inox;
500 Canecas de inox.

A Secretaria de Educação estará recebendo mais fogões e impressoras para as creches que serão  entregues nos próximos dias.

Funcionários do Detran vão entrar em greve no Paraná

Dia 18/02/2015

Funcionários do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) pretendem entrar em greve nesta quarta-feira (18) em todo o estado. Por meio de nota divulgada no site do Sindicato dos Servidores do Detran do Paraná (Sisdep), a categoria informa que decidiu cruzar os braços em apoio à greve geral do funcionalismo estadual.

Os servidores do Detran devem realizar um protesto em todas as unidades do departamento no estado por volta do meio-dia desta quarta. O Sisdep garante que os funcionários devem manter os serviços essenciais durante a paralisação, como a liberação de veículos apreendidos; procedimentos que envolvam documentos necessários para veículos oficiais; recebimento e devolução de CNH suspensa (emissão guia, foto e agendamento); e realização de exames práticos para processo de primeira habilitação vencendo em trinta dias.

Ainda conforme o sindicato, os serviços de processo para registro de veículo novo e renovação de CNH vencida há mais de 30 dias (montagem, foto e agendamento de exames) não foram considerados essenciais e, por isso, serão suspensos durante a greve. "O processo de registro de veículo novo pode ser realizado por meio dos Despachantes, e a renovação de CNH, vencida há mais de um mês, pode ser realizada por meio do Detran fácil (via internet)", argumenta o Sisdep em nota.

Greve geral

Professores da Rede Estadual, profissionais de universidades, agentes penitenciários e servidores da Saúde estão em greve desde a semana passada em protesto ao chamado "pacotaço" do Governo do Paraná.

O conjunto de medidas, retirado de pauta na Assembleia Legislativa (Alep) na última quinta-feira (12) após pressão popular, prevê uma série de ajustes fiscais e orçamentários que, na prática, refletiria em cortes de gratificações e benefícios conquistados pelos servidores públicos no decorrer das últimas décadas.

O Sisdep lembra que os servidores do Detran chegaram a aprovar um indicativo de greve em dezembro do ano passado, mas que no dia 20 daquele mês a categoria suspendeu a paralisação com o objetivo de analisar as propostas apresentadas pelo governo. O sindicato reivindica um quadro próprio de servidores, proposta até então não aceita pelo Estado.

De acordo com o Sisdep, a criação do quadro próprio "não visa aumento salarial algum, mas sim um reconhecimento de toda a classe de funcionários do Detran e a melhoria nas condições de atendimento à população".

Na eleição, tudo eram flores. Mas hoje...

Dia 17/02/2015

Não é raro eleitores se surpreenderem com medidas de governantes recém-eleitos que contradizem o que era dito na campanha eleitoral. Nas eleições de outubro do ano passado, porém, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador Beto Richa (PSDB), ambos reeleitos para o segundo mandato, não se constrangeram em “vender” ao eleitor um país e um estado bem diferentes da realidade. Hoje, quase quatro meses após terminadas as eleições, a artimanha de marketing político ficou evidente.

Dilma Rousseff:

Dilma comemora a reeleição: ela afirmou para não acreditarem em quem dizia que o país estava mal.

Confira o que Dilma disse na campanha e o que ela fez logo após a reeleição:

Impostos

Discurso na campanha

Em encontro com taxistas em setembro de 2014, Dilma negou qualquer possibilidade de “tarifaço” para reajustar o preço da gasolina.

Realidade no governo

Em 19 de janeiro, o governo federal anunciou a volta da cobrança da Cide (imposto sobre o comércio de combustíveis) e o aumento da alíquota do PIS/Cofins, que resultou em reajuste médio de R$ 0,22 para a gasolina e R$ 0,15 para o diesel.

O mesmo pacote trouxe aumento de IOF sobre operações de crédito para o consumidor de 1,5% para 3%, e do PIS/Cofins sobre importações de 9,25% para 11,75%.

Juros e inflação

Discurso na campanha

Dilma acusou o partido de seu principal adversário, Aécio Neves (PSDB), de “plantar inflação para colher juros”. Ao mesmo tempo, negou haver descontrole inflacionário no país, bem como rechaçou a possibilidade de aumentar juros.

Realidade no governo

Três dias após a vitória no segundo turno, o Copom aumentou a taxa Selic de 11% para 11,25% ao ano. Hoje, depois de mais duas altas, a taxa básica está em 12,25%. A justificativa: controlar a inflação. Especialistas, porém, preveem índice inflacionário de 3,26% só para o primeiro trimestre, ou seja: quase 50% da meta prevista pelo governo para todo ano de 2015.

