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Meio Ambiente

Termina domingo o período de defeso da Piracema

Dia 26/02/2026

O período de defeso da Piracema termina neste domingo (1º de março) no Paraná. Com isso, volta a ser permitida a pesca de espécies nativas. O ciclo teve início em novembro e busca preservar a reprodução natural dos peixes na bacia hidrográfica do Rio Paraná. A ação é anual e normatizada pela Portaria 377/2022, elaborada pelo Instituto Água e Terra (IAT).

Na próxima semana, o órgão vai apresentar um balanço com os números de apreensões e Autos de Infração Ambiental (AIA) emitidos durante o período restritivo. Na última Piracema, entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, foram lavrados 40 AIAs, com multas que totalizaram R$ 127,4 mil. Houve ainda a apreensão de 44 quilos de peixe, além de materiais e equipamentos como redes de pesca, molinetes, carretilhas, anzóis, entre outras ferramentas de pesca utilizadas irregularmente.

A restrição de pesca é determinada pelo órgão ambiental há quase duas décadas, em cumprimento à Instrução Normativa nº 25/2009 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 1.200 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos se ficar comprovada a retirada de espécies nativas durante o defeso, com cobrança de R$ 100 por apetrecho recolhido. O transporte e a comercialização também são fiscalizados no período.

Denúncias sobre pesca irregular ou uso de equipamentos ilegais podem ser feitas de forma anônima e segura por meio do telefone 181 (Disque Denúncia).

Calor antecede chuva no Carnaval do Paraná

Dia 10/02/2026

O Simepar informa que um sistema meteorológico atuando no Sudeste do Brasil manterá o tempo mais seco no Paraná até quarta-feira (11). Com menor cobertura de nuvens e predomínio de sol, as temperaturas sobem de forma significativa, podendo alcançar 35°C em cidades do Interior. A condição muda no fim da semana, quando uma frente fria avança e deve trazer chuva para os primeiros dias do Carnaval.

A trégua nas precipitações ocorre após um fim de semana marcado por temporais em várias regiões do Estado. No sábado (7), o avanço de um cavado meteorológico provocou volumes expressivos de chuva, com acumulados de 72 mm em Antonina, 52,8 mm em Morretes e 50,4 mm em Campina da Lagoa, conforme dados do INMET.

Alerta inédito em Curitiba

No mesmo dia, a Defesa Civil emitiu pela primeira vez um alerta por cell broadcast para Curitiba. O sistema é utilizado em situações de risco elevado e envia notificações automáticas para celulares na área afetada, sem necessidade de cadastro prévio. O aviso também abrangeu São José dos Pinhais.

Na Capital, rajadas de vento chegaram a 78,9 km/h na estação meteorológica da prefeitura, localizada no bairro Pinheirinho. Os maiores acumulados de chuva em curto intervalo ocorreram na região norte da cidade, com 18,6 mm no Boa Vista, 17,4 mm no Bairro Alto, 12,5 mm no Atuba e 11,2 mm no Cajuru. A estação do Simepar no Jardim das Américas registrou 15,2 mm. Em São José dos Pinhais, o Cemaden registrou 20,9 mm no bairro São Marcos.

Influência da ZCAS

No domingo (8), a chuva já perdeu força no Paraná, mas ainda houve registros de 40 mm em Cambará e 34,8 mm em Antonina. Enquanto isso, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém instabilidade persistente entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro até quarta-feira (11).

Segundo o meteorologista Samuel Braun, do Simepar, a ZCAS direciona a umidade amazônica para o Sudeste, reduzindo a disponibilidade de umidade sobre o Paraná. Isso resulta em dias mais secos, com pancadas de chuva isoladas e de curta duração.

Calor intenso no Interior

Com predomínio de sol, as regiões Noroeste, Oeste e Sudoeste devem registrar forte elevação das temperaturas, com máximas próximas ou superiores a 35°C. No Norte, Campos Gerais e Leste, a umidade vinda do oceano mantém maior variação de nuvens e possibilidade de chuva irregular, especialmente à tarde. Até terça-feira (10), as máximas nessas áreas ficam abaixo de 28°C, mas sobem gradualmente a partir de quarta-feira.

Na quinta-feira (12), o tempo volta a apresentar características típicas de verão, com calor acima dos 30°C na maior parte do Estado e pancadas rápidas e localizadas no período da tarde. Já na sexta-feira de Carnaval, a aproximação de uma frente fria aumenta os índices de instabilidade, elevando o risco de tempestades em todas as regiões paranaenses.

O Simepar mantém o monitoramento das condições atmosféricas e deve divulgar novos boletins ao longo da semana.

IAT adia temporada de Pinhão no Paraná

Dia 09/01/2026

O Instituto Água e Terra (IAT) adiou para 15 de abril o início do período de colheita, transporte, comercialização e armazenamento de pinhão no Paraná. A mudança foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 03/2026 e busca alinhar a legislação estadual ao regramento federal – até 2025 a temporada começava em 1º de abril no Estado.

A medida vale tanto para consumo humano quanto para uso em sementeiras. O objetivo é garantir a extração sustentável da semente, proteger o ciclo reprodutivo da espécie e conciliar a geração de renda das comunidades produtoras com a conservação ambiental.

A Instrução também reforça a proibição da colheita de pinhas imaturas, aquelas ainda verdes, cujas sementes apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Apenas pinhas com maturação adequada (estado deiscente), com coloração verde-amarelada ou marrom, poderão ser exploradas legalmente.

A normativa revoga a Portaria IAP nº 46, de 26 de março de 2015, e a Instrução Normativa nº 11/2025, passando a ser o principal instrumento de controle da exploração do pinhão no Estado, alinhando as práticas econômicas à preservação da araucária, espécie símbolo do Paraná e integrante do bioma Mata Atlântica.

A fiscalização é feita pelos agentes do IAT e pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). As denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria do IAT, aos escritórios regionais pelos telefones (41) 3213-3466 e (41) 3213-3873 ou 0800-643-0304 e, ainda, à Polícia Ambiental (41) 3299-1350.

ECONOMIA – A cadeia produtiva do pinhão gera incremento econômico na vida de milhares de famílias paranaenses. Movimentou R$ 22,4 milhões em 2023 (dado mais recente), de acordo com o Valor Bruto de Produção (VBP), levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). As regiões Central, Sul, Sudoeste concentram o maior volume de produção de pinhão.

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