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Meio Ambiente

Bombeiros alertam para o início da 'temporada de incêndios' no Paraná

Dia 18/06/2019

Encerrada a estação de chuvas, o Corpo de Bombeiros alerta para o início da temporada de incêndios no Paraná. É que o clima agora costuma começar a ficar mais seco e com ventos mais fortes, o que facilita a ocorrência de incêndios (principalmente os ambientais) e também a sua propagação.

Segundo o Sistema Digital de Dados Operacionais do Corpo de Bombeiros do Parnaá (SYSBM-CCB), a cada dia é registrado no estado a ocorrência de 45 incêndios — ou um incêndio a cada 32 minutos, em média. Entre janeiro de 2015 e junho deste ano (até ontem), foram 72.555 registros desse tipo no Paraná.

Os meses de julho, agosto e setembro são os que concentram o maior número de ocorrências, sendo que 40,5% dos episódios de incêndio são registrados justamente nesses três meses do ano.

De acordo com os bombeiros, os incêndios ambientais podem ser causados por fatores da natureza (incidência de raios e combustão espontânea) ou pela ação do homem (queimadas para limpeza de terrenos destidas ao plantio, fogueiras para acampamento, incêndios criminosos ou simplesmente pelo descuido de jogar uma bituca de cigarro em local inapropriado). O sistema de Previsão de Risco de Fogo, inclusive, aponta que há risco de incêndios ambientais em aproximadamente 60% de todo o território paranaense – e isso considerando os alertas de nível crítico.

Por isso, os bombeiros alertam e orientam a população sobre os cuidados necessários para esse período de clima mais seco e ventos fortes, com o objetivo de prevenir a ocorrência de incêndios — no último sábado, inclusive, o morro do Capivari Mirim foi atingido por um incêndio que durou cerca de 24 horas e consumiu aproximadamente 5 mil metros quadrados de mata nativa.

Dentre as medidas listadas pela corporação estão a recomendação para não utilizar queimadas para a limpeza de terrenos baldios; não jogar lixo em terrenos baldios; não jogar bitucas de cigarro na beira das estradas ou jogar em lugar inapropriado durante passeios em meio amata; e não fazer fogueiras durante caminhadas ou acampamentos.

Inversão térmica afeta a saúde

A sequência de dias sem chuva, comum no outono/inverno no Paraná, traz alguns transtornos à população e ao meio ambiente. Quem sofre com doenças respiratórias, por exemplo, observa uma piora significativa, pois a poeira/poluentes fica mais concentrada no ar que respiramos. Esta situação ocorre devido ao fenômeno chamado de inversão térmica, quando o ar próximo a superfície é mais frio (portanto mais pesado) do que o situado logo acima. Esta condição ocorre normalmente durante a madrugada/manhã. Outro problema mais frequente nesta época são os incêndios florestais.

ENGIE preserva nascentes e faz reflorestamento no entorno de hidrelétricas

Dia 06/06/2019

Uma iniciativa de preservação ambiental desenvolvida há nove anos pela ENGIE Brasil Energia na bacia do Rio Iguaçu, Paraná, é um bom exemplo de que parcerias bem planejadas e esforço continuado podem render bons resultados. Em 2010, a empresa iniciou um Programa de Proteção de Nascentes em pequenas propriedades rurais nos municípios lindeiros às Usinas Hidrelétricas Salto Santiago (UHSS) e Salto Osório (UHSO). Mais de 1,2 mil mananciais já foram preservados, com benefícios para 1,3 mil famílias.

O Programa está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) – mais especificamente, ao ODS número 6, “Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos”. Para proteger cada nascente da contaminação, são utilizadas entre 3,5 e 4 toneladas de pedra basáltica e três sacas de cimento. Os recursos para o programa, oriundos do Fundo Especial para a Infância e Adolescência (FIA), apoiam ações de educação ambiental junto às escolas da região.

“É um investimento sustentável e muito barato em relação aos benefícios”, destaca o coordenador de meio ambiente da Regional do Rio Iguaçu da ENGIE, Clóvis Tosin da Silva. “A comunidade passou a usar água de boa qualidade, o que evita a propagação de doenças e protege os recursos naturais”. Parcerias firmadas entre a ENGIE, entidades sociais e prefeituras viabilizam o programa. A empresa entra com apoio financeiro e acompanhamento técnico, enquanto as prefeituras contribuem com mão-de-obra e maquinário, e os proprietários das terras ajudam a cuidar do manancial.

Até o momento, o programa foi implantado em cinco municípios do entorno das duas usinas hidrelétricas. O mais recente é Porto Barreiro, de 3,3 mil habitantes, onde já foram protegidas 96 nascentes de um total de 200 previstas até 2020. “Um terço dos moradores vão ser beneficiados e isso faz a diferença”, diz a prefeita Marinez Croti. Ela conta que já houve ganhos concretos à saúde pública, com a redução do número de casos de rotavírus no posto de saúde e da contagem de bactérias na ordenha de leite. A produção leiteira – 1,8 milhão de litros mensais – é a segunda atividade econômica do município.