Direitos trabalhistas

Discurso na campanha

Em reunião com empresários, Dilma garantiu que não mudaria direitos trabalhistas.

Realidade no governo

Em dezembro, duas medidas provisórias deixaram mais rígidas as regras para obter abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença. As medidas foram tomadas em nome da “Sustentabilidade da Previdência”.

Política econômica

Discurso na campanha

Dilma criticou duramente Marina Silva (PSB) e Aécio Neves por suas propostas para a economia. Dizia que Neca Setúbal, herdeira do Itaú e conselheira de Marina, e Armínio Fraga, anunciado como ministro da Fazenda de Aécio, influenciariam políticas em favor do mercado.

Realidade no governo

Nomeou Joaquim Levy, economista tido como ortodoxo e alinhado ao pensamento de Armínio, como ministro da Fazenda de seu segundo governo.

Energia elétrica

Discurso na campanha

Não só na campanha, mas durante todo o primeiro governo, Dilma afirmava que a energia não subiria e que o país estava preparado para a demanda necessária ao crescimento.

Realidade no governo

Em 19 de janeiro, um apagão atingiu metade do país: 11 estados e o Distrito Federal. No dia 20, o Brasil importou energia da Argentina. A partir do primeiro dia do ano já entrara em vigor o sistema de bandeiras tarifárias. Se o consumo de energia subir, o consumidor paga mais caro. A Aneel já aprovou também pedido de reajuste extraordinário feito pelas distribuidoras.

Beto Richa

Beto Richa comemora a reeleição em primeiro turno: “O melhor está por vir”.

Veja o que Richa dizia na campanha e compare com a realidade do governo:

Finanças do estado

Discurso na campanha

Durante a campanha, Richa insistiu que havia colocado a casa em ordem, após herdar uma dívida de “R$ 4,5 bilhões do governo anterior”. E que, no segundo mandato, poderia investir mais.

Realidade no governo

Pouco tempo depois de ser reeleito, em dezembro, enviou um “tarifaço” à Assembleia Legislativa, já aprovado e sancionado. O ICMS de uma extensa lista de produtos foi reajustado de 12% para 18%. Também houve aumento de um ponto porcentual no ICMS da gasolina e de 40% na alíquota do 
IPVA.

Investimentos

Discurso na campanha

Na campanha, o candidato à reeleição desafiou jornalistas a consultar qualquer prefeito do Paraná para saber se o governo anterior investia tanto em obras quanto o seu. Inclusive em municípios administrados por adversários políticos do grupo que comandava o Paraná.

Realidade no governo

Após a derrota no “pacotaço” da semana passada, o governador admitiu que existem obras paradas no estado. O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, já reconheceu que o Paraná está praticamente sem dinheiro para investimentos.
Funcionalismo

Discurso na campanha

Richa sinalizou com a manutenção da política de valorização dos servidores. No primeiro mandato, concedeu reajustes acima da média para algumas categorias.

Realidade no governo

Com o estado em crise financeira, adiou o pagamento do terço de férias dos servidores já no final do ano passado. Também não pagou a rescisão de 29 mil professores temporários que trabalharam em 2014.

Abertura ao diálogo

Discurso na campanha

Durante a campanha, Richa sempre ressaltou seu papel de conciliador. A capacidade de diálogo foi apontada como uma das principais qualidades do candidato.

Realidade no governo

Na semana passada, enfrentou a maior polêmica de sua carreira política ao propor à Assembleia a aprovação às pressas e sem discussão de um pacote de austeridade com várias propostas que têm forte oposição da sociedade. O resultado foram defecções na base aliada no Legislativo, revolta de servidores e retirada das propostas após três dias de ocupação da Assembleia e confronto entre manifestantes e a polícia.

Perseguição

Discurso na campanha

Quando admitia dificuldades financeiras, Richa as atribuía à “perseguição do governo federal” e cobrava a liberação de empréstimos. Também criticava a falta de repasses federais.

Realidade no governo

Os empréstimos aguardados foram autorizados. Os repasses do Fundo de Participação dos Estados para o Paraná subiram acima da inflação. Mas as contas do estado ainda não fecham.

Fonte: Gazeta do Povo

Servidores da Prefeitura fazem protesto pedindo reajuste salarial


No dia 13 de fevereiro, os manifestantes se concentraram no pátio de
máquinas da Prefeitura Municipal

Dia 13/02/2015

Cerca de duzentos servidores, a maioria funcionários do pátio de maquinas, merendeiras,  cozinheiras, auxiliares de serviços gerais protestaram na manhã de quinta-feira, dia 11, na Praça Pedro Alzide Giraldi por melhorias salariais e declararam estado de greve afirmando estar insatisfeitos com a Prefeitura Municipal quedense.