“Nossa vida melhorou muito”, conta João Alves Pedroso, que cria abelhas e cultiva erva-mate, milho e mandioca em uma pequena propriedade da Linha Wolff. “Antes eu precisava pegar água em outra fonte a 1 km de distância e às vezes a fonte secava, mas agora não falta mais água”, completa o agricultor de 79 anos. Jorge Pereira Matoso, morador da comunidade São Miguel, também está satisfeito: “Tenho certeza de que esta é uma parceria que deu certo”

Horto, reflorestamento e povoamento de peixes

Quando não existem mudas de plantas disponíveis para proteção da nascente, elas são fornecidas pelo horto florestal da Usina Salto Osório, construído há dez anos para recuperar uma área degradada de 2,5 hectares no antigo canteiro de obras. Mais de meio milhão de mudas da flora nativa da região já foram produzidas no local, em parceria com a prefeitura de São Jorge d’Oeste, que forneceu terra em troca de pedras para uso nas estradas vicinais. Em Salto Santiago, uma área de 7 hectares também foi recuperada junto com a Prefeitura de Rio Bonito do Iguaçu, em projeto que já recebeu dois prêmios ambientais.

Todos os anos, em torno de 50 mil mudas de plantas são distribuídas aos 12 municípios lindeiros das usinas. As 50 espécies disponíveis incluem bracatinga (Mimosa scabrella), canafístula (Peltophorum dubium), cedro rosa (Cedrela fissilis), cerejeira brasileira (Eugenia involucrata), corticeira (Erythrina falcata), angico vermelho (Anadenanthera colubrina), paineira (Chrosia speciosa), louro (Cordia trichotoma), guajuvira (Cordia americana) e jabuticabeira (Plinia trunciflora). Graças ao uso de uma técnica de plantio com hidrogel, 95% das mudas sobrevivem, conta João Maria Ribeiro, responsável pelo horto há 17 anos.

O programa de reflorestamento da ENGIE nas duas usinas hidrelétricas do rio Iguaçu abrange uma área de 360 hectares, em um perímetro de 770 km em torno dos reservatórios. Desde 2006 a empresa já plantou 770 mil mudas de árvores nativas. Para 2019, a meta é consolidar a fase de manutenção, plantando outras 8 mil em Salto Santiago e 3 mil em Salto Osório.

Outro projeto ambiental relevante é o povoamento de peixes, desenvolvido em parceria com a Unioeste e o Instituto Neotropical de Pesquisas Ambientais. Desde 2013, já foram soltos 500 mil peixes de espécies nativas nos reservatórios das duas Usinas. O projeto envolve a captura de espécies-alvo no rio Iguaçu e tributários, seguida de fecundação artificial em laboratório. A meta para 2019 é soltar mais 120 mil peixes.

Fonte: Assessoria 

Massa de ar frio domina o Paraná e pode provocar geadas no Sul

Dia 04/06/2019

Depois de quase uma semana de tempo fechado e chuva, o clima no Paraná deve ter uma mudança, a partir desta terça-feira (4). A previsão é de dia de sol e poucas nuvens em todas as regiões. Isso é efeito de uma massa de ar seco e mais frio que predomina sobre o Estado. Com isso, as temperaturas devem sofrer uma queda a partir desta terça.

Apesar das temperaturas previstas não serem tão baixas como no mês de maio — devem variar mínimas entre 8 e 9 graus do Oeste ao Leste do Paraná — o serviço de alerta geada do Simepar mostrava a possibilidade de formação do fenômeno no extremo Sul do Estado. Mas se ela ocorrer, virá de forma faca. Para amanhã também há chance de geada em uma área maior, com intensidade de fraca a moderada.

Semana promete sol e temperatura agradável

Dia 03/06/2019

Depois de seis dias de muita chuva, a segunda-feira (3) amanhece com previsão de tempo firme em Quedas do Iguaçu e na região. A segunda-feira se iniciou com temperatura na casa dos 12 º C, muita neblina também faz parte do cenário.

O Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná) aponta que a área de instabilidade avança rumo ao Estado de São Paulo e uma massa de ar seco invade os estados do Sul. Ao logo da semana, a temperatura deve cair e o frio - sem grande intensidade, volta a surgir no estado.

Chuvas causam estragos na região

Dia 29/05/2019

As fortes chuvas da madrugada e manhã de terça-feira, 28, já provocam alguns problemas nos municípios da região Sudoeste. No Bairro São Cristóvão, em Francisco Beltrão, o Rio Lonqueador já tem pontos em que a água subiu e está fora do leito normal. O relato foi feito ao Corpo de Bombeiros por moradores do bairro.

Na rodovia entre os municípios de Ampere e Pinhal de São Bento alguns trechos teve alagamentos de pontes. No município de Santo Antonio do Sudoeste pontes foram danificadas pelo excesso de chuvas e águas dos rios.

Na rodovia entre os municípios de Ampere e Pinhal de São Bento teve pontes que ficaram submersas já que os rios transbordaram. Há possibilidade de a ponte sobre o Rio Capanema, na divisa dos municípios de Pinhal de São Bento e Santo Antonio do Sudoeste, ficar submersa devido à grande quantidade de chuvas que está caindo na região.

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