Os servidores reivindicam reposição salarial de 18%, o que corresponde a inflação dos últimos anos, mas que eles não receberam. O Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Willian da Costa, que comanda o movimento de paralisação disse que além da reposição salarial, algumas  categorias cobram melhores condições de  trabalho. “O prefeito diz que não  tem dinheiro para conceder o aumento, mas como que ele  arruma dinheiro para dar gratificação de até 80% para os cargos comissionados”, questiona o sindicalista.

O prefeito Municipal Jacaré disse em pronunciamento na rádio municipal FM que não tem condições  de repassar o aumento, uma vez que teria que reajustar o salário de todos os funcionários, incluindo o seu e dos vereadores.

Jacaré reiterou que, em todos os momentos está acessível ao diálogo, às demandas e às reivindicações das diversas categorias de servidores, acrescentando que a prefeitura busca melhorar  as condições de trabalho e de remuneração dos funcionários, porém dentro da realidade financeira do município.

Na última segunda-feira, dia 09 de fevereiro, o executivo enviou um projeto de lei à Câmara de  Vereadores propondo aumento de 13% para os professores da rede municipal de ensino.

Professores estaduais pedem apoio à vereadores de Quedas


Professora Sônia Barreto usando a tribuna

Dia 10/02/2015

Professores estaduais de Quedas do Iguaçu ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Vereadores para pedir apoio aos vereadores contra as medidas do Governo do Estado do Paraná.

A porta voz do professores, professora Sônia Barreto, usou da tribuna livre do legislativo para    historiar toda a situação envolvendo a classe do magistério motivada  por este pacote (dois projetos)  do Governo Estadual, conhecido como “tratoraço”, o que levou os professores da rede estadual de ensino a decretar greve, que adiou o início do ano letivo em todo Paraná.

O presidente da casa, vereador Osni Soares da Silva, abriu a sessão e logo em seguida passou a palavra ao Prefeito Jacaré que falou sobre obras em andamento no município e as que serão inauguradas em breve, após, usufruiu da tribuna a professora e representante dos professores  estaduais Sônia Barreto.

Richa quer tirar direitos e reduzir ganhos de servidores públicos

Dia 06/02/2015

O governador Beto Richa (PSDB) encaminhou na quarta (4) mensagem à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) propondo a retirada de direitos do funcionalismo público do estado. O pacote de maldades prevê o fim do auxílio-transporte aos professores e limita a aposentadoria aos servidores ao teto do INSS de R$ 4,7 mil.

E Richa tem pressa. A sua mensagem a ALEP é no sentido de aprovação em regime de urgência, sem muito debate.

“O regime de urgência representa um golpe na democracia do plenário. Estamos falando em bilhões em reais e em medidas vão impactar na vida de milhares de pessoas”, protestou o líder da oposição, deputado Tadeu Veneri.

“É inadmissível que o governo queira mexer na carreira do funcionalismo, no auxílio transporte dos professores, no adicional por tempo de serviço, no regime de previdência complementar, utilizando o regime de urgência.”

O pacote de maldades do governador Beto Richa reforça ainda mais a possibilidade de greve geral dos servidores públicos paranaenses. Os educadores realizam neste (7), em Guarapuava, assembleia geral. “Agora é greve”, adiantou Lemos.

A mensagem governamental também extingue o adicional por tempo de serviço do funcionalismo público estadual efetivo (quinquênio), previsto no Plano de Carreira. Essa conquista equivalente a 5% do salário, a cada cinco anos trabalhados, até completar 25 anos de carreira.

Educação

Se aprovada, entre outras coisas, as novas leis complementares modificarão totalmente a forma de promoção e progressão tanto do Quadro Próprio do Magistério (QPM), como também do Quadro de Funcionários da Educação Básica (QFEB). Quer mais? Elas também alteram o acesso ao Nível III da carreira dos(as) professores(as), tornando muito mais difícil que alguém alcance o mesmo.

O adicional por tempo de serviço – isto para todos(as) os servidores(as) – será de mísero 0,1% ao ano, jogando completamente por terra as conquistas alcançadas com os nossos planos de carreira. Para você entender: hoje, o plano de carreira do magistério garante 5% de quinquênio a cada cinco anos. Com esta mudança – de 0,1% ao ano – em cinco anos o(a) professor(a) terá direito a 0,5% de quinquênio.

A mensagem 002/2015 também adota várias outras medidas. A principal, para o conjunto dos(as) servidores(as), é o fim do ParanáPrevidência. Todos os recursos da PRPrevidência passam para o Estado.

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